Banda tem uma perna em Juiz de Fora com a produção executiva feita pela Gira Produtora e session ao vivo gravada no Maquinaria
por Fabiano Moreira
sextaseibaixocentro@gmail.com
Desde o lançamento de “Foi mal” (2022), que eu estou querendo bater um papo com a banda paulistana Pelados, mas acabou que, na época, eu entrevistei os gaúchos da Dingo na mesma semana. Mas a vontade ficou e foi matada agora, quando papeei com Lauiz (programações e synths), Vicente Tassara (guitarra), Helena Cruz (baixo), Theo Ceccato (bateria) e Manu Julian (vocal), juiz-foranos honorários que têm live session gravada no Maquinaria e produção executiva assinada pela mineira Sté Reis, da Gira Produtora, sobre o álbum “Contato”, lançado na última sexta, com fotos de divulgação feitas dentro de um reator nuclear na Universidade de São Paulo (USP). “Só depois dessa excursão absurda que a gente se tocou como é divertida, produtiva – mesmo que um pouco insana – a analogia entre o reator nuclear e o estúdio de gravação. Esse espaço mágico, misterioso, repleto de traquitanas malucas e máquinas incompreensíveis, onde acontece uma reação poderosíssima, delicadamente manipulada por esses excêntricos especialistas”, me contou Lauiz. Falamos também com a relação com Juiz de Fora, surgida a partir de uma tour nacional com a André Medeiros Lanches. “A turnê “Lanches Pelados” foi um divisor de águas na nossa trajetória, pois promoveu o encontro com nossa incrível produtora, Stéphanie Fernandes, da Gira Produtora, que hoje se tornou um membro insubstituível para a banda”, revela a baixista Helena Cruz.
Moreira – Nas fotos de divulgação do álbum, vocês aparecem em uma espécie de laboratório, uma forma visual de contar essa história da banda de rock que faz explorações tecnico-científicas com samples sem deixar de ser uma banda de rock. A ideia é colocar o fã da banda pra dançar? Ser bem pop? (Nada contra o pop).
Lauiz (programações e synths) – Cara, a gente tirou essas fotos porque a gente descobriu que tem um reator nuclear na Universidade de São Paulo (USP), e a gente tinha que dar um jeito de fazer alguma coisa por lá. Fomos, e foi uma doidera. Só depois dessa excursão absurda que a gente se tocou como é divertida, produtiva – mesmo que um pouco insana – a analogia entre o reator nuclear e o estúdio de gravação. Esse espaço mágico, misterioso, repleto de traquitanas malucas e máquinas incompreensíveis, onde acontece uma reação poderosíssima, delicadamente manipulada por esses excêntricos especialistas. E no fundo, quem não quer brincar de cientista – se imaginar um físico nuclear partindo átomos? Mas acho que essa coisa da fantasia, do delírio do músico-cientista tem tudo a ver com a vontade de ser pop. Até porque o pop é o lugar de soltar a franga, né. Dançar sem medo, cantar a plenos pulmões. O indie às vezes fica com essa reputação de blasé, de artsy-fartsy pretensioso. A gente, se fantasiando, deu um jeito de esvaziar toda essa nossa pose de cara. Abandonar a mania de ser tão sério, falar tão sério, pra seguir outras ambições que, no fundo, sempre estiveram ali.
Moreira – Mesmo sendo um disco no qual tentam deixar a guitarra um pouco de lado para experimentar com samples, as guitarras são muito lindas, especialmente em “Modrić” (o jogador de futebol?). Quais as inspirações na hora de bolar essas guitarras? Lindas 🫶🏽.
Lauiz – Deixar as guitarras de lado é um pouco um exagero retórico nosso! Uma tentativa de não usar os mesmos recursos familiares de sempre, quando o estúdio e o computador abrem portas para tantos outros caminhos. Mas no final, sons de guitarra diversos povoam o disco todo – até porque, somos, mesmo que tentemos disfarçar, uma banda de rock, e os instintos roqueiros muitas vezes acabam triunfando sobre as aspirações estéticas malucas. “Modrić” deve ser a música onde isso acontece do jeito mais explícito. Acho que por ser a única arranjada fora do estúdio – pensada primeiro no ao vivo, e depois gravada. Aí a vontade de ser meio Weezer falou mais alto! Se bem que também teve um pouco de Bar Italia e Radiohead nesse caldo de referências. E a participação do nosso amigo Thales Castanheira, que também toca guitarra nela, fez uma baita diferença.
Moreira – Eu perguntei a mesma coisa ao Irmão Victor sobre como pode ser perigoso e também potente misturar música e humor. Pode ficar genial e pode dar bem errado, na entrevista com ele, cito alguns exemplos, como Mutantes que, pra mim, são os maiorais. Pra vocês, parece algo inevitável, né, até pelo próprio nome da banda. Não esqueço aquela do álbum solo do Lauiz, “baby, me bota dentro do microondas”, que resenhei brevemente aqui… Como fazer humor sem errar a mão, como vocês fazem tão bem?
Lauiz – Acho que vem da vontade principal de manter alguma forma de honestidade e na maioria dos casos acaba acontecendo acidentalmente. O humor só pela graça fica engraçado, mas pode ficar cínico, babaca ou até fútil. Não queremos isso, a graça mesmo está na forma como a gente dialoga com observações e sentimentos muito verdadeiros nossos, às vezes, é mais fácil falar de assuntos pesados com uma mão mais leve… E também de vez em quando uma coisa é deprimente mas também é hilária. Acaba soando engraçado porque tentamos escrever como pensamos. Isso tudo tem muito a ver com Mutantes, acho que tem um lado da MPB que é cheia de trocadilhos, piadas internas e cretinices que acabou um pouco esquecido. Espero que a gente tenha graça! É claro que tem um lado proposital, umas figuras de linguagem ou umas cenas hipotéticas engraçadas. É super cafona fazer um tipo “sério” intelectual ou montar uma forma de profissionalismo performático, mas muita gente acaba fazendo isso ou por achar que ninguém vai respeitar um palhaço ou por saber que não tem graça nenhuma. Os Pelados não querem fingir nada!!!!!
Moreira – “Eu não sei fazer refrão” é também muito interessante ao refletir sobre o processo de fazer música, que é algo a que esse disco se propõe muito e que é muito interessante nessa indústria que está partindo os álbuns em dois, para ter dois lançamentos. Não deixa de ser um manifesto em defesa do álbum. Quais as principais reflexões sobre fazer música desse trabalho?
Manu Julian (vocal) – Pensando agora, o disco tem mesmo algumas frases meio “metalinguísticas”, alguns momentos auto referentes que falam do fazer música. Mais do que uma defesa do álbum em si – que se dá nessa busca de construir toda uma narrativa com começo, meio e fim – o nosso trabalho é muito sobre ser sincero, sobre ser franco a respeito do que pensamos sobre as coisas e, inclusive, sobre o que estamos fazendo naquele momento. A real é que tem toda uma música dedicada a esse processo todo: “music is supposed to be fun”. A letra dela pode resumir um pouco o que pensamos sobre fazer música. É divertido, é a nossa paixão e trabalhamos muito para fazer tudo rolar, mas, mesmo assim, às vezes, é frustrante e cansativo ser músico (e isso que somos bem privilegiados). O pessoal costuma falar que a gente é escrachado. Às vezes, eu concordo, às vezes, não… Mas acredito mesmo que as reflexões sobre música que tem nesse trabalho passam pela mesma sinceridade e humor de “Módric”, uma outra faixa. As coisas são boas, mas às vezes dá vontade de jogar tudo pro alto, se esconder no quarto de calcinha e ficar um pouco sozinho. “Music is something, something, something, I don’t care / I’d rather sit in silence in my underwear” (*citando a faixa “music is supposed to be fun”)
Moreira – Queria falar das relações que vocês desenvolveram aqui em Jufas, aonde já gravaram show no Maquinaria, excursionaram com a André Medeiros Lanches, a produção executiva do álbum é de A Gira Produtora, da Stéphanie Fernandes, e a lírica de vocês tem parentescos com a do Baapz. Quão juiz-foranos vocês já são?
Helena Cruz (baixo) – Sinceramente acho que somos juiz-foranos o máximo que cinco paulistas escarrados podem ser… Contando com amizades queridas, projetos paralelos e com shows da banda, os pelados acumulam pelo menos algumas dezenas de idas a “jufas”. A turnê “Lanches Pelados” foi um divisor de águas na nossa trajetória, pois promoveu o encontro com nossa incrível produtora, Stéphanie Fernandes, da Gira Produtora, que hoje se tornou um membro insubstituível para a banda. Até hoje a gente se emociona com o quanto ela entrou de cabeça na presepada que é produzir uma banda independente de cinco malucos inconsoláveis e incontroláveis, cuidando, motivando, produzindo, resolvendo b.o. de qualquer esfera, e se empolgando com as coisas tanto quanto a gente! É uma delícia que essa parceria tenha nascido na estrada! Falando em estrada, são nessas batidas de perna que a gente acaba conhecendo o trabalho e fazendo amizades massa com várias bandas fora de SP, como é o caso dos queridíssimos amigos da Varanda (já é família, nossos primos), Lanches e Baapz. Inclusive essas convivências levaram até a participações de dois pelados nos fonogramas da Varanda, um deles já lançado inclusive (“Cê mexe comigo”, do álbum “Beirada”, de 2024)! Para finalizar, acho muito legal que nossa única session ao vivo lançada até então seja no Maquinaria, é uma casa de show que exala a energia “inferninho”, onde a banda e a plateia se misturam, numa catarse embalada pelo som ao vivo, suando junto, cantando junto, gritando junto, é demais! Ficamos muito felizes de ter uma perna em Juiz de Fora, vínculo que só foi possível pela Sté! Pretendemos voltar ai até vocês expulsarem a gente hahaha
Abaixa que é tiro!💥🔫
O juiz-forano OCrioulo, do coletivo Makoomba, é um dos jovens talentos do funk no quinto álbum do projeto #estudeofunk, “EOFunk Vol. 5”, confirmando a produtora como plataforma de descoberta e valorização de novos nomes da cena no Brasil. Reunindo 22 MCs e 12 beatmakers do quarto ciclo da residência artística que acontece na Fundição Progresso, o trabalho é fruto de um processo que combina estudo, experimentação e produção musical, resultando em um registro plural que traduz a diversidade de sonoridades, narrativas e abordagens do gênero. O disco destaca-se pela pluralidade do elenco — majoritariamente de artistas do Rio de Janeiro, mas também com representantes de Curitiba, Juiz de Fora, Florianópolis, Macaé e até da Colômbia e Angola — promovendo diálogos entre diferentes territórios e referências musicais. Na tracklist, “Não é Amor”, love song com batida Volt Mix de Ayla e Makz, afrobeat em “Atabaque”, de Cold Jas e Yure IDD, a deliciosa mistura de funk e dancehall jamaicano de “Funkhall”, de Ajani e Leyblack, “De Leve”, vogue funk com Leyblack e Kiah, “Gandaia”, o funk psicodélico e experimental com OCrioulo e Syredu, “Essa é pras meninas”, o hino lésbico de Leyblack e Beatriz Pimenta, e o funknejo “Apaixonada por você”, de Lari Groppo e Neskau, entre outras. “Cada vez mais o #estudeofunk se fortalece como um laboratório criativo e vitrine de inovação cultural. Este álbum é fruto de um trabalho coletivo que reúne vozes potentes e uma musicalidade que revela o funk como gênero transversal, em diálogo com muitas linguagens”, diz Vanessa Damasco, diretora geral do #estudeofunk.
Na última Sexta Sei, passou aqui pela playlist “Impacto”, a faixa de inspiração drum & bass de “Perigo”, álbum de estreia do produtor paulistano Gabrieu. No volume, ele explora diferentes sonoridades que constroem um cenário distópico pós-apocalíptico, acelerado e ruidoso, costurando gêneros musicais como boom bap, drum & bass, guaracha, jersey club, funk e electro. Gabrieu é um produtor musical e DJ que se destaca pelo ecletismo sonoro em suas criações. Em 2024, lançou seu primeiro EP, “Submundo”.
Jufas – Na sexta (29), às 21h30, tem Bordel da Femmenino no Beco, com Amanda Fie, Madame, Shyoty, Starbaby e Stwarf.
O Baile do Manifesto descolou da semana do Miss Gay e ficou com a Praça Antônio Carlos todinha pras disputas da Tropical Ball, em oito categorias, no sábado (30), a partir das 14h, com direito a after no Clube Contra. Viva a Cultura Ballroom.
No domingo (31), às 10h, tem a 3ª Caminhada lesbica, com concentração na Praça Cívica da UFJF, aonde rola sarau e exposição com artistas locais.
“Azul”, da Artesanal Cia. de Teatro, aborda o Transtorno de Espectro Autista (TEA) domingo (31), às 16h, com entrada franca, no Teatro Solar. Os ingressos serão distribuídos, gratuitamente, na bilheteria, uma hora antes. A companhia utiliza a técnica do teatro de animação para manipular os bonecos dos personagens.
Marco Maia, do Roça Nova, estará nas segundas de setembro, às 18h, no Brasador Sessions.
Rio – Semana quente na nova lona do Circo Voador. No sábado (30), às 16h, e no domingo (31), às 16h30, tem o Festival Lapa pela Lapa, com Papatinho, no sábado (30), e Baile do Ademar com Sain, Aina e Akira Presidente + Dj Mandrake, Maia e Show do HHR, no domingo (31). Ícones do indie rock, os estadunidenses do Teenage Fanclub fazem show na quarta (3), com abertura dos cariocas da Pelvs, às 20h. O saxofonista norte-americano Kamasi Washington, um dos nomes mais influentes e inovadores do jazz mundial, faz show na quinta (4), com abertura do pianista carioca Jonathan Ferr e DJ set de Nepal, às 19h. Bem chique.
Os queridos da banda Celacanto fazem show sábado (30), às 20h, na Audio Rebel, com abertura de Carol Maia. Mamãe ama vocês.
No sábado (30), Azula, cria da Zona Oeste, irá incendiar a Maré com sua voz potente e cheia de ancestralidade no Gira Festival, a partir das 18h, no Galpão Bela Maré, com entrada franca, uma realização da Uniperiferias.
Nesta sexta (29), a Mostra Maré de Música recebe Arlindinho e Ane Lopes no palco do Centro de Artes da Maré, a partir das 19h, com entrada gratuita.
A 9ª edição do Ocupa Sapatão rola na sexta (29), às 18h, na Cinelândia, com o mote “Por Marielle e por todas nós: memória, luta e permanência sapatona nos territórios”. No sábado (30), às 14h, tem Visibilidade Lésbica da Maré, na Casa Resistências, a 7ª edição do Viva Sapatão, às 16h, no Queerioca. No domingo, às 11h30, tem Piquenique Maternidade Sapatão, no Parque Darke de Mattos, em Paquetá, e o Lesbocriar, às 20h, em Niterói, com grafite como expressão criativa e política.
A V de Viadão comemora 12 anos de história clubber com festerê com dois palcos e 15 artistas, no sábado (30), às 23h, na Sacadura 154, com Educastelo, Escola de Mistérios, Organzza, Chanel, Gui Mauad e muito mais música, dança e sodomia.
Beloryhills – Johnny Hooker celebra os dez anos do álbum de estreia na tour “Macumba”, com show sábado, às 21h, no Cine Theatro Brasil.
Os Paralamas do Sucesso vão tocar na capital e, com casa lotada no sábado (30), abriram show extra nesta sexta (29), às 22h, no BeFly Hall.
Na sexta (29), às 21h, tem show de Tagua Tagua lançando “Raio” no Distrital, que recebe o show do Fino Coletivo no domingo (31), às 17h. No sábado (30), às 18h, Tagua Tagua chega ao Galpão Ladeira das Artes, no Rio.
No domingo (31), às 19h, para encerrar o mês da visibilidade lésbica, tem show de lançamento do álbum de estreia de Amandona, “Se eu pudesse, te beijava até a voz”, no Teatro SesiMinas, com participações de Letrux, Juliana Linhares e Luiza Brina, que assina a produção do volume.
Ouro Preto – O festival “Os Sons do Brasil” causa um tombamento palco do Museu Boulieu, em Ouro Preto, no primeiro final de semana, com nomes de peso, como Sandra Sá, sexta (29), Jazz das Minas, Azymuth e Carlos Dafé, sábado (30) e Digitaldubs e Russo Passapusso, no domingo (31), só retirar o ingresso nos links. No próximo finde, o festival vai para Mariana. Chique.
Sampa – Catto apresenta o show “Corações selvagens”, às 21h, na Casa Natura Musical. No domingo (31), às 19h, Ana Cañas, Moska e Sérgio Britto homenageiam Raul Seixas. Na quinta (4), Almério faz show acústico, às 19h.
Martin Buckup e Julia Guedes, multiartista, pianista e vencedora do BDMG Jovem Instrumentista 2023 e neta de Beto Guedes fazem show nesta sexta (29), às 21h, na Casa Rockambole.
Os sextantes do Caco/Concha fazem show sexta (29) às 21h30, no Mamãe Bar.
Também na sexta (29) tem Forró Sapatão, às 21h, com Renata Corr (Desculpa qualquer coisa), Luana Coelho (Siga bem caminhoneira), DJ Cacauzey (Boto Elétrico), DJ Garb (Festa Ruim), DJ Tayan (Melzinho na teta), DJ Indra (Ilha di Safo) e Cabra é fêma + DJ Yaga (Forró Sapataaaaaaaaaaum).
Tudo vai dar Sesc: Exclusive Os Cabides fazem show sexta (29), às 21h, no Belenzinho; Batucada Tamarindo lança o belo álbum “Olóri-Agbáyé” sexta (29), às 21h, no Pompeia; Arthur Nogueira canta Antonio Cicero com participação de Fafá de Belém sexta (29), às 20h, no Mariana; Francis Hime de sexta (29) a domingo (31) no Pinheiros; Jovem Dionísio no sábado (30), às 20h30, no Belenzinho; Melly sábado (30) e domingo (31), no Bom Retiro.
Na sexta (29), às 22h, tem Baile da Bond, na Audio, celebrando o “EPica 2”, com Danny Bond, Kat da Voz e as Abusadas, MC Pipokinha e Bibi Babydoll.
Sexta (29), às 23h, tem edição Esporte Luxxxo da Brutus no Spicy Club, em Moema, com os DJs Poledancer, Bispo e Vinni.
A terceira Entr3posto Sessions apresenta “Red Night”, com Vermelho, Profano e Machado, com dress code vermelho, claro, neste sábado (30), às 22h, na Barra Funda.
Rota Indie comemora três anos de jornalismo musical apresentando Jambu e A Olívia no sábado (30), às 18h, no Jai Club.
A segunda edição da I Wanna Be Tour chega ao Allianz Parque no sábado (30), às 10h, com The Fall Out Boy, Good Charlotte, Fake Number, Neck Deep, The Maine, The Veronicas, Fresno, Gloria, Story Of The Year, Dead Fish, Forfun e Yellowcard.
No sábado (30), tem Trevvo com Irmãs de Pau, às 23h, na Barra Funda, com Trindade, Vinithek1d b2b Keu, Erick JPG, Deivi, Rafael Duartt e Lady Brown.
O selo e produtora Balaclava Records traz a banda de britpop Supergrass para apresentação única domingo (31), às 18h, no Terra SP.
O Teenage Fanclub faz show na quinta (4), no Cine Joia.
Fortaleza – A Bateuzinha comemora 9 anos com festa no sábado (30), às 23h, no Fuzuê, com Paluma, Beatriz Sald, Babita e Lucas Bm.
Curitiba – O Festival Paulo Leminski Lenine, Jards Macalé, Leminskizações e DJ Tahira acontece no sábado (3o), às 14h, na Pedreira Paulo Leminski.
A banda Aquino faz show, no domingo (31), com a nossa Varanda, no Basement.
POA – mãeana segue misturando João Gomes e João Gilberto com sua voz única sábado (30), às 21h, no Bar Opinião.
Salvador – Pela primeira vez na Terra de Jorge Amado, Katy da Voz e as Abusadas fazem show no sábado (30), às 22h, na Pirâmide Salvador.
BSB – O Cena Contemporânea comemora 30 anos com espetáculos inesquecíveis, como o show do pernambucano Amaro Freitas e trio, no domingo (31), às, 19h, no Teatro Nacional, o espetáculo francês “Chenn”, nos dias 6 e 7, na Sala Multiuso, e “A coluna quebrada”, da Le Coin de La Danse, da Guiana Francesa, nos dias 6 e 7, às 19h, na Sala Multiuso.
A Banda mais bonita da cidade faz show no sábado (30), às 17h30, na Infinu Comunidade Criativa. Às 20h30, tem Daparte, Elefante na Sala e Quarto16.
GYN – Galera massa da Monstro Discos faz a edição comemorativa de 30 anos do Goiânia Noise Festival, de 4 a 7 de setembro, no Martim Cererê, com dois palcos, 42 shows em 4 noitadas de rock. No line up, tem swave (SP) e Carne Doce (GO), na quinta (4), Garotos Podres (SP), Mateus Fazeno Rock (CE) e Black Pantera (MG), na sexta (5), Jovens Ateus (PR)e Rogério Skylab (RJ), no sábado (6), e Ratos de Porão (SP), no domingo (7)
Tour – A Speedtest Rave anunciou tour com datas por Sorocaba (9), no Obliqo, Belloryhills (19), na Casa Sapucaí, Curitiba, (10/10), na Macro, São Paulo (11/10), no Galpão Quina, em Goiânia (17/10), Brasília (18/10) e Belém (25).
Lançamento – Sexta (29), Dia da Visibilidade Lésbica, será lençado o Grindr lésbico, o Sapphos, com festas de lançamento nesta sexta (29), em Fortaleza, no Dragão do Mar, com show da Camaleoa, em Porto Alegre, no Ninikasi Bar, em Brasília, no Infinu Bar,em BH, no Espaço Yaná, no Rio, no Queerioca, e em Macapá, no Bar do Vila, e sábado (30), em São Paulo, na Ilha Disafo.
Falando em visibilidade lésbica, algumas páginas recomendadas aqui são as com Maria Beraldo, Roberta de Razão, Deize Tigrona, Ana Frango Elétrico, NPKN, Samba de Colher, Alessandra Crispin e mais.
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