Sexta Sei: A portuguesa Evaya dissolve a natureza no digital no álbum “Abaixo das raízes deste jardim”

Em tour pelo Brasil, que encerra com dois shows em São Paulo, no sábado e no domingo, ela adora a liberdade emocional brasileira

por Fabiano Moreira
sextaseibaixocentro@gmail.com

Evaya nos arredores da sua casa familiar, em Poceirão, por @carinho.mio

Eu já tinha falado aqui da tour que a cantora de trip-hop, compositora e musicista portuguesa Evaya, pseudônimo artístico de Beatriz Bronze, 30 anos, fez pelo Brasil para apresentar seu primeiro álbum, o belo “Abaixo das raízes deste jardim”, guiada pelo amigo virtual sextante MonchMonch. Foram oito shows que passaram pelos estados de SP, RJ e ES, e dois deles acontecem neste final de semana, no sábado (25), no Slamb, com Karin SantaRosa, e no domingo (26), no Veganasso, com entrada franga, Marina Mole e Guandu. Batemos um papo, por e-mail, ela na estrada, cruzando o país com  a maior parte dos gigs em duo com o Polivalente, que participou da gravação do álbum na drum machine e na guitarra. Nascida na zona rural da região metropolitana de Lisboa, no Poceirão, povoação com menos de 5 mil habitantes, e ex-balconista em uma loja de cosméticos, Evaya fez a ponte entre o rural e o tecnológico com o álbum “Abaixo das raízes deste jardim”, que fala sobre plantas, germinação e crescimento, mas, por meio da tecnologia de sintetizadores e drum machines, dissolve a natureza no digital, construindo paisagens sonoras de forte carga sensorial, de delicadeza melódica e pulsos rítmicos.

“Tenho 30 anos, comecei a compor e a produzir música com 24. No início, tinha vergonha de dizer a minha idade, porque achava ter começado tarde. Hoje tento aceitar o meu caminho como ele é”, filosofa, na nossa abundante conversa. “Nós recebemos muito da música brasileira em Portugal. Acho que o oposto é que não acontece tanto. Sempre tivemos acesso aos grandes nomes da música do Brasil, e hoje, para quem está mais atento, também chegam os nomes mais alternativos”, me conta, sobre como somos vistos, ela que nos acha detentores de “liberdade emocional”.  Evaya vem do kimbundo (língua africana falada no noroeste de Angola, incluindo a província de Luanda) e significa esperança. Nas suas raízes no hebraico, é vida, viver. “Nada de belo ou misterioso à primeira vista, contudo destacou-se o título “Evaya Energia”,  uma fábrica de águas em Angola, onde o meu pai trabalhou, um negócio que acabou com a pandemia”, me conta, sobre o acaso.” “Sim, eu venho de um meio rural. A casa dos meus pais é num monte rodeado por um pomar, pinheiros, o cheiro das ervas, flores, lebres, girinos, sapos, grilos… e pássaros! Ali é fácil querer só deitar no chão, beber do sol e receber mil mimos dos meus gatos e cães. A tecnologia na minha música surgiu por necessidade, por alguma preguiça de estudar um instrumento a sério. O computador tornou-se o meu diário de registos sonoros. Tudo começou na terra: gravações dos pássaros, da água, do vento e da minha voz”, me fala, sobre a inspiração bucólica do álbum.

A capa do álbum de estreia. "Abaixo das raízes desse jardim"

Moreira – Como foi esse rolê pelo Brasil, foi a sua primeira vez no país? Você veio com a banda toda que gravou o álbum, com NICØ no sintetizador modular e polivalente na drum machine e na guitarra? Quais as principais características dos brasileiros lhe chamaram a atenção, e o que mais os diferenciam dos portugueses? Hoje, existe um sentimento brasilofóbico por causa da onda migratória? Tenho muitos amigos que se mudaram. É uma espécie de resposta à colonização? Uma retrocolonização, rs. É estranho que, mesmo unidos pela mesma língua, ainda exista pouco intercâmbio cultural entre os países… Você é a minha segunda entrevistada portuguesa, depois das caras geniais do Fado Bicha. Ah, vou entrevistar Branko em novembro. Animado, pois sou muito fã.

Evaya – É a minha primeira vez no Brasil! Um país de pessoas que sempre me transmitiram uma liberdade emocional, uma soltura nelas que eu invejo de forma saudável. Em contraste com os portugueses, que me parecem sempre um pouco mais tensos, eu incluída. O meu álbum foi gravado por mim e pelo polivalente, que também co-produziu o disco comigo. Quando o Nicø integrou a formação ao vivo em alguns concertos, o disco já estava pronto. Ele, com o seu modular, fazia a modulação dos arranjos em MIDI que eu e o Polivalente escrevemos. Essa temporada de concertos em trio foi uma fase de muito crescimento. Contudo, este ano, em Portugal, tenho tocado mais a solo, acabei por me conseguir sustentar melhor assim, e isso deu-me também um boost de confiança. Para o Brasil, fez sentido apresentar a maior parte dos gigs em duo com o Polivalente. Tive ainda a sorte de contar com a Lívia Gomes, vocalista da banda Gueersh, em dois concertos da tour, nesses tocámos em trio. Quem me sugeriu incluir a Lívia foi o Monch, e fico tão feliz que o tenha feito. Ela é um doce. Adorei o tempo que passámos todos juntos em Campos dos Goytacases e depois em Vitória, onde fizemos outro show. Sinto-me muito abençoada por ter conhecido pessoas tão talentosas e cheias de amor. Em relação ao intercâmbio cultural entre Portugal e Brasil… Nós recebemos muito da música brasileira em Portugal. Acho que o oposto é que não acontece tanto. Sempre tivemos acesso aos grandes nomes da música do Brasil, e hoje, para quem está mais atento, também chegam os nomes mais alternativos. Tenho amigos brasileiros, inclusive nas minhas primeiras formações ao vivo. A primeira formação foi com o polivalente e a Gadutra (artista brasileira). Nessa altura, eu tinha produzido o meu EP “Intenção” sozinha. Já no fim de tudo estar pronto, conheci o Polivalente e a Gadutra, no verão de 2020. Pedi ao Poli umas linhas de guitarra para um tema e à Gadutra uma intro para o EP — e convidei-os para me ajudarem a tocar ao vivo. Ela tocava drum machine, e o Poli, synths e guitarra. Depois, fui fazendo trocas, sem nunca perder a amizade — porque é assim, a música flui e temos de ir atrás do que ela nos sopra ao ouvido. A Gadutra seguiu para outras aventuras, e entrou o Tom Maciel, pianista brasileiro, que fez dois ou três concertos comigo e com o polivalente. Inclusive, o Tom gravou um synth no tema “Atenção” do meu LP. Na fase depois do Tom, o polivalente começou a tocar drum machine e passei um período a fazer concertos em duo com ele, antes de convidar o Nicø — o convite surgiu para trazer algo de diferente e mais sólido quando lançasse o álbum. E assim foi. Aprendemos muito com o Nicø, que é um craque no Ableton. Agora, sonho em largar um pouco a formação das máquinas e, quem sabe em breve, apresentar-me com banda, num registo diferente, mais acústico, mais orgânico talvez, com novos arranjos. Voltando ao Brasil, há mesmo muita gente a ir para Portugal em busca de uma vida melhor. Acho que é um processo natural. Os portugueses também foram e continuam a ir para fora pelo mesmo motivo. Fico triste com a discriminação que existe em Portugal por parte de muita gente em relação à imigração. Amo os meus amigos brasileiros. Gostava que fosse mais acessível e comum outros artistas portugueses poderem ter a experiência que eu estou a ter aqui com esta tour que o MonchMonch produziu. E vice-versa. O Monch é um novo amigo, e um artista que admiro muito, uma força inspiradora que espero poder ver crescer nos palcos do mundo inteiro. E espero, em breve, ver os novos amigos do Brasil lá em Portugal a fazer tour também. Ia ser lindo ver uma tour dos Gueersh por lá — estou a torcer para que aconteça. E quero muito apresentar os meus gatinhos à Lívia e ao David. 

Moreira – Não encontrei em lugar nenhum como foi a escolha do seu nome artístico, Evaya, que tem raízes no hebraico e significa vida, viver. Como foi a escolha do nome? Muito bonito. E funciona melhor para uma cantora de trip hop que Beatriz Bronze, que também é um nome bonito e forte. Li que um livro que teve grande impacto sobre você foi “Mulheres que correm com os lobos“, da psicanalista Clarissa Pinkola Estés, que fala da repressão da essência feminina e convida a uma reconexão com a “mulher selvagem”. Evaya é bem loba? (esse apelido é dado à grande cantora brasileira Alcione)…

Evaya – Estava a terminar o curso de produção musical e tinha de fazer um EP como trabalho final. Queria apresentar-me por meio de um alter ego, achei que seria mais fácil enfrentar o medo da vulnerabilidade assim. Apesar de ser consumidora de diversas histórias, livros, mitos e contos, não cliquei com nenhum nome até estar em casa dos meus pais, olhar para a parede branca da cozinha e ver o calendário desse ano. Era um daqueles calendários das empresas, em que se vai esfolheando mês a mês. Nada de belo ou misterioso à primeira vista, contudo destacou-se o título “EVAYA Energia”,  uma fábrica de águas em Angola, onde o meu pai trabalhou, um negócio que acabou com a pandemia. E o meu projeto, com o mesmo nome, acabou por começar a brotar nessa altura. Quando ponderei o nome Evaya, ao olhar o calendário, foi pura intuição. Pesquisei na internet a origem do nome, essas informações que me deste agora, do significado hebraico, eu não conhecia, mas adorei! Na altura encontrei significados diferentes mas bem esotéricos. Sempre gostei de magia. Perguntei ao meu pai se ele podia descobrir com os colegas o significado do nome para a empresa. Mas nessa altura eu já tinha decidido batizar-me artisticamente como Evaya. O meu pai, depois de contar aos colegas — meio embaraçado — que a filha tinha adotado o mesmo nome para o seu projeto musical, descobriu que Evaya vem do kimbundo (língua africana falada no noroeste de Angola, incluindo a província de Luanda) e significa “esperança”. Nunca encontrei nada na internet que confirmasse isso, mas recebi a mensagem como um sopro de fé no coração. Já tive fases em que considerei “matar” a Evaya e ser apenas Beatriz Bronze kkkk, mas, agora, estou numa fase boa com ela. Sou grata ao nome que me deu coragem de realizar os sonhos mais loucos da minha existência. A Evaya, sem dúvida, a minha forma mais destemida de ser e a Bronze vive nela também. Loba, sol em touro, ascendente em escorpião e meio do céu em leão, com uma lua em aquário e fantasias de dragão.  

Evaya por @carinho.mio

Moreira – Você é natural de Poceirão, povoação portuguesa do município de Palmela, com menos de 5 mil habitantes, você veio de um meio rural, né?. As fotos de divulgação foram feitas na casa dos seus pais, lá, e trazem esta forte conexão com o campo, um clima bucólico e sereno. Por mais tecnológica que sua música seja, ela mantém essa conexão forte com a terra e a natureza, e é aí que mora toda a beleza? Como falar da natureza por meio da tecnologia?  É um álbum sensorial, um limbo etéreo com mensagens ecológicas. Curioso que conversei com Gustavo Gallo sobre essa relação da música com o cultivo de jardins e a botânica, a partir de suas canções  “Pequena Árvore” e “Pensando em Alzira E”, das quais sou muito fã. Ele fez um lindo álbum duplo com essa inspiração botânica, “folhas_fruto”, muito no impacto da paternidade e da mudança para um sítio na zona rural. E nós falamos da lição ecológica da Música Popular Brasileira, como em Jorge Mautner e Gilberto Gil, por exemplo, em “Força secreta daquela alegria” que conversam por telepatia com as folhas, e o “Abacateiro” de Gil, que nos lembra que também somos do mato. Há uma tradição botânica também na música portuguesa? “Abaixo das raízes deste jardim” tem texturas da natureza e palavras vindas do jardim, como sol, água, brotar, florir, sementes, terra, regar… A história do álbum faz o caminho reverso até “Sementes”, que encerra o álbum. Qual foi a viagem, a poética de fazer essas relações com a botânica? Você escreveu esse álbum vivendo a opressão do capital como balconista em uma loja de cosméticos, né? Mas tava sonhando com a terra e germinando…

Evaya – Sim, eu venho de um meio rural. A casa dos meus pais é num monte rodeado por um pomar, pinheiros, o cheiro das ervas, flores, lebres, girinos, sapos, grilos… e pássaros! Ali é fácil querer só deitar no chão, beber do sol e receber mil mimos dos meus gatos e cães. A tecnologia na minha música surgiu por necessidade, por alguma preguiça de estudar um instrumento a sério. O computador tornou-se o meu diário de registos sonoros. Tudo começou na terra: gravações dos pássaros, da água, do vento e da minha voz. Tinha um MicroKorg em segunda mão, que toquei o suficiente para depois fazer o meu corte e cola no Logic. Mais tarde, já com a carreira musical iniciada e a trabalhar numa loja de cosmética ao mesmo tempo e enquanto produzia o primeiro álbum, tentei levar-me de volta a esse processo criativo — mas com a maturidade que o palco já me trazia, sobretudo um novo conhecimento da minha voz. E com a co-produção do polivalente que toca todos os instrumentos (e mais alguns), as minhas demos rapidamente ganharam novas harmonias e melodias, mantendo a experimentação fluida numa nova Eyaya. As mensagens ecológicas acabam por ser metáforas para processos emocionais que eu estava (e estou) a viver. Eu não pensei muito sobre a minha forma de escrever, mas adorei perceber, no final, que tinha construído um mundo com um vocabulário tão próximo do meu coração e origem. Felizmente, já não trabalho nessa loja. Quero aproveitar ao máximo viver deste sonho livre que também traz as suas restrições e responsabilidades, e quero fazer um novo álbum em breve. Ainda não tenho a certeza absoluta sobre a produção: se quero fazê-lo sozinha ou convidar alguém para construir esse novo mundo comigo. Mas sei que preciso, primeiro, de um período só com a minha voz e a minha escrita. Não conheço a música do Gustavo Gallo — vou ouvir! A natureza é o nosso berço. Há uma tradição botânica também na música portuguesa, sim — ouve Lena D’Água ou Fausto. Para mim, a Lena é a maior diva da música portuguesa. Quando era pequena, foi das primeiras vozes que me despertou a vontade de cantar. Mas há muitos artistas portugueses, antigos e novos, que comunicam através dessa linguagem da terra, por exemplo o meu amigo FeMa. Em relação à tradição folclórica portuguesa, não me revejo tanto nela. Em algumas melodias de voz sim, mas, ritmicamente, acho que a minha música está noutro sítio. Há artistas portugueses incríveis a pesquisar conscientemente esse campo, mas o meu caminho é outro. 

Evaya por Pastoral Visual

Moreira – Sua música é um cruzamento entre modernidade e tradição e, a partir do momento quando começou a cantar em português, mostrou ainda mais essa memória da música tradicional folclórica portuguesa pelos motivos tímbricos, melódicos e percussivos. MonchMonch me disse que você ia ficar brava se eu te comparasse à Björk, cujo álbum “Fossora” (2022) é inspirado no mundo dos fungos. Li na imprensa portuguesa uma comparação com Björk e as primeiras canções de FKA twigs. Já viu a Björk cantando “Travessia” em português, do Bituca? Seu trabalho é inspirado no que ela faz? Ou assusta demais ser comparada a uma deusa viva? Eu sou muito fã, atravessei cidades para vê-la na época do “Post”. Foi lindo. É uma artista que me toca o coração.

Evaya – Eu amo a Björk. Já a vi ao vivo — e o concerto tocou-me num sítio tão estranho e vulnerável que saí de lá muda, em choque emocional, quase deprimida, a sentir demais a vida. Acho que foi a força do “Fossora” — um álbum em que ela trabalha o luto, os ciclos da vida e da morte. A transmutação da dor, o enraizamento. Os fungos como metáfora para temas muito profundos de crescimento. Super escorpião da parte dela kkkk. Percebi o poder cru da Bjork quando saí do concerto e só me apetecia chorar o meu interior inteiro. Eu não posso ser comparada à Björk. acho que ninguém pode. Mas é da natureza humana tentar sempre fazer associações. Já fiquei irritada com isso, sim, mas percebi que não posso controlar a forma como o outro me percebe. O que posso é tentar ser cada vez mais honesta nas minhas decisões da vida… talvez isso passe para as canções. Quero ser cada vez mais corajosa, verdadeira, e cantar sem medos a minha alma. 

Abaixa que é tiro!💥🔫

Jufas - Ana Carolina, que começou pelos bares de Jufas, comemora 25 anos de carreira com tour que passa pelo Central. Foto: Pedro Dimitrow
Tem show da AlgarabYa e da Overdrive Tropical
Badi Assad. Foto: Gal Oppido
Rio - A Audio Rebel faz 20 anos e tem show de despedida da Vulgue Tostoi, que deixa muitas viúvas (eu)
Rio - Tem Céu comemorando 20 anos do álbum de estreia no Circo Voador. Foto: Luiza Ananias
Trapper Caio Luccas estreia a “Gênesis Tour”, com participações de Filipe Ret e Chefinho na mistura de funk, pagode, R&B e trap
João Gomes vai gravar DVD ao vivo, nos Arcos da Lapa, com participação de MC Cabelinho
"Jeca", do Grupo 59, inspirada inspirado no disco "Refazenda" (1975), de Gilberto Gil, Foto: Gustavo Mendes
"Borda", novo trabalho da Lia Rodrigues Cia de Danças, em cartaz até dia 23 de novembro no Teatro Paulo Autran. Fotos: Sammi Landweer
O megaindie Festival 5 Bandas, do Minuto Indie, rola no sábado (25), com Molho Negro e Jair Naves
.... e ainda tem os paraenses da Jambu...
... e terraplana . Foto : Lívia Rodrigues
Na Casa Natura Musical, Sophia Chablau e Felipe Vaqueiro fazem show de lançamento de "Handycam 02". Foto: Helena Ramos
.... por lá, também tem Zé Ibarra lançando "Afim". Foto: Elisa Maciel
The Whitest Boy Alive, quarteto germano-norueguês liderado por Erlend Øye, na Audio
Kabulom é a estrela mineira do house que leva o ritmo para rolê gratuito na rua
Beloryhills - 🐔 O Festival Literário Internacional - FLI BH chega à 6ª edição com o tema “Da minha língua, eu vejo o mundo”, na Funarte MG. Na programação, homenagem especial a Maria Antonieta Cunha. Foto: Ramon Bittencourt
O poeta Ricardo Aleixo participa da FLI BH – Festival Literário Internacional de Belo Horizonte, até dia 26 de outubro, na Funarte MG. Foto: Natália Alves
Itabira - Itamar Vieira Junior participa do 5º Flitabira. Foto Uendel Galter
Salvador - O Kinn Spada Dance Club, com Kinn Spada, Tonhão (foto) e Rainha Loulou na Casa Preta. Foto: Mari Prates
Kinn Spada
E o coletivo House of Kings
BSB - Lô Borges e Beto Guedes seguem temporada. Foto Flávio Charchar
Nova Friburgo - Doce Delix por Ju Bezerra de Mello
POA - A sextante banda Dingo é atração do Festival Turá. Foto: Gustavo Vargas
POA - O querido Claus Pupp representando a Blow Up, ao lado de & Mely Paredes, parceira da festa Blow Up, que vai comemorar 20 anos
POA - O rock gaúcho tem a Ultramen como emblema. Foto: Zé Carlos Andrade
Tour - O cantor e compositor português Tiago Nacarato faz shows por 12 cidades e 4 regiões brasileiras. Foto: Bruno Nacarato
Tour - Seun Cuti e Egypt80 passam por BSB, Rio, Floripa, Curitiba e Porto Alegre
A Masterplano começou o plano de dominação nacional aqui pelo Clube Contra, com Bauretz e Pedro Pedro. Foto: Rafaela Urbanin
Cyberkills no Clube Contra da gente. Fotos: @jvtebaldi_tb
Cyberkills no Clube Contra da gente. Fotos: @jvtebaldi_tb
Que alegria, a festa Súbita da gente está de volta ao Museu Ferroviário, para edição de Halloween. Fotos: Gutah
Melhor look do ano passado? Fotos: Gutah
Kureb e Reolli na Súbita. Fotos: Gutah
Alice Ruffo, Madame, e a performer Sarah na última edição de Haloween no Museu. Fotos: Gutah
Em Recife, o Halloween é brega, o HallowBrega, sob o comando do craque Marley no Beat. Foto: @quemwill
Jup do Bairro na último Music Video Festival Awards, que está com inscrições abertas. Foto: Felipe Ruído

Jufas – Ana Carolina, que fez sua estreia nos bares de Jufas, apresenta show da turnê “25 anas”, na qual comemora o período de caminhada artística, nesta sexta (24), às 21h, no Cine-Theatro Central, com direção de Jorge Farjalla.

Na curva entre o psicodélico e o tropical, AlgarabYa e Overdrive Tropical se unem para show no Maquinaria, neste sábado (25), às 20h.

🐔 O Espaço Hip Hop abraça a cultura ballroom com o Space Ball – 2000s Edition , no domingo (26), às 14h, entrada franga, no Viaduto Hélio Fadel Araújo.

Badi Assad dá masterclass na UFJF, nesta quinta (30), às 19h, na Escola de Artes Pró-Música, na Avenida Rio Branco, 🐔, antes do show que faz, na sexta (31), às 20h, no Teatro Solar. Ela acaba de lançar o single “Você, Cadê?”, parceria inédita com Adriana Calcanhoto que abre caminho para o lançamento do seu novo álbum de inéditas “Parte de tudo isso”, marcando o início das comemorações de seus 35 anos de carreira. Queen.

Assim se vestem as estrelas, como Eliana Pitttman

Rio“E as frases?”. Bella e o Olmo da Bruxa seguem plano de conquista nacional e fazem show no festival de aniversário de 20 anos da Audio Rebel, no sábado (25), às 20h, com Melvin e os Inoxidáveis. Ainda tem Zumbi do Mato e Onda de Beleza Natural, na sexta (24), às 20h, terminando com o show de despedida da Vulgue Tolstoi, no domingo (26), às 20h. O encerramento será mesmo no Circo Voador, dia 11 de dezembro, com Abayomy convida Ney Matogrosso e Jards Macalé, com abertura das Flautas Herméticas. Chique.

🐔 A banda Pequeno Cidadão faz show com entrada franga no sábado (25), às 15h, na Feira da Cidadania, no Parque Quinta da Boa Vista. No domingo (26), às 18h, eles se apresentam no Sesc Pinheiros, em Sampa, com ingressos a preços populares.

A cantora Céu comemora 20 anos do lançamento de seu álbum homônimo de estreia, sexta (24), em noite que ainda tem DJ Nyack convida Jadsa no Circo Voador. No sábado (25), o trapper Caio Luccas estreia a “Gênesis Tour”, com  participações de Filipe Ret e Chefinho na mistura de funk, pagode, R&B e trap. Os portões abrem às 20h.

MC Taya (estou obcecado por ela), Ikuthekid, Chainsawdid, Ondapensa, Tomny Hyung & Staysafe são as atrações da segunda edição do Baile Fock no sábado (25), às 20h, na Rua da Carioca.

João Gomes vai gravar DVD ao vivo, domingo (26), nos Arcos da Lapa, aberto ao público, com participações de MC Cabelinho, Ruan Vaqueirinho, Ivete Sangalo e Zeca Pagodinho.

Na quinta (30), as sextantes Varanda e Exclusive os Cabides fazem show, às 20h, na Rua da Carioca.

Sampa – O Grupo 59 estreia musical original inédito “Jeca – Um povo ainda há de vingar”, livremente inspirado no álbum “Refazenda” (1975), de Gilberto Gil, com direção de Kleber Montanheiro e direção musical de Marco França, no Sesc Consolação.”Jeca” é a jornada de um homem do povo a partir de sua conexão com suas origens. Estreia no Teatro Anchieta na sexta (24) e fica em cartaz até 23 de novembro, de quinta a sábado, às 20h, e aos domingos e feriados, às 18h, incluindo sessão vespertina no dia 5/11, às 15h. A foto de divulgação une psicodelia, dunas do Barato, Tropicalismo e Tarsila do Amaral.

“Borda”, novo trabalho da Lia Rodrigues Cia de Danças, investiga os sentidos dessa palavra em português: limite, margem, entre-lugar, mas também o ato de bordar, tecer e elaborar. O espetáculo estreia em São Paulo no dia 30, no Teatro Paulo Autran (Sesc Pinheiros), e segue em cartaz até dia 23 de novembro, de e quinta a sábado, às 20h, e domingos, às 18h.

🐔 Dedicado à reflexão sobre a participação e contribuição de compositoras e compositores negros na música brasileira, o show “Pérolas Negras” reúne três mulheres negras importantíssimas da cultura musical: Alaíde Costa, Eliana Pittman e Graça Braga na sexta (24), às 19h, na Biblioteca Mário de Andrade. A entrada é gratuita 🐔. Corrão.

O megaindie Festival 5 Bandas, do Minuto Indie, rola no sábado (25), ás 17h, na Casa Rockambole, com Molho Negro e Jair Naves, terraplana, Jambu, Life Aquatic e Jadsa. E solos de guitarras caíram dos céus 🎸.

A sextante Pelados faz show de lançamento de “Contato”, nesta sexta (24), na Casa Rockambole, às 21h. 

Tudo vai dar Sesc: os sextantes Samuca e A Selva fazem show sexta (24), às 21h, às 20h30, no Belenzinho; Izaías do Bandolim e Luizinho 7 Cordas, sexta (24), às 21h, no Belenzinho; Funmilayo Afrobeat Orquestra lança o novo EP “De ponta a ponta”, no sábado (25), às 20h30, no Belenzinho; YMA faz show de lançamento do novíssimo álbum “Sentimental Palace”, sábado (25), às 21h, no Belenzinho; Aquino, domingo (26), às 18h, no Belenzinho; XIS, na quinta (30), às 20h, no 24 de maio; e Tom Zé, na quinta (30), às 21h, no Bom Retiro. Chique sempre.

Na Casa Natura Musical, Ave Sangria, banda formada no início da década de 1970, em Recife, faz show com participação do galego Otto, no sábado (25), às 21h; Sophia Chablau e Felipe Vaqueiro lançam o álbum “Handycam”, no domingo (26), às 19h, e Zé Ibarra lança “Afim”, na quinta (30), às 21h.

Na terça (28), às 18h, na Audio, tem Watch Party com o lançamento da temporada 2025 da Corrida das Blogueiras, com Desirée Beck, Marcia Pantera, Barbit, Natasha Princess e Alyssah Fernandes. Vai ter react ao vivo, fofocas dos bastidores e DJ set com Fih e Edu.

Em parceria inédita, os selos e produtoras Balaclava Records e Heavy Love se unem para trazer ao Brasil a influente banda The Whitest Boy Alive, quarteto germano-norueguês que é um dos principais nomes do indie pop dos anos 2000, liderado por Erlend Øye – também conhecido por seu projeto folk Kings of Convenience. Vai ser na quinta (30), às 20h, na Audio.

Kabulom é o viado escolhido pelas estrelas para comandar a Rua do House no 2blackbeer, embaixo do Viaduto de Santa Tereza, convidando a icônica Aya Ibeji

Sorocaba e Campinas – Jovens Ateus e terraplana fazem show, na sexta (24), no Asteroid, em Sorocaba, às 19h, com abertura das bandas Crise e Antifavor. No domingo, A Jovens Ateus estreia em Campinas, também com a terraplana, às 16h, no Bar do Zé, com abertura da Viúva Fantasma.

Beloryhills – 🐔 Kabulom é o viado escolhido pelas estrelas para comandar a Rua do House no 2blackbeer, embaixo do Viaduto de Santa Tereza, reduto do rap, convidando a icônica Aya Ibeji, nesta sexta (24), das 18h às 22h30. “Vai ser na rua, em frente ao bar 2blackbeer, que é um bar que faz um movimento histórico de rolês de hip hop e reggae. A intenção é sempre fazer um house com amigos meus e proporcionar algo gratuito”, me conta Kabulom. Geral sentiu.

🐔 O Festival Literário Internacional – FLI BH chega à 6ª edição com o tema “Da minha língua, eu vejo o mundo”,  na Funarte MG. Na programação, homenagem especial a Maria Antonieta Cunha e destaque para nomes como Fereshteh Najafi (Irã), Lino Eustáquio (Moçambique), Ricardo Aleixo (MG), Aline Abreu (SP) e das chilenas Gabriela Mistral e Lina Meruane. O evento vai até domingo (26), com acesso gratuito e também ocupa Centro Culturais, Cine Santa Tereza e a Biblioteca Infantil e Juvenil, durante o mês de outubro. A novidade deste ano é a parceria com a Mostra do Livro Latino-Americano (MOLLA) que faz sua estreia, em Belo Horizonte, prestando homenagem ao Chile na figura da poeta Gabriela Mistral. A proposta é que a cada edição um país da América Latina seja contemplado. 

🐔 A sextante Júlia Branco lança o vídeoálbum de “Baby Blue”, dirigido por cinco diretoras incríveis, Fernanda Branco Polse, Raquel Pinheiro, Luisina López Ferrari, Maria Malpa e Paula Santos, celebrando o fim dessa era. Vai ser na quinta (30), às 19h, no Mama/cadela, com direito a pocket show. Ela já está gravando o terceiro álbum, cantando a obra de Arnaldo Antunes. Entrada franga.

🐔 Itabira – O 5º Flitabira (Festival Literário Internacional de Itabira) acontece entre os dias 29 e 2 de novembro, com o tema “Literatura, Encruzilhada e a Rosa do Povo”, na Teatro da FCCDA, em Itabira, tudo gratuito. Os autores homenageados desta edição são Conceição Evaristo, Ignácio de Loyola Brandão, Milton Hatoum e Ana Maria Machado.

Salvador – Esse é o momento da cultura drak king, com o sucesso da competição “King of drag” na TV. Nesta sexta (24), às 19h, o Kinn Spada Dance Club abre suas portas para uma noite de música, performance e muita diversão. Kinn Spada, Tonhão e Rainha Loulou recebem artistas de diferentes gerações para fazer a Casa Preta ferver. Abre 19h, começa 20h. Desejei.

Recife – O artista Cabra Guaraná, de Taguatinga (DF), é o novo nome dos mashups no Brasil e toca no Almirante, nesta sexta (24), às 22h, no Baile da Cabra, com Allana Marques, Davs,  Alexandre Urea e Miguel Mausi.

BSB – O Festival Voa acontece de sexta (24) a segunda (27), no novo Espaço Cultural Minas Tênis Clube, com The Wailers na sexta (24), Marina Lima, que só nos orgulha, Academia da Berlinda, Muntchako convida Felipe Cordeiro e Jéssica Caitano, no sábado (25), Céu, Zé Ibarra e a sextante Ana Frango Elétrico, no domingo (26).

A turnê “Esquinas e cancões” com Lô Borges e Beto Guedes, sábado (25), tem a participação de Sergio Hinds, às 20h30, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

POA O Festival Turá faz edição pros piá no Anfiteatro Pôr do Sol, em Praia de Belas, com os sextantes do BaianaSystem, Alcione, Armandinho, Fresno, Os Garotin e Ultramen, no sábado (25), Ney Matogrosso, Nando Reis, Silva, Mano Brown, Cachorro Grande, os sextantes da Dingo, e Blow Up por Claus Pupp & Mely Paredes, meu amigo Mashmya$s, da época dos mashups da Bootie Rio

Julia Mestre passa com a “Maravilhosamente bem” tour sexta (24), às 21h, pelo Bar Opinião.

Fortaleza – A Bateu promove edição de Badsista & Friends no sábado (25), no Kingston 085, com o papi sextante Badsista, Babita, Delcu (SP), Matusa e Monstrava.

Belém – A Speedtest Rave Tour passa pela primeira vez por Belém do Pará, a convite da 404 nort found, com o sextante Chediak , Antconstantino, Brunoso,, Nat/esquema, Noradrenalina, Pedro HBr e Solita.o, sábado (25), no Bar da Residência. Treme. 

Nova Friburgo 🐔 A dupla sextante Doce Delix faz show sexta (24), às 19h30, na Usina Cultural Energisa. O casalzão formado por Gabriel Alyrio e Tiago Tortora chega com sua mistura única e solar de MPB, under pop e lo-fi. Ingressos gratuitos disponíveis para retirada 1h antes do início.

Curitiba A sextante Jadsa faz show de lançamento de “Big Buraco” quinta (3), às 20h, no Teatro do Paiol, na Praça Guido Viaro.

Tour O cantor e compositor português Tiago Nacarato volta ao Brasil para sua quinta turnê pelo país e se apresenta em doze capitais brasileiras acompanhado do trompetista e conterrâneo Diogo Duque. O show passa por Belo Horizonte (MG), dia 29, Brasília (DF), 30, Goiânia (GO), 31, Fortaleza (CE), 1 de novembro, Salvador (BA), 2, Timon (MA), 5, Floriano (PI),  6, Porto Alegre (RS), 8, Florianópolis (SC), 11, Curitiba (PR), 12, São Paulo (SP), 16, Rio de Janeiro (RJ), 20, São Luís (MA), 21, e Recife (PE), 22. Ingressos aqui.

A potiguar Leoa faz pocket shows, sábado (25), em Goiânia, e no dia 1 de novembro, em Recife.

A Masterplano, de Beloryhills, está em tour nacional que já passou aqui por Jufas, no Clube Contra, pelo Trauma, no Rio, e pela festa Cretina, em Vitória, e segue na Showcase, em Salvador, no sábado (25), às 22h, com João Noguera, ManoPassas. Fiteck, Kai, Belisa e Dandarona. Em novembro, eles chegam Curitiba, dia 1, com Belisa, Carol Mattos, Jani Papoo, Rafa Mundo e Subpolo; e a Montes Claros, no dia 15, às 22h, no Ninho da Coruja, com a Abacaxi Master com o Coletivo Abacaxi com Bates, Linguini, Cava, Pedro Pedro, Fany, Tony Boy e Lagoeiro; e a São Paulo no dia 22, no Caracol Bar, com Bauretz, Belisa, Lagoeiro e Pedro Pedro. Pra tudo se acabar no Festival de Dez Anos da Masterplano, dia 10 de dezembro, em Beloryhills, com um line up de abalar, com Duda Beat, Anderson Noise, Chediak, DJ Kingdom, Linguini, Paira, Supololo, Tarja e grande elenco.

Seun Cuti e Egypt80 fazem show na quarta (29), às 19h, no Infinu Comunidade Criativa. Na quinta, estarão no Rio, na Kingston Club, às 19h. No sábado (1), às 18h, estarão no Bar Buena Onda, em Floripa.  E ainda passam por Curitiba, no Tork n´Roll, no dia 2, às 19h, e por Porto Alegre, no dia 5, às 19h, no Grezz.

Halloween – Quem atende bem atende sempre e a dupla sextante Cyberkills faz Halloween no Clube Contra da gente, nesta sexta (24), às 23h. No sábado (25), tem Club Shy.

🐔🎃 A Súbita Horror Show 🎃 está de volta à sua casa, o cenário perfeito do Museu Ferroviário, aonde aconteceram as melhores edições, depois de um ano distante, neste sábado (25), das 15h às 20h, completamente degrátis 🐔. No line up, Kureb e Reolli e Emuni e Ana G, performances de Alice Ruffo e Sarah Adod e cenários de Fael. Só não vai quem já morreu.

No Rio, A trupe do Circo de Horrores da V de Viadão faz uma noite freak de Halloween com DJs como Educastelo e Pambelli, show do kingo sextante Dornelles, visuais e performances aterrorizantes de Organzza e Chanel, para dançar até o sol iluminar as monstras na pista, no sábado (25), às 23h, no Sacadura 154.

Na sexta (24), Discodeine & Cubensis convidam para uma Hollow Trip no Centro do Rio, aos cuidados de 13 artistas da cena underground carioca, como Glau, Alucasdotropicosul b2b Deseo, SpaceK b2b Gustabyy, Phil, NA740 b2b Mau dos Anjos, Akai b2b Jacquelone, Nora b2b Mariah e Lebanese Alchemist. 

No Recife, na sexta (24), tem Showmentaum de Halloween com a sextante Clementaum, Filipe Guerra, Idlibra, Geni b2b HB, Gabnaja b2b Vands na Resenha 640, no Arruda.

O clima sombrio do dia das bruxas e a vibe gostosinha do brega se unem no Hallowbrega, a festa de Halloween mais bregosa, no Recife, no Estelita. O comando do breguinha macabro fica por conta dos DJs set de Babilônia, Santos DJ e Marley no Beat, no sábado (25), às 23h.

Meu Deus, Gozânia, não vai ser fácil segurar a barra nesta sexta (24), às 22h, na Seiva Seiva, na Club Kids com Katy da Voz e As Abusadas, Rafa Maia, Laza, Mellody Queen e Alírio no line-up.

O Hallowlate! com Irmãs De Pau  rola em Belém, no sábado (25), às 21h, no Barka Eventos.

A Brutus faz a segunda edição de Halloween sábado (25), às 23h, no Estúdio Lâmina com os DJs residentes Oscar Bueno, Alexandre Bispo e Vini Rocha e, recebendo o convidado Johnny Bigu.

Em São Paulo, Pabllo Vittar e Katy da Voz e as Abusadas, que lançam nesta sexta seu segundo álbum, “A Visita”comandam o Halloween da Pabllo, Alice:Madness, sábado (25), às 23h, na Vibra São Paulo.

A NextTween rola no sábado (25), no Vip Station, em Santo Amaro, em São Paulo, com o kingo carioca sextante Puterrier, que também será atração da edição carioca, no dia 8. Essa é maior festa de K-Pop do mundo e passou por dez cidades, restando ainda Porto Alegre (31),  Uberlândia e Goiânia (15) e Brasília (22). Puterrier e k-pop? Fui conferir com a produção: A relação dele com o K-Pop, na verdade, nasceu aqui no X, entre as fãs, algumas dizem que ele é o J-Hope brasileiro (um artista do BTS), e acreditamos que seja muito por seus carisma, música, estilo e por levantar bandeiras com as quais as fãs se identificam”. me contaram, pelo X da produtora.

Premiação – O Music Video Festival Awards 2025 abriu inscrições profissionais e artistas com videoclipes lançados entre 4 de novembro de 2024 e 30 de novembro de 2025. São 24 categorias de premiação, sendo 20 categorias nacionais, 3 internacionais (com músicas de artistas estrangeiros ou brasileiros radicados no exterior), e uma em que serão aceitos trabalhos nacionais e estrangeiros. As inscrições são online até o dia 30 de novembro.

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Playlist com as novidades musicais da semana, que consolida às 2h da sexta. Todas as playlists de 2024, 2023 2022, 2021 e 2020 nos links

Para melhores resultados, assista na smart TV à playlist de clipes com Mari Froes, Empress of, Kim Petras, Lisa O’Neill, Zemfira, Charlie Puth, Jacob Collier, Ruel, Miles Kane, Clementaum + MC Erikah, Gab Ferreira, Léo Santana, Animal Collective, OutroEu, Tame Impala, Cafuné, Ashnikko, mgk, Sleaford Mods + Gwendoline Christie + Big Special, Enri Laer, Jáder e Supercombo 

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