Sexta Sei: O emo caipira mostra que o rock sabe como sofrer no álbum de estreia dos mineiros da banda Memórias de Ontem

Com uma guitarra linda que quase chora, trio mostra a faceta do interior do rock triste

por Fabiano Moreira
sextaseibaixocentro@gmail.com

Stills do vídeo de “Translúcido” com Camila Nolasco (baixo), Gabriel Campos (guitarra e vocal) e Alice Eskinazi (bateria). Foto: Igor Monte

Costumam dizer que coisas boas vêm em duplas. Desde que entrevistei a mineira Clara Bicho, 24 anos, ela passou a me mandar também sugestões do som de seu irmão gêmeo, o cantor, guitarrista, compositor e gentleman Gabriel Campos, do trio Memórias de ontem, que ele forma com as irmãs gêmeas Alice Eskinazi (bateria) e Camila Nolasco (baixo), 23 anos, e que acaba de lançar o belo álbum de estreia, “Translúcido”. Não, caro leitor, não estamos vendo tudo dobrado, apenas gêmeos talentosos desdobrando o estilo emo caipira, ou rock triste, em canções com lindas guitarras que levam à reflexão em clipes-cabeça com referências do mundo da arte. “Esse nome “rock triste” não é algo do qual eu gosto 100%. É um nome que tem muito sentido, porque o rock tem isso mesmo de saber sofrer, mas, se eu parar pra pensar, a música não me traz tristeza, pelo contrário. A música só me trouxe amigos e me traz muitas experiências boas. Mesmo quando eu faço uma música triste, vira um desabafo, o que pra mim acaba trazendo sentimentos bons.  O “emo caipira” tem algo mais  brasileiro, algo que eu pessoalmente gosto mais. ”, reflete Gabriel, no nosso papo por e-mail. Depois que Clara gravou duas canções com o sextante Rogério Skylab, “Acontecimento” e “Fui por aí”, em “Trilogia da putrefação – volume 1”, questionei quando vem aí o álbum dos Irmãos Bicho, que não sou a Marina Lima, mas espeeeeeeerooooo “Acontecimentos”. “Vamos começar a gravar a primeira música no dia 29 e, depois, vamos gravar a segunda. Vão ser, inicialmente, duas músicas, uma minha e outra dela, e a ideia é lançar primeiro as duas ao mesmo tempo, igual  Sophia Chablau e Felipe Vaqueiro fizeram. Depois, queremos gravar o restante das músicas, e o sonho é tentar lançar por um selo grande para gerar mais visibilidade, sabe?”. É, só nos resta aguardar.

Moreira – Eu gosto de como vocês formatam a banda de maneira bem intelectual, “cabeçuda”, quase acadêmica, a primeira sugestão que eu recebi tinha um clipe lindo, “Quase lá”, fazendo referência a Marina Abramovic e Ulay, não é algo que chega aqui todo dia. Vocês fazem rock de uma maneira bem intelectual? 

Gabriel Campos (voz e guitarras) Não tenho pretensão de fazer algo muito intelectualizado, algo “cabeçudo” demais, porque no fundo seria artificial pra mim. Todas essas referências que vão saindo são naturais pra gente. Tenho até um pé atrás com coisas que buscam parecer rebuscadas demais, porque isso pode dizer muito do ego das pessoas, sobre como queremos ser vistos: às vezes estão tentando parecer ser um Chico Buarque, sendo que provavelmente não são. Isso não é um problema necessariamente, mas não é algo que eu valorizo. Sobre o clipe, ficamos felizes que tenha gostado! Temos que dar os créditos que à referência à Marina Abramovic e ao Ulay foi da diretora, Mariana Barbosa. A gente tinha passado para ela antes muitas referências estéticas e acabou que ela entendeu bem as coisas das quais gostamos e lembrou dessa performance bem famosa. Já conhecíamos essa performance, inclusive a Clara, especificamente, é muito fã da Marina Abramovic há muitos anos.

Camila Nolasco (baixo) – Compartilho muito da ideia do Gabriel de que não estamos tentando fazer algo muito cabeça ou muito intelectual necessariamente, até porque, pra mim, o rock e a música são muito melhores quando conseguem ser populares, conseguem tocar mesmo as pessoas e fazer com que elas se relacionem de um jeito único com o que estamos tentando dizer. Acho que nada no álbum tem uma interpretação certa ou errada também, é muito o que cada um quer sentir com aquilo que colocamos na frente delas – ou no ouvido delas. O clipe de “Quase lá” foi quase que uma experiência performática pra nós também, tivemos que andar tanto que acabamos sentindo na pele um pouquinho da performance da Marina Abamovic.

Gabriel Campos (guitarra e vocal)
Alice Eskinazi (bateria)
Camila Nolasco (baixo)

Moreira – Esse conceito do rock triste é muito bom. Já começa bonito pelo nome e segue pelas canções, pois o rock, como bom maldito, sabe sofrer. Me contem mais sobre esse sentimento, acho que não chega a ser um estilo, né, que tem inspirações no shoegaze e no hard rock e que tem como ícones Vitor Brauer, da Lupe de Lupe, que, como Gabriel, é do selo-coletivo Geração Perdida de Minas Gerais, gorduratrans (amo), Ombu, Def, Raça (amo), eliminadorzinho (amo), Fernando Motta (amo).O conceito “Emo Caipira” também é de morrer por  🫶🏼. “O meu amor tem camadas ” 🎵

Gabriel –  Esse nome “rock triste” não é algo do qual eu gosto 100%. É um nome que tem muito sentido, porque o rock tem isso mesmo de saber sofrer, mas, se eu parar pra pensar, a música não me traz tristeza, pelo contrário. A música só me trouxe amigos e me traz muitas experiências boas. Mesmo quando eu faço uma música triste, vira um desabafo, o que pra mim acaba trazendo sentimentos bons. De qualquer forma, eu entendo: é um termo que, pelo o que eu sei, foi criado pelos fãs, principalmente dessas bandas que você citou, e já é uma coisa que, se não me engano, já tem mais de dez anos. É um nome que já carrega uma bagagem e nomes não precisam ser perfeitos. Acontece que, desde quando eu gravei meu primeiro álbum  (que posso dizer que é um álbum de “rock triste”), “12 meses” (2020) há uns três anos, eu vejo que já era uma coisa que me parecia estar perdendo força. Hoje a gente vê o “emo caipira” crescendo e menos pessoas dizem estar fazendo “rock triste”, o que não é ruim nem nada, é só o que é mesmo. Gosto do “emo caipira”. Muita gente fez e ainda faz shoegaze no Brasil e shoegaze é uma música, querendo ou não, muito gringa. O “emo caipira” tem algo mais  brasileiro, algo que eu pessoalmente gosto mais. 

Camila – Mesmo com aquele meme “não quero mais saber de depressão e coisas pra baixo no rock’n’roll hoje em dia!”, eu acho que grande parte do rock é dialogar com assuntos que podem ser tristes. Penso que o principal do álbum é tornar ele único pra quem escuta, quero que sejamos uma trilha de fundo para os devaneios dos ouvintes, para que eles coloquem e insiram suas próprias memórias no significado da música – se elas são tristes ou não, vai de cada um.

Alice Eskinazi (bateria) – Penso que é um pouco disso que o Gabriel e a Camila falaram. Nós compomos as músicas a partir de nossas experiências, nossas memórias, mas também esperamos que elas se relacionem com a singularidade do nosso ouvinte – e que eles teçam seus próprios significados. 

Linda capa do ilustrador Yuri Ambrózio

Moreira – Quanto mais triste, mais a guitarra chora? A guitarra do álbum de vocês é impressionante, quais as inspirações para guitarra triste do Gabriel? Ela chega a criar imagens, muralhas imaginárias, paredões, a gente ouve despencando, a alma quase que vai risos. 

Gabriel – Acho que os timbres que eu coloco nas guitarras são muito influenciados pelo “rock triste” e, principalmente, pela Lupe de Lupe, mesmo que eu não pense sobre isso. É coisa de influência mesmo. Lembro de ver o Vitor Brauer montando as coisas pra gravar e eu parando para pensar: “Tenho que prestar atenção em como ele grava essas guitarras pra depois eu conseguir gravar sozinho também”. No final das contas, nem igual a ele eu gravo, porque eu gravei todas guitarras em linha e pelo o que eu sei, ele não grava em linha não, o que dá uma diferença. Uma coisa que eu percebo é que meus solos são sempre muito “certinhos” e “desenhadinhos”: eu não sei fazer aquele solo muito sujo e maluco tipo os que o Kurt Cobain fazia. Eu queria saber fazer, porque Nirvana foi minha banda da adolescência (e até de hoje em dia às vezes), mas bom que eu faço do meu jeito. Em algumas músicas eu tentei “sujar” o solo um pouco, como na primeira, “Pra gente se beijar e esquecer a dor”), mas é o máximo que eu consegui. Tem um solo que eu adoro que é o de “Vontade” do álbum “Quebra-Asa vol. 1”, de Fernando Motta, Vitor Brauer e Jonathan Thadeu. O solo de “Quase Lá”, que é o mais bem tocado, quem gravou foi meu amigo há uns dez anos e também meu professor de música, Marcelinho Xamã. Eu mandei a ideia pra ele, e algumas coisas ele manteve, e outras, ele transformou completamente. 

Moreira – Me contem como rolaram as participações de artistas neste trabalho, como Marília Jonas (Jonabug), João Carvalho (El Toro Fuerte),  Clara Bicho e Clara Borges (Paira). A colaboração é uma característica da geração de vocês, né? Assim como Clara e Gabriel são gêmeos, Alice Eskinazi (bateria) e Camila Nolasco (baixo) também o são. Quais as influências dessas relações no trabalho de vocês, gêmeos pensam e sentem de maneira integrada e compartilhada? Deve ser muito doido. Falando nisso, já temos datas e mais informações do projeto “Irmãos Bicho”? Todo um País esperando.

Gabriel – Sobre a Marília, eu tive a ideia da música por conta de um post que ela fez no Twitter, que era algo tipo “Não sei o que eu vou fazer se minha banda não der certo”. Acho que eu respondi algo como “Mas já deu certo”, porque eu gosto do som da Jonabug e, no final das contas, “dar certo” é algo de você estar satisfeito com você mesmo. Claro que todos nós queremos atingir cada vez mais gente como a gente com nossas músicas, tocar em lugares legais e conhecer pessoas novas. Isso é “dar certo” pra mim, mas, pra isso, a gente precisa não só fazer a nossa parte, como também estar no “lugar certo na hora certa”. A música “Quase Lá” tá nesse contexto. Então, eu mandei a música para ela e perguntei se ela animaria cantar o segundo verso, um refrão e outros detalhes. Iríamos dividir assim, mas ela teve um imprevisto e não conseguiu participar da gravação do clipe, então achei que ficaria esquisita a divisão original, então achamos melhor ela ficar nos backings, porque eu queria muito que ela participasse de alguma forma. Eventualmente, quero dividir outra música com ela, porque sou fã do trabalho dela. Sobre o João, admiro o trabalho dele há um tempo. Quando eu tinha uns 16/17 anos, fui no show de lançamento do último álbum da El Toro Fuerte e pedi pra tirar uma foto com ele, uma foto de fã. Eu fui conhecendo também o trabalho solo dele, como Sentidor, que é uma coisa muito bonita mesmo. Eu não sei descrever, mas esse projeto dele tem um som meio experimental, meio da natureza, meio bonito demais. É isso, a música aproxima as pessoas. Ele, inclusive, mixou todas as músicas do álbum e, por conta que eu e as meninas sentimos que estava faltando algo em “Translúcido”, perguntei se ele poderia participar da música fazendo aquelas intervenções malucas e bonitas que ele faz, então ele fez. O trabalho dele como Sentidor me passa umas imagens que combinam com a mensagem da música também, algo “transparente” em todos os sentidos, tipo uma água que corre num rio. A Clara, minhã irmã, entrou em “Translúcido” pelo mesmo motivo: por conta de estar faltando algo na música, um algo a mais. A música estava ficando repetitiva, então com ela entrando no último refrão ficou bem melhor. Também tem o ponto de que o tema da música faz muito sentido pra ela também, então as duas coisas se encaixaram. Também já tinha passado da hora de eu e minha irmã termos uma gravação com o nome dos dois.  Já a Clara da Paira é nossa amiga há uns bons anos já, antes de qualquer um de nós começar a lançar música mesmo, e ela é designer. A gente precisava de alguém para ajudar com as capas dos singles, então pensei nela. Ela já fez quatro capas pra gente. Já a capa do álbum não foi com ela, foi com o ilustrador Yuri Ambrózio, outro amigo nosso, porque acho que os desenhos dele combinam com o som. Acho que a gente tem muito isso de colaborar sim, mas é algo natural. Somos todos amigos. Escrever e gravar é um processo muito solitário, então o que der pra compartilhar com outras pessoas em todo o processo que envolve uma música torna as coisas mais legais. Sobre a questão de gêmeos, o fato de eu ter uma irmã gêmea fez com que a gente passasse por muitas etapas da vida ao mesmo tempo, mas eu conheço alguns gêmeos bivitelinos como nós que não são tão próximos entre si como eu e ela. Acho estranho isso. Por conta disso, eu vejo que não é só uma coisa de gêmeos não, é uma coisa de cada pessoa. Vejo que Alice e Camila também têm essa proximidade. Tenho um pensamento de que nós que somos gêmeos aprendemos desde pequenos a compartilhar as coisas, porque sempre tivemos que dividir tudo um com o outro (até o aniversário). Apesar disso, eu sinto que nós três somos bem introspectivos nesse processo da música. Eu, pelo menos, sou uma pessoa bem introspectiva criativamente, no sentido de que, como música é algo bem pessoal pra mim, eu até hoje nunca dividi uma letra com ninguém, por exemplo. Por fim, o “Irmãos Bicho”, meu projeto e da Clara, já está andando sim. Vamos começar a gravar a primeira música no dia 29/09 e, depois, vamos gravar o segunda. Vão ser inicialmente duas músicas, uma minha e outra dela, e a ideia é lançar primeiro as duas ao mesmo tempo, igual a Sophia Chablau e o Felipe Vaqueiro fizeram. Depois, queremos gravar o restante das músicas, e o sonho é tentar lançar por um selo grande para gerar mais visibilidade, sabe? Em novembro (14 e 15), vamos fazer nossos primeiros shows fora de Belo Horizonte. Vai ser em São Paulo, mas ainda não será um show do projeto “Irmãos Bicho” (quem sabe ano que vem?). Estamos muito animados com tudo!

Alice: Acredito que nossa relação, minha e da Camila, até que teve uma influência na nossa música. Nós somos univitelinas, gêmeas idênticas, e sempre fomos muito próximas, sempre tivemos gostos muito parecidos, para não falar iguais. É até engraçado que ela toca baixo e eu toco bateria, dois instrumentos que andam de mãos dadas. Curtimos as mesmas músicas, temos o mesmo estilo, e sinto que isso reflete um pouco em como construímos nossos arranjos pro álbum. Apesar de, como o Gabriel mencionou, sermos bem introspectivos no processo da música, nossas partes sempre se alinhavam muito bem. 

Camila – O mais engraçado disso tudo é que nem foi algo planejado, um dia, no ensaio, pensamos sobre e falamos é verdade… Somos uma banda composta por gêmeos. Acho que, por conta disso e por termos vivências parecidas, nos demos muito bem desde o começo. Quem é gêmeo sabe, é uma experiência de vida muito doida.

Fotos: Arthur Lahoz

Moreira – Achei muito tocante, no release, a descrição de que as músicas são sobre situações de desconforto em vários aspectos da vida, mas procurando tirar algo de bom disso. É uma forma de terapia? Falar ajuda demais. A música ajuda a vencer o mal?

Gabriel – Com certeza, é uma forma de terapia. A música é sentimento e pra mim até as músicas tristes me trazem algo de bom. Fazer uma música sobre situações ruins me faz bem, porque é uma forma externalizar isso, é uma forma de extrair algo de bom de algo ruim. Eu não sei se ajuda a vencer o mal não… depende do que seria o “mal”. Música é uma experiência muito individual e, com certeza, ajuda a gente a lidar com as coisas ruins que acontecem com a gente, mas cada um tem uma experiência diferente com música. Se o “mal” for algo dentro de você, aí com certeza, mas se for algo externo, não sei. A música tem uma capacidade de te afetar individualmente, seja compondo, tocando ou escutando. 

Alice – Concordo com o Gabriel, acho que a música é uma forma de falar, de externalizar, de desabafar. Isso tanto pra gente que compõe, que toca, quando pra quem escuta, e espero que quem escute o álbum consiga também sentir aquele alívio que a gente sente quando joga tudo pra fora. Pra mim, pessoalmente, tocar bateria é terapêutico, e eu senti bastante isso compondo o álbum, principalmente as músicas mais pesadas. 

Camila – Minha terapeuta já chegou a comentar comigo sobre essa ligação entre música e o meu bem estar pessoal, chegou a quase recomendar medicamente que eu toque baixo regularmente. Acho que a música é uma expressão tão crua, mesmo que você ensaie mil vezes a mesma passagem, se você estiver triste no dia, vai tocar tristemente, se estiver ansioso, pode até acelerar o tempo sem querer, se tiver feliz, vai inventar alguma coisa espontaneamente ali. Mas acho que tocar sempre me fez sentir tão mais confiante, tão mais eu de um certo modo, é até difícil explicar pra alguém que nunca tocou – principalmente em conjunto com outras pessoas – o que é estar ali sentindo aquela energia. Espero que tenha conseguido passar um pouco de mim nas linhas de baixo nesse álbum.

Abaixa que é tiro!💥🔫

Zepelim e o Sopro do Cão em fotos de Caio Fernandes

Na playlist sextante da última edição, passou por aqui “Derramaro o gai Pt. 2”, da banda Zepelim e o Sopro do Cão, de Campina Grande (PB), single  anti-imperialista que relaciona guerras e recursos naturais, retomando uma frase de Luiz Gonzaga em “Derramaro o gai” nesse rap com peso de rock. Nesta sexta, além de um clipe porrada para a faixa, que mistura animações digitais, rotoscopia impressa, sobreposições e processamentos,  chega o segundo álbum cheio Arquibancada Sol”, pelo selo DoSol, com produção de Alexandre Capilé (Sugar Kane), sucedendo a estreia com “Caranguejo de açude” (2024). O espírito anticapitalista vem impresso na belíssima capa feita a quatro mãos com o guitarrista solo Dede Guima e sua mãe Erika Cabral, que relêem “Os operários”, de Tarsila do Amaral, partindo da ideia de uma arquibancada, concebida como um espaço de diversidade, onde personagens, referências e conceitos do disco se sobrepõem em linguagem lúdica e manual. Chique

Com dez faixas, o disco conecta crítica social e memórias do Nordeste a uma sonoridade marcada pela fusão entre hardcore, punk e rap, trabalhando a ideia de resistência e coletividade em meio à precariedade. Uma pedrada. Musicalmente, “Arquibancada Sol” consolida a fusão de referências que já apareciam no primeiro trabalho da banda: o rock brasileiro dos anos 1990 — Planet Hemp, Raimundos, Chico Science & Nação Zumbi — dialoga com influências internacionais de diferentes épocas, como Refused, Fugazi, Rage Against the Machine e Beastie Boys, além de nomes contemporâneos como Turnstile, Fontaines D.C. e Amyl and the Sniffers. O álbum tem shows de lançamento em Campina Grande (PB), dia 4, Natal (RN), dia 5, João Pessoa (PB), dias 11 e 18.

Jufas - Leo Ribeiro está na área e promove evento com venda de quadrinhos sem balões e gravuras em risografia
“O Silêncio das Ostras”, de Marcos Pimentel, aborda a realidade de quem vive à margem da mineração no Brasil
Guto Brant faz show por Jufas e pelo Rio
Felipe de Oliveira em autorretrato análogico faz show cantando o repertório de Sérgio Sampaio
Excelência hip hop com o mestre DJ Negralha
O cantor carioca EmmΔno
Caio Luccas é artista de trap do selo Nadamal, de Filipe Ret
Beloryhills - A Bala acontece na Lab.BH, com a super produtora Th4ys
Rio - Excelência mineira com “Hilda Furacão, a Ópera”, baseada no romance de Roberto Drummond, da Orquestra Ouro Preto. Foto: Rapha Garcia
O Festival Rocky Spirit, o maior festival de documentários sobre vida ao ar livre do Brasil, acontece no Posto 10, em Ipanema
Danielle Winits na instigante imagem para o solo dirigida por Gerald Thomas. Foto: Robert Schwenck
Tem Matanza Ritual no Circo Voador
No Sinédoque, “Fidéle”, de Yorrana Maia, sobre a escritora goiana Rita Araújo, de 92 anos de idade
Em “Rezbotanik”, de Pedro Gonçalves Ribeiro, Rezmorah busca refúgio no Jardim Botânico de Lisboa depois de festas com drogas e sexo sem fim para reflexões queer, no Sinedoque
Festival do Rio em 2024 no Cine Odeon. Foto: Davi Campana
Sampa - Dani Bessa comemora um ano de "Hiperdrama" na Casa Rockambole
Ana Frango Elétrico, que acaba de gravar com, Marcos Valle, em foto de Baraúna, faz show na Audio encerrando a turnê do último álbum
Kacey Musgraves leva country para a Audio
De La Soul toca em Sampa e em Curitiba. Foto: Robert Adam Mayer
O Revelando SP reunirá 191 participantes de 108 municípios, incluindo 82 de artesanato, 58 de culinária e 51 manifestações culturais, com desfile de bonecões gigantes e encontro de congadas e moçambiques no Parque do Trote, na Vila Guilherme.
Devagar, depois da pressa, Almir Sater em show gratuito na Zona Norte. Foto: L.R. Parodi
Que v*ado bunito: Dacota Monteiro apresenta o espetáculo solo de comédia, cabaret e burlesco “DaCota: Gala&Glamour”
"Lá na zárea..." a gente só quer ouvir o Mateus Fazeno Rock. Foto: Jorge Silvestre
Revelação do indie pop, a cantora britânica Rachel Chinouriri se apresenta pela primeira vez no Brasil em único show em São Paulo
SSA - DJ Raiz toca com Mombojó. Foto: Fernando Gomes
Tour - Os estadunidenses da Avenged Sevenfold passam por Curitiba e São Paulo. Foto: Brian Cattelle

Jufas – Meu grande amigo e imenso artista sextante Leo Ribeiro está passeando pelo Brasil e nos convida a uma exibição e venda do seu trabalho virtuoso em dois formatos: pequenas publicações de 16 páginas de histórias em quadrinhos experimentais sem balões, edição limitada, numerada e assinada e também gravuras em risografia, feitas em uma copiadora japonesa dos anos 80, o que resulta em cópias diferentes, com variações de cor e textura. Os desenhos são inspirados no entorno da sua casa, na Noruega, em um antigo bairro operário, perto do mar, com cais, casas de barco. “São os reflexos da água. Coisas que vejo no caminho até o atelier”, contou, no nosso grupo de WhatsApp, que é animadíssimo, um fervo. Dá para acompanhar o processo pelo Insta dele. Vai ser nesta sexta (26), às 18h, no Espaço Contemporão, no dia 16 de outubro, no INCC Café, em Beloryhills, e 23 de outubro, no Bar do Serginho, em Santa Teresa, no Rio.

O premiado filme “O silêncio das ostras”, do diretor e roteirista sextante Marcos Pimentel, tem exibição neste sábado (27), às 15h, só chegar, no Museu de Arte Murilo Mendes (MAMM).

O talentoso Guto Brant, de Belo Horizonte, de quem já falei aqui, está em tour do álbum “Falanti”, ainda inédito, que passa pelo Maquinaria, na sexta (26), às 20h, com a Roxo Camaleão, e pelo Rio, na Audio Rebel, no sábado (27), às 20h, com as participações luxo de Julia Guedes, Rubinho Jacobina e Mihay. Chique. No Maquinaria, no sábado (27), às 20h, tem noite de brasilidades com o cantor e compositor Heberte Almeida, de BH,  e o trio juiz-forano Outro Domingo.

O talentoso e simpático Felipe Oliveira vem a Jufas fazer o show de lançamento de “Velho bandido”, no qual interpreta, com sua bela voz, o repertório de Sérgio Sampaio, como resenhei aqui.  Vai ser no sábado (27), às 20h, no Tenetehara. Imperdível.

Gosto sempre de ficar atento ao que o Marcos Marinho está fazendo, estou nessa há uns 30 anos, e tem dado muito certo. Sua Companhia Mezcla nos presenteia com um espetáculo em forma de desfile-performance teatralizado, “Imagens do Invisível”, com 26 máscaras deslumbrantes feitas por ele em filó bordado e atravessado por fios variados, como lã, barbante e cobre, que misturam artes plásticas, o drama do teatro clássico e fragilidades sobre transparências. “Desde os anos 80, estudo a representação dos deuses, dos mitos. Já fazia teatro quando ganhei uma máscara de tela de arame no Rio, de bate-bola, dos subúrbios da capital e de outras cidades do interior do estado do Rio. Na pandemia, encontrei minhas máscaras, estragadas pelo tempo, e as refiz, com materiais que encontrei ao redor”. As apresentações, com ingressos gratuitos disponíveis 1h antes, acontecem domingo (28), na Galeria do Teatro Pró Música, às 20h, quarta (1), Instituto Federal Campus, às 19h, e no domingo (5), na Escola de Samba União das Cores (19h). Classificação: imperdível.

O espetáculo-ritual “Seu Zé”, da produtora Axé Deles, sobre o Zé Pilintra, retorna ao palco do Teatro Paschoal Carlos Magno para uma apresentação no domingo (28), às 19h.

Negralha, importante DJ da cena black carioca, que atuou com a banda O Rappa, é atração da Cazco Sessions, sexta (26), às 21h, no Beco, com shows de reggae com Rafael Cardoso, banda Reggae Feelings, o cantor carioca EmmΔno e som com o DJ Marcelo Castro.

O trapper Caio Luccas, do selo Nadamal, de Filipe Ret, faz show no sábado (27), às 23h, na Funk You, na Privilège, em noite com som do DJ LT.

O Exo comemora aniversário no domingo (28), às 16h, com edição da Jungle Fever X 244 Radio, com os residentes EverBeatz, HRKN, Starbaby, GG e Roko e os convidados Holmes e MC Dhada.

BeloryhillsA Bala acontece na sexta (26), às 22h, na Lab.BH, com a super produtora Th4ys, cujo álbum de estreia, “Gira Mundo”, resenhei aqui, e os DJs Paranoia, Jahi Amani, Bebela Dias recebendo a cantora Mariana Cavanellas, Linguini b2b D.a.n.v_.

“Umbanda, ao vivo”, novo disco do mestre Mauricio Tizumba, com um registro afetivo de músicas da infância gravadas pela primeira vez, terá show de lançamento gratuito, sábado (27), às 19h, no Teatro Francisco Nunes.

Tangolo Mangos, Cayena e Salmão Elétrico tocam no domingo (28), às 16h, no Estúdio Central

RioTheo Bial canta Chico Buarque nesta sexta (26), às 19h, no Dolores Club

O festival Doce Maravilha acontece de sexta (26) a domingo (28), no Jockey Club da Gávea, há ingressos disponíveis para os dias 26 (Forfun, CPM22 convida DiFerrero e Gee Rocha) e 28 (Zeca Pagodinho convida Alcione e Martinho da Vila, Liniker celebrando um ano de “Caju”, Amaro Freitas e Priscila Senna, Nando Reis e Samuel Rosa, Melly convida Rashid, Pretinho da Serrinha convida João Bosco e Paulinho Moska, Delacruz celebra MC Marcinho, Jards Macalé, Biltre e DJs). 

“Hilda Furacão, a Ópera”, baseada no romance de Roberto Drummond, da nossa Orquestra Ouro Preto, tem apresentações sábado (27), ás 20h, e domingo (28) , às 18h, na Cidade das Artes, com música e libreto originais de Tim Rescala.

A formidável banda Afroribeirinhos chega no Calçadão Cultural da Harmonia para mais uma noite de muita dança e sorrisos, numa celebração Amazônica Popular Brasileira, no sábado (27), às 21h, com Manas do Norte convidando os DJs Gabi Matos (PA/GO), Botto (AM) e a DJ residente Bôta (PA). O evento é gratuito, de rua, só ir e ser feliz.

O Festival Rocky Spirit, o maior festival de documentários sobre vida ao ar livre do Brasil, acontece no Posto 10, em Ipanema, com uma seleção incrível de filmes, música e “pé na areia”, como canta Julia Vargas nessa versão do Marcelinho da Lua, atração musical do domingo (28), a partir das 16h. Às 17h, rola a programação dos filmes, no sábado (27) e no domingo (28). Todos os filmes chegarão ao streaming de 3 a 19 de outubro.

A banda Anacrônicos faz show de lançamento de seu segundo EP, “(isso não é o) Lado B”, no sábado (27), às 19h30, no La Esquina, na Lapa, com a Melvin & os Inoxidáveis que eu gosto.

Matanza Ritual lança o álbum “A vingança é meu motor”, sábado (27), às 20h, no Circo Voador, com os sextantes da Eskröta e Hatefulmurder, pro pau comer legal.

O Funk Room rola na sábado (27), às 22h, na Sacadura 154, com FP do Trem Bala b2b Ramon Sucesso, Zigão b2b Puterrier e Bia Marques. 

A 5ª edição da Sinédoque – Festival nacional de documentários curtos, acontece de 24 a 28 de setembro, totalmente gratuito, exibindo 30 filmes das cinco regiões do Brasil no Estação NET Rio 5 e no Estação NET Botafogo 2. Em “Rezbotanik”, de Pedro Gonçalves Ribeiro, Rezmorah busca refúgio no Jardim Botânico de Lisboa depois de festas com drogas e sexo sem fim para reflexões queer. Em “Fidéle”, de Yorrana Maia, Rita encontra a paixão pela escrita após os 60 anos, atividade que começou como uma terapia para o luto da morte do marido, retratando a história de Rita Araújo, uma escritora goiana de 92 anos de idade.

Entre os dias 2 de outubro e 2 de novembro, o Teatro Copacabana Palace será tomado por uma experiência única: “Choque: Procurando sinais de vida inteligente”, com Danielle Winits sob direção de Gerald Thomas.

O 27º Festival do Rio, o maior encontro de cinema da América Latina, acontece de 2 a 12 de outubro de 2025, com 75 longa-metragens e quatro séries nacionais. A seleção inclui filmes premiados no Festival de Cannes, como “O Agente Secreto”, e outros destaques, como “A vida de cada um” e “Cyclone”, em diversas salas pela cidade. 

SampaParece que foi ontem, mas já tem um ano que o querido e talentoso Dani Bessa lançou o álbum “Hiperdrama”, e vai ter show de comemoração, nesta sexta (26), às 21h, na Casa Rockambole, com Os Pecados Tropicais.

Os sextantes da Caco/Concha fazem show na Porta Maldita, sexta (26), às 20h, com Kabeça Cheia e Nevoara.

Também na sexta (26), a Selvagens à procura da lei faz show da tour “Pra recomeçar”, às 19h, no Bar Alto, com abertura da Sound Bulllet. No sábado (27), às 19h, eles tocam em Sorocaba, com a Véu Sublime.

Raça Negra faz shows sexta (26), e sábado (27), às 20h, no Espaço Unimed.

A sextante Ana Frango Elétrico encerra a turnê de “Me chama de gato que sou sua” com show sexta (26), às 20h, na Audio. A casa recebe Kacey Musgraves, ícone do country estadunidense, no domingo (28), às 20h, e De La Soul e sua mistura de psicodelia, soul, rock e hip-hop  na quinta (2), às 20h. O De La Soul ainda faz show extra no dia 3 de outubro, no Canto das Pedras da Pedreira Paulo Leminski, às 18h, em Curitiba.

Arrigo Barnabé visita Itamar Assumpção, sexta (26) e sábado (27), às 20h, na Casa de Francisca.

No sábado (27), às 12h, no Largo do Arouche, acontece a concentração para a 8ª Marcha do Orgulho Trans de São Paulo, território de afeto, visibilidade e transformação.

Um dos sextantes mais sextivo, pois sextante e divo, Leo Cavalcanti volta a ritaleezar com o show “Um Rito para Rita”, sábado (27), às 19h, no Teatro da Rotina.

Chico César faz show, sábado (27), às 21h, na Casa Natura Musical. No domingo (28), é a vez do sextante Mateus Fazeno Rock, às 19h. A sextante mãeana canta JG nos dias 1, 2 e 3, às 21h.

O  Baile do Treze faz mais uma noite histórica no no sábado (27), às 22h, na Praça da Bandeira, com Tasha & Tracie e LPT ZLATAN como convidados e Blackat, Ces RV, LiveA, Caio Santos e Peroli.

No sábado (27), tem Brutus no Estúdio Lâmina, às 23h, com Alexandre Bispo, Oscar Bueno e Vinni Rocha.

Tudo vai dar Sesc – Ritchie faz show sexta (26), às 20h, no 14 Bis; a virtuosa e gentil Fernanda Porto canta Lulu Santos, quanta fofurage reunida, na sexta (26), às 20h, no Guarulhos; o show “Eternamente Gal” tem Carlos Navas, Patricia Marx, Verônica Ferriani e Vânia Bastos, sexta (26), às 20h, no Mariana; Uli Costa & Sandália de Prata na sexta (20h30), no Belenzinho; Lívia Mattos, na sexta (26), às 20h, no Santana; Dexter sexta (26) e sábado (27), às 21h, no Pompeia; o Grupo Nave-Mãe faz homenagem a Hermeto Pascoal, sexta (26) e sábado (27), às 21h, no Belenzinho; Curumin faz shows sábad0 (27) e domingo (28) no Santana; Garotos Podres no sábado (27), às 20h30, no Belenzinho; Fernanda Abreu sábado (27) e domingo (28), no 14 Bis; Ana Cañas sábado (27) e domingo (28), no Vila Mariana; Plutão Já Foi Planeta na quinta (2), às 8h e às 20h, no 24 de maio.

No domingo, meio-dia, tem show na rua, de graça, na Avenida Paulista 1.415, com MonchMonch, Surto Coletivo, Niegria Futebol Clube e Sagrados Anônimos.

O Revelando SP reunirá 191 participantes de 108 municípios, incluindo 82 de artesanato, 58 de culinária e 51 manifestações culturais, com desfile de bonecões gigantes e encontro de congadas e moçambiques no Parque do Trote, na Vila Guilherme. Almir Sater encerra o festival no domingo (28) de setembro, acompanhado por sua viola de dez cordas, mostrando ao público alguns clássicos de sua carreira, como “Tocando em  Frente”, “Chalana” e “Trem do Pantanal”.

Na a terça (30), Dacota Monteiro apresenta o espetáculo solo de comédia, cabaret e burlesco “DaCota: Gala&Glamour”, quinta (30), às 20h, no Teatro Sabesp Frei Caneca.

Revelação do indie pop, a cantora britânica Rachel Chinouriri se apresenta pela primeira vez no Brasil em único show em São Paulo, no Cine Joia, na quarta (1º), às 21h.

Na quinta (2), Wavezin é um dos DJs do aniversário de 2 anos da Met&Rala, às 19h, no Espaço Nobre, na Rua Formosa, com Super, Lorrany, Irmãos Metralha e Lara Sanches.

SSA A sextante e pernambucana Mombojó faz show em homenagem ao seu disco de estreia, “nadadenovo” (2004), nesta sexta (26), às 21h, no The Green House , em noite que ainda tem os super DJs Raíz e Irmão Carlos Psicofunk.

A 6ª edição da festa de San Gennaro acontece no sábado (27), no Rio Vermelho, celebrando os 40 anos do Axé com 15 restaurantes com uma programação cultural gratuita. A identidade visual é assinada pelo estilista Ronaldo Fraga, e termina com um trio elétrico puxado por Márcia Castro. É a Bahia! 

Nossos heróis sextantes do 43duo seguem em tour pelo Nordeste e fazem show no domingo (28), às 15h, no Discodelia Pub, com a banda Marte em Queda e Adrian Brito.

Maceió – O Maceió Pop Festival rola no sábado (27), às 20h, no Espaço Armazém, com as sextantes Irmãs de Pau, a queen vencedora do Drag Race, Ruby Nox, Davs Carter e grande elenco.

Natal – Tem show do Taj Ma House e a cantora Cida Lobo, artista com mais de 35 anos de trajetória, sábado (27), no Teatro Riachuelo, na 2ª edição do Festival Ponto de Ebulição, das 18h às 23h, grátis com retirada de ingressos aqui, no dia do evento.

São Luís – Sexta (26), no Balata, Brunoso convida Solita, Vitor Brauer, Noradrenalina e Kayamar.

BSBO Festival Convida continua com uma série de noites, na Infinu Comunidade Criativa, com Mari Jasca e Sebastián Piracés, na sexta (26), a sextante Juçara Marçal no domingo (28), os sextantes Pelados e Tigre Robô no domingo (28) e os sextantes do Mombojó em 22 de novembro.

GYNA nossa banda do coração, a sextante Varanda, faz show no Shiva altbar, com entrada na faixa até 18h, com abertura dos locais Josefo e os Pára Raios. O flyer é desmaiante de chique e daria um belo pano de prato. A casa abre às 16h. Só trouxa não vai.

Recife – O cantor Otto reviverá o clássico “Certa manhã acordei de sonhos intranquilos” em um show comemorativo aos 15 anos do disco no maravilhoso Teatro do Parque, na Rua do Hospício, na sexta (26), às 20h.

O brega vai comer solto no Baile do Marley, na sexta (26), às 20h, na Casa Bacurau, com sets especiais do dono do Baile, Marley no Beat, da residente Safira 081, além de um show da MC Thammy.

Tem Soda com Dandarona Club sábado (27), às 23h, em locação secreta, com a convidada Tremsete, revelação do grime pernambucano, Tiiito, Celo, Gabnaja e Bautrois (PB).

Belém – O Festival Mana recebe a sextante mãeana e o show “As Amazônias” com Aíla, Djuena Tikuna e Patrícia Bastos, na sexta (26) Juliana Linhares e Miss Tacacá, no sábado (27), Tocaia, Charme do Choro & Mariz Black e Amanda Pacífico, no domingo (28), tudo com entrada franga, no Parque da Residência.

Mariana – De sexta (26) a domingo (28), acontece a edição de 25 anos do Circo Volante, o 13º Encontro Internacional De Palhaços. Programação aqui.

Curitiba – O clube Dante comemora três anos com casting especial liderado pelos sextantes David Sabbag e Cyberkills. Trans e drags não pagam até meia-noite.

POA Ian Ramil faz show do lançamento do LP de “Tetein” domingo (28), às 18h, no Teatro Simões Lopes Neto, com participações de Rhoden, Bruno Vargas, Gutcha, Bruno Coelho Walker e João Ortácio.

Nos dias 1 e 2 de outubro, às 20h, no Rádio Agulha, “Porto Alegre: Alfabeto Sonoro” é um espetáculo criado por Letrux e Thiago Vivas, em que cada letra do alfabeto ganha voz. De A a Z, o público é conduzido por músicas e poemas cujos títulos começam com a letra correspondente, num show intimista e literário. Com voz, piano e violão, Letrux costura suas paixões por música e literatura em um passeio poético-musical que vai de Nirvana a Yoko Ono, de Paralamas a poemas próprios e alheios. Ao seu lado no palco, o parceiro de vida e arte Thiago Vivas.

Tour A banda Avenged Sevenfold passa pelo Brasil com a turnê “Life is but a dream”, no dia 2 de outubro, na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba, com show de abertura de Mr. Bungle e Karen Dió; e, no dia 4 de outubro, no Allianz Parque, em São Paulo, com atos de A Day To Remember, Mr Bungle e Karen Dió.

Playlist com as novidades musicais da semana, que consolida às 2h da sexta. Todas as playlists de 2024, 2023 2022, 2021 e 2020 nos links

Para melhores resultados, assista na smart TV à playlist de clipes com Nine inch nails, Haute & Freddie, Tierra Whack, The Pretty Lies, JMSN, Celacanto, Helleno & Os Universais, Jonathan Ferr + Marcos Valle, Iza, Blondie, Autoraminhas, Bruna Black + Juliana Linhares, Nemo, Aerosmith + Yungblud, Bullet Bane, Luíza Boê, Essy Freak, Madison Beer, Miley Cyrus + Lindsey Buckingham + Mick Fleetwood, Justin Bieber e Rita Ora

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