Dupla de produtores está no Planeta Minas neste finde, no Club Vittar da Trem Base, em Beloryhills, na sexta, e em noite no Clube Contra da gente, no sábado
por Fabiano Moreira
sextaseibaixocentro@gmail.com
Gabriel Diniz e Rodrigo Oliveira, ambos de 30 anos, a dupla de produtores e DJs de música eletrônica Cyberkills, está no Planeta Minas, neste fim de semana, acompanhada a mãezinha Pabllo Vittar no Club Vittar, da Trem Base, na sexta (15), no Mirante Beagá, em Beloryhills, e na festa Espanca, no sábado (16), no Clube Contra da gente, em Jufas, ainda divulgando a recém-lançada mixtape “Dedo no cue” e gritaria, que resenhei aqui e investe no peso, na velocidade e na distorção como qualidades de uma geração, como RaMemes, Clementaum, Chediak e Adame, produtores que já passaram pelo Contra e aqui pela Sexta Sei. Batemos um papo, por e-mail, para falar de como eles se conheceram pela internet e acabaram desenvolvendo o início do trabalho durante a pandemia, e das parcerias com tantos artistas legais de sua geração, como Chameleo, Jup do Bairro, Katy da voz e as abusadas, Boombeat, Mia Badgyal, Linn da Quebrada, Kafef Castro, Brunoso, Rianriot e tantos outros, em um processo de fomentar comunidades. “Somos uma turma enorme! Ser artista independente exige um esforço diário, porque o desafio é grande. A gente se apoia para continuar trabalhando e criando. Todos os nossos amigos artistas nos inspiram de alguma forma, e criar com eles é sempre um prazer”, me contaram, nesse papo pra Sexta Sei. Falamos também dos dois encontros com a diva Charli xcx, a quem emprestaram um isqueiro. “E, sim, a diva pediu isqueiro emprestado e tava nervosa pra tocar, e ela arrasou”, finalizam.
Moreira – Vocês começaram a amizade porque eram, ambos, little monsters? Gabriel morava em João Pessoa, na Paraíba, e Rodrigo em São Paulo, e vocês começaram a produzir na nuvem, a distância, ainda sob os impactos terríveis da pandemia? Muitos projetos começaram nessa época, era isso ou endoidar, né? A Sexta Sei é total filha da pandemia.
Cyberkills – A gente se conheceu à distância, sim! Foi a partir de interações no twitter que começamos a colocar a mão na massa. Naquela época, entendíamos muito menos do que hoje, mas nunca faltou vontade de aprender e fazer acontecer. Na verdade, nos conhecemos em 2018, então houve um tempo antes da pandemia, mas, mesmo assim, on-line. O que rolou em 2020 só deu uma atrasada no que já estava destinado a acontecer, nosso encontro e o desenvolvimento da dupla.
Moreira – A versão de “Descontrolada” que vocês fizeram para o álbum “After” (2023), da Pabllo Vittar, foi a grande virada de chave na carreira de vocês? É a música com mais plays no Spotify de vocês, passando dos seis milhões. Foi o ponto de virada, quando viram que dava pra viver de música eletrônica? E como foi trabalhar com Pabllo?
Cyberkills – Definitivamente, foi um grande pivô do nosso sucesso, mas, antes desse remix, já tínhamos trabalhos bastante expressivos que nos dão orgulho. Como o álbum da Mia, o EP da Boombeat e até outros remixes com a PV. Trabalhar com ela é sempre um prazer, porque foi a primeira pessoa que confiou no nosso potencial e nos deu a primeira chance. Para quem não conhece, nosso primeiro trabalho oficial é um remix de “Buzina” que está presente no “NPN Remix”, de 2019.
Moreira – Acho bacana como vocês foram formando um grupo de novos talentos, uma geração que têm muito em comum, como Mia Badgyal, que eu tô sempre de olhos e esperando sair o álbum pra fazer página com ela, Chameleo, Jup do Bairro, Clementaum, Katy da voz e as abusadas, que deve ser a coisa mais importante da década na música gay brasileira, Linn da Quebrada, no álbum tem Kafef Castro, que eu adoro acompanhar e noticiar, o Brunoso, que é gênio da raça, o Rianriot, representando a ballroom… É uma turma?
Cyberkills – Somos uma turma enorme! Ser artista independente exige um esforço diário, porque o desafio é grande. A gente se apoia para continuar trabalhando e criando. Todos os nossos amigos artistas nos inspiram de alguma forma, e criar com eles é sempre um prazer. Sempre vão ter parcerias com a Mia, o Chameleo, a Jup, as Irmãs, as Abusadas e assim vai… É a família que a arte nos proporcionou.
Moreira – E como foi o rolê com a Charli xcx? Ela pediu um isqueiro emprestado? Como foi a festa com ela, quais as impressões sobre a queen?
Cyberkills – A gente já tinha a conhecido em 2022, no show solo que ela fez pós Primavera Sound. A Mía abriu o show dela e fomos os DJs dela. Na ocasião, a Charli foi muito fofa, agradecemos pela inspiração e por todo o movimento que ela carrega. Já no ano passado, o foco foi a festa, não conversamos com palavras, mas definitivamente estávamos todos vibrando na mesma sintonia dos DJ sets. O line tava cheio de amigos! E, sim, a diva pediu isqueiro emprestado e tava nervosa pra tocar, e ela arrasou.
Moreira – Vocês são a geração do barulho, né? Do funk 180bpm, da gritaria, de uma música mais suja e experimental? Tem toda uma turna nessa, RaMemes, Bonekinha Iraquiana, Miss Tacacá, Adame, as Irmãs de Pau que amo, o Caio Prince, até o Chediak. É uma coisa geracional? Gosto de acompanhar.
Cyberkills – Acredito que seja da nossa geração, mas acredito ainda mais que seja pelas novas oportunidades de se fazer arte hoje em dia. O que antes era visto como algo macro, hoje é desenvolvido dentro de nichos. Então é bem legal dividir alguns nichos com pessoas cheias de talento e com vontade de fazer acontecer. É um longo processo de fomentar comunidades.
Abaixa que é tiro!💥🔫
Eu estava esperando o power trio feminino juiz-forano Inoutside soltar a pedrada. Nessa quinta (14), elas lançaram o videoclipe da música “Whose blood is that?”, uma regravação da música de seu álbum de estreia, “Dare the night” (2022), um protesto em tom de indignação contra a opressão policial. O clipe foi gravado em Juiz de Fora (MG), na Fábrica de Tecidos São João Evangelista, com o grupo performando o single. O grupo de rock alternativo é composto por mulheres LGBTQIA+ com Mariana Campello (guitarra e voz), Leticya (bateria) e Bruna Odas (baixo e voz). Com uma sonoridade intensa e visceral, o power trio apresenta letras que abordam temas sociais, culturais, desigualdade, preconceitos, feminismo e o próprio ato de ser artista em meio ao capitalismo selvagem. A produção e a direção do vídeo são de Mariana Campello. “Whose blood is that?” trata, principalmente, sobre a violência policial seletiva e a impunidade a favor da elite, e de como a mídia aborda e reforça essa discrepância.
Para os fãs das artes plásticas, quatro exposições estão em cartaz e valem a visitação em Juiz de Fora. A exposição “Paisagem d’água e cor: Aquarelas de Sarandira, Caetés de Minas e Penido” fica em cartaz até o dia 31 de agosto no combalido Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (CCBM). No mês do patrimônio cultural, o espaço, que clama por revitalização, exibe uma linda coletânea de aquarelas que fazem parte de um trabalho desenvolvido, desde 2022, pelo Departamento de Memória e Patrimônio Cultural (Dempac) da Funalfa, em parceria com o projeto de extensão “Inventários Participativos no Município de Juiz de Fora”, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). As obras, inclusive, foram produzidas pelos alunos da disciplina “Croquis Urbanos”, ministradas pelo professor Ricardo Lopes, em diálogo com o projeto coordenado pela professora Mariana Cury. Os Inventários Participativos buscam mobilizar e sensibilizar as comunidades para a identificação de referências e a importância de preservá-las como um patrimônio cultural. O resultado são lindas imagens de igrejas, praças e do casario histórico que resiste.
Um dos maiores artistas vivos de Jufas, Gerson Guedes está em cartaz, no Memorial Itamar Franco, com a mostra “Origens”, que reúne mais de 20 quadros inéditos do artista, com outros aspectos do trabalho de Guedes, como lindos trabalhos em preto e branco. Nascido em Juiz de Fora, Gerson Guedes revela um olhar singular sobre a cidade, inspirado por suas lembranças e vivências. “Origens é uma mostra que propõe um retorno ao meu desenho, que considero ser o esqueleto que sustenta minhas cores. É a gênese da minha linguagem visual, um traço que me acompanha desde os primeiros contatos com o universo cognitivo”, conta. Ele apresenta “garatujas de um imaginário infantil, traçadas por gravetos sobre os terreiros infinitos da minha infância, foram se transformando e se associando às cores e grafias, tecendo minha colcha de retalhos poética”. A próxima exposição do museu será a “Vai, caminhante”, deste jornalista, que fica em cartaz de 4 de dezembro a 1 de março de 2025.
O artista português João Paulo Queiroz exibe, no Museu de Arte Murilo Mendes (MAMM), 270 obras que retratam ambiências portuguesas, incluindo desenhos, pinturas e fotografias, em cartaz na Galeria Retratos-Relâmpago, “O sal da terra e as janelas verdes: as paisagens de além-mar de João Paulo Queiroz”. A curadoria relaciona as imagens ao livro “Janelas Verdes”, no qual Murilo escreve sobre cidades e personalidades portuguesas, especialmente sobre a liberdade de espaços abertos. João Paulo Queiroz é mestre do pastel oleoso, tipo de giz com textura macia e pigmento de cor intensa, sobre cartolinas de pequenas dimensões. A visitação é de terça a sábado, das 9h às 18h; e domingos e feriados, das 13h às 18h.
O Forum da Cultura recebe a mostra “8 de janeiro – Jamais fomos modernos”, de Alex Frechette, com diversas telas em tinta acrílica, de tamanhos diversos, inspiradas nos acontecimentos de 8 de janeiro de 2023, quando indivíduos buscaram promover um golpe de estado, resultando em danos à noção de democracia e destruição ao Palácio do Planalto, Superior Tribunal Federal e Congresso Nacional, bem como às obras de arte modernistas que ocupavam esses espaços em Brasília. A inspiração é o estilo modernista muralista. Bem bonito, e a mostra chega à cidade depois de passar por Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo, e fica em cartaz até o dia 29, com visitações gratuitas de segunda a sexta, das 10h às 19h.
Jufas – Enquanto o Museu Ferroviário segue interditado para uso completo do espaço, a festa Súbita que amamos faz a segunda edição fora do espaço, a 🚨 Nitro 🚨, das 15h às 22h, no Beberico, o simpático casarão da Rua Mariano Procópio, com entrada franca para os 300 primeiros festivos, a capacidade da casa.
A Uthopia acontece em um sítio na estrada União Indústria, das 22h deste sábado (16) até às 17h do domingo (17), que a galera vai pedalar, ao som dos DJs Duzzi, Sidarta, Tennax, Roosto, Mistical Sounds, QTR, Jhon Bittar, Sunkrit, Rockt, Monkey, Femmenino e LGK.
A Pancadão Sistema de Som faz seu bailão Relíkia nesta sexta (15), às 21h30, no Beco, com Ever Beatz e Roko convidando DJ Nonô e Amanda Fie. No sábado, a casa comemora três anos com shows de Soul Rueiro e Tata Chama e as Inflamáveis e os DJs MCastro e Müller.
Ligya apresenta seu trabalho “Ligya – Atemporal” ao vivo, no Teatro da Praça CEU, em Benfica, na segunda (18), às 19h, com a superbanda com Sergio L., Pedro Brum, Paulo Glanzmann e Leandro Scio.
Começo de noite aveludado no terraço do Maquinaria, neste domingo (17), com Ana Liz e Wendy Ferreira, às 16h.
A Assombro de Bixo lança o seu álbum de estreia, homônimo, neste domingo (17), às 17h, no Beco, com entrada franca.
A Gongada Drag chega a Juiz de Fora, nos dias 21 e 22, depois de passar pelas principais cidades brasileiras, com o espetáculo tipo roast comandado pelo humorista Bruno Motta com as drags Titiago e Nayla Brizard, de Juiz de Fora, Suzy Brasil, Márcia Pantera, Lucas Crescêncio e Karoline Absinto, no dia 21, e ainda Gustavo Mendes, no dia 22, no Teatro Solar.
Beloryhills – A Banda mais bonita da cidade tem muito mais camadas do que se imagina, e eles estão com a tour “O futuro já está acontecendo” passando por Minas, esse finde, chegando a BH, sexta (15), às 21h, no Distrital, e a Jufas, no sábado (16), às 20h, no Cultural. Amo também o trabalho solo da vocalista Uyara Torrente.
A Trembase apresenta o Club Vittar, sexta (15), no Mirante Beagá, e o dress code é “A Noite das mil Pabllos”, com line-up bapho com Miss Tacacá, Cyberkills, Baile da Bôta, Votú, veiga! b2b Xoxottini, Mellody Queen, Márcia Pantera e grande elenco.
No sábado (16), às 21h, os gaúchos da Cachorro Grande aterrissam na Autêntica com a sua turnê de 25 anos, com abre da garotada mineira da Daparte.
O Festival Mundial de Circo acontece sábado (16) e domingo (17), na Funarte, com espetáculos, filmes, vivências, desfile, música, sabores e encontros. A entrada é gratuita e o acesso é livre, de acordo com a lotação do local.
Rio – A MAU, festa do grande mestre Mau Lopes, rola no sábado (16), às 23h, no Trauma, com as convidadas Maga e giulliaintrouble, da novíssima Conspira.cao. Até 00h é digrátis.
No sábado (16), às 23h, na Sacadura Cabral, também tem Baile do RaMemes, que faz b2b com Asafe e recebe, ainda, Bia Marques, Pzzs, Lobinho, Ingrid, Jaca Beats e Genestra.
O Festival Toca 2025 chega à sua quinta edição com programação gratuita focada na “Amazônia Brasileira”, até domingo (17), ocupando a Praça dos Arcos da Lapa, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e o Museu de Arte do Rio (MAR). Entre os destaques da programação, está a artista visual Rafa Bqueer, que se vestirá com uma roupa zentai de sereia, incorpora uma criatura híbrida entre humano e animal, dialogando com o imaginário amazônico da Iara na sexta (15), às 12h30, no CCBB. Nilson Chaves é compositor, cantor e violonista paraense e faz show na sexta (15), às 19h30, no MAR. No sábado (16), às 17h39, no MAR, rola o Trava Queen Drag Show, com apresentação de Uhura Bqueer. Logo depois, Rita Benneditto celebra mais de duas décadas do projeto Tecnomacumba, que funde ritmos afro-brasileiros e MPB com sonoridades eletrônicas, às 18h, no MAR. Na Lapa, às 20h, tem Dona Onete, seguida de Gaby Amarantos e a Gang do Eletro, às 21h30.
A Companhia Ensaio Aberto encena o espetáculo “Olga”, com estreia em 16 de agosto, relembrando as lutas, as derrotas e as vitórias da esquerda brasileira até o dia 29, sextas, sábados, domingos e segundas, às 20h, no Teatro Vianinha, no Armazém da Utopia, na Região Portuária.
No sábado (16), às 17h, tem Leão Etíope do Méier com Forró do Kiko e a participação de Marcelo Mimoso e de Lauro Lira, do Festival Internacional Rio Cello, Edmilson dos Teclados e Lary França discotecando nos intervalos.
No domingo (17), no Baiuca, o novo point de Cabbet Araujo no Santo Cristo, recebe o “Me Gusta ao Ponto”, experiência sensorial que une música, gastronomia e encontros. O chef convidado é o próprio Cabbet, com o tradicional pão com linguiça, ao som do coletivo Filhos, Beranger , Ryfer e T_Pazos.
Depois de lotar a Cidade das Artes e emocionar o público em 2024, “A Grande Roda” de Diogo Nogueira está de volta em 2025, agora como parte oficial do calendário cultural da cidade. A nova edição acontece no domingo (17), a partir das 16h.
No sábado (16), Arlindinho Canta Arlindo Cruz na Quadra do Império Serrano.
Sábado (16), às 23h, no Club Substation, tem edição da Culto – Cultíssimo, com o encontro de Marina e Kesha. NO line up, Malfoy, Sucos, Pambelli e Techgoth, performance de Teddy YaYo e hostess Safira.
Com mais de 20 anos de atividade, o coletivo Grooveria, liderado pelo baterista, arranjador e produtor Tuto Ferraz apresenta pérolas suingadas do samba funk, nesta sexta (15), às 22h30, no Blue Note Rio. Ellen Oléria canta Cartola, sábado (16), às 20h, e Flor é atração do domingo (18), às 19h. Vovô Gil contou no X que, sexta (15) e sábado (16), ela está na Casa da Mãe, em Salvador.
Kalef Castro, nosso puto favorito, faz show no pique pu-tí-fe-ro no Baile do Gabe, na Visão Vidigal, no domingo, às 16h, em tarde que ainda tem Dornelles, Kaio e grande elenco sem tabu.
Vai rolar a Caminhada Lésbica do Rio de Janeiro na terça (19), às 18h, Dia do Orgulho Lésbico, com concentração no Buraco do Lume, em frente à estátua de Marielle Franco, símbolo da luta pela visibilidade lésbica na cidade.
São Paulo – Tudo vai dar Sesc: alerta de showzera com Lilian Rocha mostrando o suingue do seu “perfume do caju” e o álbum “Do Nilo” sexta (15), às 20h, no Guarulhos; Majur na sexta (15), às 20h, no Vila Mariana; Jonathan Ferr no sábado (16), às 21h, no Belenzinho; Inocentes no sábado (16), às 20h30, no Belenzinho; Mahmundi, Iara Rennó e Letícia Fialho no show “50 anos de ‘Gil e Jorge: Ogum, Xangô'” sábado (16), às 20h, e domingo (17), às 17h, no 14 Bis; Gabriel Sater no sábado (16), às 20h, e no domingo (17), às 18h, no Guarulhos; e Tulipa Ruiz na quinta (21), às 21h, no Bom Retiro.
Luedji Luna apresenta o show dos dois álbuns que acaba de lançar, “Um mar pra cada um, Antes que a Terra acabe”, sexta (15), às 20h, no Espaço Unimed.
Na Casa Natura Musical, tem Tetê Espíndola na sexta (15) às 21h, Ana Gabriela com o show “Baseada em Fatos (Quase) Reais”, no sábado (16), às 22h30, e os sambistas Mauro Diniz, filho de Monarco e herdeira da Velha Guarda da Portela, e Xande de Pilares, na quarta (20), às 19h30.
Kylie Minogue passa com a Tension Tour pelo Estádio do Ibirapuera, na sexta (15), às 22h.
Don L se apresenta neste sábado (16), na Jornada do Patrimônio 2025, de graça, às 21h, no Centro Cultural Tendal da Lapa, em Água Branca.
Tagua Tagua faz show com participação de Bruno Berle, sábado (16), às 21h, no Cine Joia.
No domingo (17), acontece a 3ª edição da Marcha para Exú na Avenida Paulista, a partir das 11h. “Nunca foi sorte, sempre foi macumba”, diz o flyer, que pede a doação de um quilo de alimento e sugere o dress code em preto e vermelho.
Também no domingo (17), às 19h, a Zumbis Do Espaço, banda brasileira de horror punk fundada em 1996 na cidade de Taubaté, faz show no Hangar 110.
Clara Castro e Laura Conceição gravaram um EP com cinco faixas que tem show de lançamento na quinta (21), às 20h, na Casa Slamb, em Pinheiro, marcando a chegada do primeiro single, “Neblina”, às plataformas. O volume tem produção de Nathan Itaborahy, que se apresenta com a dupla.
Olinda – A Odara Ôdesce é uma das festas mais emblemáticas do clã GolaRolê e rola no oração de Olinda, na Casa Estacão da Luz, no bairro do Carmo, projeto do icônico Alceu Valença. No line up, Allana Marques e Lala K convidam a banda Malícia Champion com todo o seu swing tropical, repertório impecável e toda a magia do comando de Urêa.
POA – A grande rainha do soul brasileira, a imensa Sandra Sá (ela mudou o nome de novo) faz apresentação no Bar Opinião, no sábado, às 21h.
Vila Velha – A terra de Roberta de Razão vai tremer com o evento Movimento Cidade, completamente grauito, de 15 a 17, no Parque da Prainha e no MUG: NAV, com Trio Mocotó, Ada Koffi, BaianaSystem, Duquesa, Irmãs de Pau e ÀTTOOXXÁ na sexta (15); Os Garotin, Cátia de França, Branú, Gastação Infinita, FBC, MC Luanna, Pabllo Vittar, Valesca Popozuda e Carlos do Complexo, no sábado (16), e Quarto de som, Cila do Coco, Yago OProprio, Marina Sena, Caetano Veloso e Ticumbi, no domingo (17)
Fortaleza – As Irmãs de Pau chegam com a tour de “Gambiarra Chic PT. 2” à Kósmika, nesse sábado (16), às 22h.
A Tubulosa comemora um ano de Arte Clubber no sábado (16), às 21h30, na Praia de Iracema, com super line up com Rennó, Fritaz, Maltech, Lucas bmr, babita soares, Matusa, Metalluna, Ryanbnog, Tuusmyr e Tiito.
A Festa Foguentinha rola no sábado (16), às 23h, na Kingston 085, com Afreekassia (Rio), PiáJay e Rafa, Ddzin e Fuga, Nayma e Viúva e Negona e Lolost.
Natal – A Batekoo segue com a tour nacional e essa semana está potiguar, na Ribeira Music, no sábado (16), às 23h, com @mcrb_kblz01, @miran.ds (BA), @akapablesco, @davscarter (PE), @kanandapx(PE), @jennifyc e @danilokauan B2B @dandaronaa
Nova Friburgo – O Parque de Ideias apresenta Chico César, no palco do Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura, nesta sexta (15), às 20h, com retirada de ingresso na bilheteria, uma hora antes do início.
Tour – O Queremos! traz ao Brasil Thundercat, um dos nomes mais inventivos da música contemporânea, persona do baixista, produtor, cantor e compositor estadunidense Stephen Lee Bruner, volta com shows em São Paulo, quarta (20), na Audio, quinta (21), no Rio, na volta do Circo Voador pós troca de lona, e Porto Alegre, dia 23, no Bar Opinião.
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