Sexta Sei: Todos pintadinhos no corpo, a Flor Et reflete esse maximalismo no som em “Brazapunk”

Segundo álbum honra tradição consistente do rock gaúcho, guiados por um de seus mestres, Alexandre Birck, baterista da Graforreia Xilarmônica, que volta para show de 30 anos de “Coisa de Louco II”

por Fabiano Moreira
sextaseibaixocentro@gmail.com

Os gaúchos da banda Flor Et já tocaram por duas vezes em Jufas, no Maquinaria e, há alguns meses, no Festival Pop Up!, quando apresentaram sua performance visceral e ainda estavam preparando o álbum “Brazapunk”, que chega às plataformas nesta sexta (19), mostrando a energia e o virtuosismo dos gaúchos radicados em São Paulo Ada Bellatrix (voz e sax),  28 anos, Daniel Ribeiro (baixo e vocais), 36, Diego Vogt (teclas e vocais), 30, Mário Ferreira (guitarra e vocais), 37, Rafael Zanette (bateria), 26, que fazem rock dos melhores, em estado bruto de energia, rebeldia e vigor, com riffs de guitarra e saxofone, sintetizadores imersivos e groove marcante. Por uma dessas coincidências, um dos produtores do álbum, Alexandre Birck, foi baterista de uma banda formadora do meu gosto musical, a Graforreia Xilarmônica, que fazia uma Jovem Guarda dos pampas movida a chimarrão e era parte dos lançamentos quentes do selo Banguela Records, do Carlos Eduardo Miranda, que lançou nomes como Raimundos, Mundo Livre S/A, Little Quail and The Mad Birds e Maskavo Roots, moldando nossos péssimos caracteres. Coincidência ainda maior, a banda está se reunindo para um show comemorativo de 30 anos de “Coisa de Louco II”, no dia 27 de novembro, em Porto Alegre, no Bar Opinião, já que é pra falar de tradição. O álbum também foi produzido por Barral Lima (Ultra Estúdio), CEO do mineiro UN Music Group, que realiza festivais como Palco Ultra, MAR.T.E Festival, HipHop.Doc e Circuito Instrumental, todos sempre aqui pela página. Bati um papo, por e-mail, com a turma toda, no qual falamos da força de ter uma mulher na linha de frente da banda. “Acho que esse impacto de influenciar outras meninas e mulheres a acreditarem que podem fazer e ser o que quiserem é o mais legal”, me conta, sobre esse fato de as mulheres ainda serem minoria nas formações de bandas, principalmente como instrumentistas, como é o caso da nossa heroína, que destrói no sax e ainda toca violão, triângulo, teclado e flauta transversal. Também falamos dessa amizade com o Alemão, Alexandre Birck, que carrega a herança do rock gaúcho, esse grande fundamento nacional. “Acho que foi um belo encontro da vida, da música. Nunca nos podou na nossa loucurinha e sempre incentivou, o que é bom demais”. Falamos também como o som foge a definições e promove uma saudável mistura de música brasileira, eletrônica, metal, rap, hardcore e até samba, sempre temperada por uma filosofia de nunca brigar. “Acho que a gente estar longe de casa e numa nova casa já gera algumas conexões novas, que o fato de estarmos correndo atrás de um mesmo sonho, num trampo insano como a gente está correndo, gera também um pouco de ansiedade mas nos fortalece como família”, me ensina. Ah, fizemos a conta e, juntos, eles têm cem tatuagens, deixando tudo assim, rabiscadinho, estampado, full-on, sem descanso pro olhar, uma Flor ET, florescendo infinitamente, como ilustra a capa de Jack Soares.

Moreira – Ter um mulher nos vocais amplifica muito o poder da mensagem, né? Depois do pioneirismo rocker de Pitty, estamos vivendo um momento de grandes vocalistas femininas no rock nacional, como a MC Taya (nossa, tô ando amando demais o Fock ou Metal Mandrake), a Natália Matos da Punho de Mahin (amo) e a Yasmin Amaral da Eskröta, que levam a voz para essa outra área mais profunda e grave. Vocês sentem que bate diferente para o público?

Flor ET – De certa forma, sim, né? Porque é massa que tem várias bandas aí com vocais femininos e isso tem muita representatividade. Mas, nesse último ano, a gente fez mais de cem shows, e dá pra contar nas duas mãos a quantidade de vocalistas ou integrantes mulheres. Talvez mais do que duas mãos… A gente tocou com umas 200, 300 bandas… Acho que instrumentistas têm menos ainda, né? Creio que bate justamente por ter uma quantidade menor. É tipo assim, olha o espaço que a Ada assume ali sendo a vocalista e saxofonista, né? É as duas então tem um impacto sim. Uma vocalista, multi-instrumentista (pois também toca violão, triângulo, teclado, flauta transversal), compositora, saxofonista e multiartista no front. Inclusive, a Ada começou a tocar sax depois que viu, quando criança, uma mulher tocando o instrumento numa orquestra e se inspirou. Acho que esse impacto de influenciar outras meninas e mulheres a acreditarem que podem fazer e ser o que quiserem é o mais legal.

Fotos p&b no Ultra Festival, em BH, por @jpsofranz

Moreira – Caras, o grito que eu dei 🗣️ quando eu li que o Alexandre Birck, do Graforreia Xilarmônica, é um dos produtores do álbum de vocês. Esta banda e todas as lançadas pelo Banguela Records formaram o meu mal caráter, assim como toda a tradição do rock gaúcho, de Os Cascavelletes a DeFalla. Eu fui prenda n´outra vida, risos. Simplesmente amo o sotaque e os churrascos com salada de batata. “Amigo punk” acabou virando um hino gaúcho. Como é trabalhar com uma lenda viva? O que ele trouxe dessa experiência do rock feito nos anos 90 para a banda? 

Flor ET – Realmente, o quanto ele agregou na história do rock gaúcho é irrefutável. A relação com o “Alemão” se construiu muito natural. A gente começou a ensaiar lá no Estúdio Sangha há alguns anos e, aos poucos, uma amizade e confiança foram se formando naturalmente. A gente foi se conhecendo melhor, até que foi criamos coragem pra gente mostrar umas músicas novas na época e chamamos o Birck pra assistir nosso ensaio, dar uma olhada e nos dar uns feedbacks e isso aconteceu bem de boa, então ele virou o nosso sexto integrante e grande amigo, a ponto de fazermos uns churrascos volta e meia e nos encontrarmos fora dos trampos pra fazer outras coisas. Em todas as produções, videoclipes, produção do primeiro álbum “Futurotrópica”, dos singles antes do álbum também, de 2022, tudo foi feito com ele. E agregou muito, demais. Uma sabedoria imensa de conseguir enxergar os detalhezinhos que a música estava precisando pra dar aquele “tchan”, aquela intenção de pegar o melhor de cada um e dando seus pitacos certeiros sem tirar nossa liberdade de criação. Eu acho que é legal que a Graforréia tem uma característica de ser uma coisa meio atonal as vezes, umas loucuras meio progressivas, enfim, o Alemão curte essas paradas também e a gente gosta de fazer uns sons meio estranhos hehe então ter essa “curadoria” de toda uma estrada, experiência e sabedoria que ele tem só nos fortaleceu. Acho que foi um belo encontro da vida, da música. Nunca nos podou na nossa loucurinha e sempre incentivou, o que é bom demais.

Moreira – Já falaram que o som de vocês lembram as sonoridades globais do Gogol Bordello, e também os visuais, meio gipsy punk? Tropicalismo punkeado é um bom nome para o som que vocês fazem, que é um punk rock bem porrada e nervosão com perfumes de surf music, rap, repente, rock progressivo, latinidades. Quais são as principais influências musicais de vocês na composição desse volume?

Flor ET – Já sim, volta e meia aparece alguém dizendo que pegou essas reffs na gente, Então, eu (Mário) faço parte da mistura do projeto desde o início, e a gente nunca limitou fronteiras na criação, sempre foi uma coisa livre. Eu acho que todo mundo tem várias influências diferentes. Algumas que se conectam, algumas que a gente foi construindo junto e virou referência para todo mundo. Acho que é uma pergunta bem ampla porque a gente vai da música brasileira, do mais light até a música eletrônica, metal, rap, hardcore… Então é muito amplo e as referências nunca são diretas. A gente nunca pensa de uma forma meio metódica do tipo “essa música a gente vai se inspirar no artista XYZ”, isso vai vindo ali na construção dos arranjos, na montagem e nas composições temos referências de um modo geral. Acaba que é mais a música brasileira mesmo, tem essa pegada mais melancólica, eu diria. Daí tem umas referências que acabam vindo “cansadas”, uma coisa meio do samba, aquela melancolia dentro de um som muito maluco, o que a gente gosta muito. Eu acho que da parte da escrita vai para a música brasileira, porque, no inglês é muito mais fácil de imaginar né, fica tudo bonito, porém, às vezes a letra não é tão legal mas a melodia é… Enfim, gostamos de valorizar a nossa língua e nossa cultura.

Diego Vogt, teclas e backing vocal
Daniel Ribeiro, baixo e backing vocal
Rafael Zanette (bateria)

Moreira – No nosso primeiro e-mail, em julho, eu pedi que vocês fossem comer churrasco no Barranco e me dedicassem, risos, e  vocês me contaram que estão morando em São Paulo para o corre da banda. Como tem sido essa vida em comunidade, isso muda bastante a criação, a composição, e também as relações? Onde tem muito amor, tem muita dor, vocês brigam muito?

Flor ET – A gente nunca briga, risos. É uma construção que a pessoa vai fazendo, em relação a trabalhar e morar juntos, como todo relacionamento, e vai alinhando tudo para as duas coisas andarem juntos da maneira que estão andando. Mas sim, tem os debates também, principalmente de setlist, essa é uma tela constante de construção, nunca acaba. E claro, já tivemos muitas conversas sobre relacionamento e pontos individuais específicos, mas nada que não fosse resolvido na base de sentar e conversar para ajustar os pontos. Acho que a gente estar longe de casa e numa nova casa já gera algumas conexões novas, que o fato de estarmos correndo atrás de um mesmo sonho, num trampo insano como a gente está correndo, gera também um pouco de ansiedade mas nos fortalece como família. Então é um monte de coisa misturada, ao mesmo tempo que os feedbacks nos shows são massa e a galera tá apoiando, isso dá uma alimentada boa, mas mudanças de perspectivas, um super palco seguido de um palco do inferno, os altos e baixos do independente e underground são uma aventura constante. “O Corre” é doido, não adianta!

A capa do disco foi feita por Jack Soares

Moreira – Achei curioso que a estética da capa imita um pouco a estética de vocês, né, que são todos rabiscadinhos, quase sem espaço em branco, e vocês fizeram essas montagens sobre a arte da capa, nessa arte bem bonita que é bem psicodélica e também todos os espaços, sem respiro, full-on (amo). De quem é essa arte? É de um universo bem Arnaldobaptistiano. Vamos fazer uma brincadeira: quantas tatuagens vocês têm, em conjunto, como banda? Quais as escolas que mais gostam? Eu ando apreciando demais os trabalhos dos meninos da Casa Feia, como mostrei aqui, a estética ignorante ou tatu sinistra.

Flor ET – A capa do disco foi feita por Jack Soares, que é um artista visual de Porto Alegre, um grande amigo nosso. Várias tatuagens nossas, aliás, a maioria, são dele. E ele acompanhou a banda desde o início, todo o nosso amadurecimento… Inclusive, ele veio na nossa casa aqui em Sampa antes de fazer a capa, passou umas duas semanas aqui em casa, assistiu shows, sentiu o universo e a maluquice que estava rolando e foi muito legal. Quando ele voltou já fez vários estudos, várias artes finais, nos mandou tudo e foi legal que conseguiu sintetizar todo esse momento muito louco que estamos vivendo. E a sonoridade do álbum também, que é muito preenchida. Só tem uma música que se chama “Suspiro”, é o único respiro do álbum. Mas, de resto, ele é bem maximalista, bem over mesmo, com bastante informação que é o que a gente curte. A gente é todo pintadinho no corpo e aí a música traduz isso também. Sobre as tatuagens, a gente contou aqui, deu 99, talvez 101. É difícil contar mas deu por aí.. Tem algumas tatuagens que são uma peça inteira, num braço inteiro fechado, mas, mesmo assim, são aproximadamente 100 tatuagens contando todo mundo. A escola da tatuagem é muito ampla, temos uma admiração pelo oriental mas gostamos de tribais, blackwork, old school... A intervenção, por si só, independente do estilo, que é o mais irado. E o momento em si da tattoo, é meio que terapêutico dar uma desligada na mente, tu focar só naquela dorzinha e não tem mais nada pra te preocupar. E tá sempre sendo presente, inclusive temos uma nova tatuadora, Ada Bellatrix, (aprendiz, diz ela) que já tatuou todos os meninos da banda. Tá sendo uma boa válvula de escape e é bom também pra explorar outros tipos de manifestação de arte, enfim, dar um relax da música. É isso, valeu demais o convite pra essa troca, gostamos muito de participar e queríamos agradecer.

Abaixa que é tiro!💥🔫

Eliminadorzinho é Tiago Schützer (voz e bateria), João Haddad (voz e baixo) e Gabri Eliott (voz e guitarra). Fotos: @pedefeijoao

Hoje é #SextaSei de rock, bebê, com outro grande álbum chegando ao streaming,  “eternamente,”, o segundo da banda paulistana eliminadorzinho, barulhento e frenético, com lindas guitarras, lançamento do selo amigo Cavaca Records. Em um mundo aonde todo mundo quer grafar tudo em caixa alta, o eliminadorzinho chega assim, miudinho, em caixa baixa, porque a porrada vem mesmo é com a guitarra alucinante, virtuosa e barulhenta da Gabri Eliott, que também faz vocais e cozinha tudo muito bem com João Haddad (voz e baixo) e Tiago Schützer (voz e bateria). São “15 canções cheias de sentimento pra ouvir e cantar junto com vontade de chorar”, como bem define o release.  A banda navega por momentos safadinhos, paixões melodramáticas e platônicas, questões de gênero (“Blondie (Menina do cabelo amarelo”, “Querubim”, “Cinza e carmesim” e  “Sopa e café”) e política sem deixar de se divertir no processo. Um discaço de rock pra ouvir bem alto. E chorar, se estiver afins. “Toca com violência, com vontade de chorar”, como dizem na faixa no foco, “Você vai me escutar”.

Arte por Flavushh. Design Gráfico por Tiago Schützer e Yasmin Kalaf
Jufas - Rio - Queen! Papisa apresenta show de seu segundo álbum, “Amor Delírio”. Fotos: Julia Mataruna
Não shora, Papisa!
Jufas - Rio - A carioca Janine, que transita do rock alternativo à MPB dissonante. Foto: Isabella Moriconi
Jufas - Rama Ruana e Rafael Cardoso cantando Bob Marley
"Nastácia" em cartaz no Paschoal Carlos Magno. Foto: Geniane Vieira
"Nastácia" por Geniane Vieira
"Nastácia". Foto: Priscila Natany
Tem show da AlgarabYa e da Overdrive Tropical
Rio - N.I.N.A. é atração do Baile Essencial da baiana Dendezeiro
Lobão Power Trio no Circo Voador
A primeira edição do QueerCode Festival, evento de arte e cultura LGBTQIAPN+ na Ilha da Gigoia
Os sextantes da Canta Cego na Audio Rebel
Toni + na Injustiçada. Foto: Amanda Melo / I Hate Flash
E se o Barko vira com um bb desse, o Laza
Beloryhills - O nosso Chediak comanda a Speed Test Rave
Os mineiros da Lagum lançam álbum novo no Be Fly Hall
Nara Pinheiro se apresenta na Série BH Instrumental na Praça Floriano Peixoto. Foto; Marcela Calixto
Sampa - Jards Macalé é o assunto do filme "Macaleia", no Mimo Festival
Assim como Arrigo Barnabé o é em "O Homem Crocodilo", também no Mimo
No topo do Martinelli, tem Gop Tun DJs...
... "até de manhã. cheio de vida"
Karnak Mesozóiko na Casa Rockambole. Foto: Augusto Fernando
Tudo vai dar Sesc: Stefanie, Ogi e Cris SNJ fazem o show do bom álbum “Bunmi”
Thalma de Freitas na Casa de Francisca. Foto: José de Holanda
"O grande show de mágica" no Teatro Sérgio Cardoso. Fotos: Gabriel Rega
Walfredo em busca de simbiose lança álbum ainda este mês e faz show na Porta Maldita
Brasília - Katy Perry aomilhando Claudia Leitte na “The lifetimes tour”
Tour - Os brasilienses da Puro Suco fazem giro por BH, Sampa e Rio...
... com os cariocas Luiz Barata...
... e Germano

Jufas – A compositora e multi-instrumentista paulistana Papisa faz show de seu segundo álbum, Amor Delírio”, produzido pelo Felipe Pueperi, na sexta (19), às 20h, no Maquinaria, com a carioca Janine, que transita do rock alternativo à MPB dissonante divulgando seu EP “Muda”. No sábado (20), às 20h, elas repetem a dobradinha na Audio Rebel, no Rio.

Nesta sexta (19), às 19h, o grande fotógrafo Sérgio Neumann abre a exposição “Ilusão”, na RH Espaço Arte, com fotografias de instrumentos de trabalho e folhas que ganham novas dimensões diante seu olhar lírico. A exposição fica em cartaz até 18 de outubro.

O Cultural está em clima de reggae de primavera com show do Rama Ruana e Rafael Cardoso cantando Bob Marley, nesta sexta (19), às 22h.

No sábado (20), às 15h, o Silva Soul grava audiovisual no vão do Viaduto Hélio Fádel, no nosso Espaço Hip Hop, todo trabalhado em novas pinturas, com participações de RT Mallone e P.MC.

Adaptação do clássico de Dostoiévski, “O Idiota”, o espetáculo “Nastácia” chega ao Teatro Paschoal Carlos Magno no sábado (20), às 20h, e no domingo (21), às 19h, com a história de Nastácia Filíppovna, mulher russa marcada pela violência e pelo abuso que desafia a sociedade patriarcal. Após uma temporada internacional de sucesso na França, Juiz de Fora será a próxima cidade a receber este espetáculo que une teatro, videoarte e instalação artística de Ronaldo Fraga. “Nastácia” tem direção de Miwa Yanagizawa, dramaturgia de Pedro Brício e elenco formado por Flávia Pyramo, Chico Pelúcio e Lenine Martins.

O Festival de Bandas Novas faz noite de premiação da edição de 2025, no domingo (21), às 18h, com entrada franca, no Beco, e shows dos sextantes Purple Lips, vencedores do ano passado, Em Guerra, Convescote e Enkosto. 

"Garfo Def", Sérgio Neumann
"Foice", Sérgio Neumann
Na Injustiçada 7 anos: Toni +
Na Injustiçada 7 anos: Sucos
Na Injustiçada 7 anos: Tom Mauza
Na Injustiçada 7 anos: Wall
Na Injustiçada 7 anos: Labanca
Na Injustiçada 7 anos: Duda Olive
Na Injustiçada 7 anos: Manalu
Na Injustiçada 7 anos: Saturnine

O grupo musical AlgarabYa, formado pelos amigos Pedro Salim (voz e violão), Tonil Braz (guitarra), Marcello Stroppa (baixo), Henrique Nogueira (bateria e percussão) e João Paulo Lopes (percussão e acordeon)  faz show no domingo (21), às 20h30, no Festicidi, na Praça Antônio Carlos.

Rio – A marca de moda baiana Dendezeiro aterrissa no Rio de Janeiro com o Baile Essencial, na sexta (19), às 15h, no Mauacba Skate Coffee & Skate Shop, na Praça XV, no Centro, com N.I.N.A, Bonde das Maravilhas, Carlos do Complexo, Afrolai, Effy, Errari, Levysso b2b Sammy Dreams, Tago IureIDD e Wes.

Noite quente nesta sexta (19), às 19h, na Audio Rebel, com os cariocas sextantes do Canto Cego, os paulistanos de A Olívia e os capixabas do Maré Tardia. Vai ser pica. 

O Brasil Grime Show volta a Madureira na sexta (19), às 20h, com entrada franga, no Zê Ene, com os DJs Diniboy e J3llyx1 e open mic com inscrição prévia.

No sábado (20), às 20h, tem Lobão Power Trio no Circo Voador, com encerramento da Undo e DJ Edinho nos intervalos. O trio tem Lobão (voz e guitarra), Guto Passos (baixo) e William Paiva (bateria).

Nos dias 20 e 21, rola a primeira edição do QueerCode Festival, evento de arte e cultura LGBTQIAPN+ que promete transformar a Ilha da Gigoia, na Barra da Tijuca, numa verdadeira Ilha da Fantasia, com música, artes visuais, teatro, performances, literatura, tecnologia e muita festa. A programação, gratuita, inclui cortejo de barco pelos canais que levam à ilha, lançamento de livros e uma quentíssima batalha de dança. A curadoria é do Queerioca.

Dony Von (rock, trip hop e pós-punk), o compositor e produtor pernambucano radicado no Rio que sextou aqui na página de Marya Bravo, é uma das atrações do Espaço Cultural Redoma, na Rua do Rosário, no Centro, no sábado (20), às 20h, quando faz show acompanhado de Véspera (indie rock) e Brita (do indie lo-fi ao math rock).

A Injustiçada completa 7 anos honrando álbuns injustiçados no sábado (20), às 23h, na Sacadura 154, com Sucos, Wall, Toni +, Duda Olive b2b Tom Maiuza e Labanca, na cabine, e Manalu e Saturnine, nas performances.

No domingo (21), às 14h, tem Barko, a festa em alto-mar, com Sammy Dreams b2b Laza, Levysso, Vicx b2b Gustabby, Ruan Antonio e Kbral.

Vovô Bebê faz show com Caxtrinho, cm participação de Ilessi, na terça (23), às 18h, no Garage Grindhouse, na Rua Ceará, a tradicional rua do rock carioca.

Beloryhills – Patrimônio imaterial acelerado de Jufas, o mestre Chediak comanda a Speed Test Rave sexta (19), às 21h, na Casa Sapucaí, com Antconstantino, Jacquelone, Luxxie, Mathy, Maui e Cava.

Vanessa da Mata apresenta show de seu último belo álbum, “Todas elas”, na sexta (19), às 21h, no BeFly Hall. No sábado, às 22h, a casa recebe os mineiros da Lagum, que lançam o também beloAs cores, as curvas e as dores do mundo”. 

O festival O Dia de Rock faz a sua segunda edição na capital, no sábado (20), às 14h, no Viaduto Santa Tereza, com entrada franga, e algumas bandas de Jufas no line up, como Martiataka e Libertá, além do DJ Aida Lage e as bandas Maurinho e os Mauditos, Sagrada Escritura do Gueto, Seu Madruga, Last Warning e os sextantes da Black Pantera. Horários aqui.

A sextante Nara Pinheiro se apresenta na programação da Série BH Instrumental no sábado (20), às 17h30, na Praça Floriano Peixoto, acompanhada do também sextante Marcio Guelber, Paulo Fróis e Bruno Vellozo. No mesmo dia, sobem ao palco Rafael Martini e Edu Ribeiro.

Assucena e João Camareiro
Vovô Bebê
Walfredo em busca de simbiose em cartaz em A Porta Maldita

Sampa – Depois de Olinda, o Mimo Festival ocupa espaços históricos do Centro da cidade com uma programação multicultural e gratuita. Entre os filmes em exibição, destaque para as obras sobre Jards Macalé, “Macaléia” (Rejane Zilles), e Arrigo Barnabé, “O homem Crocodilo” (Rodrigo Grota) que têm sessão gratuita sábado (20), às 16h, no Cine Olido. Na programação de shows, tem Pedro D-Lita Selecta, Lá no Xepangara, Edu Lobo, Cordel do Fogo Encantando e Roberto Fonseca, na sexta (19), Razões Africanas, Frevo Michiles, Votia, Delgrès, Ibéria, Bixiga 70, Annie and the Caldwell, no sábado (20), No rastro do pé do bode, Ortinho e Maria Alcina, Ubuntu Ensemble, Lia de Itamaracá, Carlos Malta & Pife Moderno e Academia da Berlinda, no domingo (21). Programação completa aqui.

O coletivo Gop Tun comanda o topo do Ephigenia, na sexta (19), às 23h, com RHR, Ananda e Sol b2b Nat Consentino; no 22º andar, e Gopers (Nascii, Caio T, Tyv e Gui Scott) all night long, no 23º andar.

A banda sextante Karnak faz show de lançamento do “Karnak Mesozóico” na sexta (19), às 21h, na Casa Rockambole.

O Baile na Terra 🐆✨ocupa o Tendal da Lapa, em Água Branca, neste sábado (20), com entrada franga e programação luxo com Bloco do Água Preta (que sai às 10h e chega ao Tendal às 14h), Toré Fulkaxó com Coletivo Kanewi (15h), o sextante Edgar (16h), Kaê Guajajara (17h30), Felipe Cordeiro e Lucio Maia Trio (19h) e DJs Lys e Raiz nos intervalos, com💧 água livre pra onça beber e pra tode mundo. 

A Feira do Orgulho Trans acontece no sábado (20), das 10h às 20h, na Galeria Metrópole, próxima à estação República do metrô, celebrando a competência, o talento e poder do empreendedorismo trans.

Tudo vai dar Sesc: Giovani Cidreira faz show sexta (19), às 20h, no 24 de Maio; Nabiyah Be, a filha brasileira de Jimmy Cliff, na sexta (19), às 21h, no Belenzinho; Stefanie, Ogi e Cris SNJ fazem o show do bom álbum “Bunmi” na sexta (19), às 20h, na Vila Mariana; o padrin FBC está sexta (19) e sábado (20), às 20h, no Belenzinho; Rael na sexta (19) e no sábado (20), às 21h, no Pompeia; Monobloco sábado (20) e domingo (21), no Vila Mariana, Vovô Bebê na quinta (25), às 21h, no Pompeia.

Thalma de Freitas faz show nesta sexta (19), às 20h, na Casa de Francisca. No sábado (20), às 20h, por lá, Ná Ozzetti e Patrícia Bastos cantam Dante Ozzetti. Assucena e João Camarero se apresentam por lá na quarta (24), às 20h. Na quinta (25), A Espetacular Charanga do França comanda a festa, às 20h.

Jorge Ben Jor faz showzera no sábado (20), às 20h, no Espaço Unimed.

Esperanza Spalding faz show sábado (20), às 20h, na Audio. Groundation e The Congos se apresentam lá no domingo (21), às 18h.

A banda Tuyo da gente faz show acústico, domingo (21), às 17h, na Casa Rockambole.

No sábado (20), às 23h, na Zig, tem Showmentaum com a icônica e sextante Clementaum, marcado sua volta ao Cuzil, com RHR, Rafa Maia, Milian Dolla b2b Laza, Luiz Santys e Cherolainne.

O ilusionista Maicon Clenk está em cartaz com seu novo espetáculo, “O grande show de mágica”,  no Teatro Sérgio Cardoso, até dia 21, sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 17h30.

A banda que eu gosto Walfredo em busca da simbiose é atração da Porta Maldita na quinta (25), às 20h.

Adame no níver da Bicuda
𝕊𝕐𝕂𝕆ℝ𝕊
Luiza Brina e a Dobra Discos no Tiny Desk concerts

Campinas – Essa instituição clubber que é a Bicuda completa sete anos com um back to back com o sextante Adame e 𝕊𝕐𝕂𝕆ℝ𝕊 neste sábado (20), às 20h.

SSA – Depois do sucesso do reality “King of drag”, que emocionou a valer, a cultura drag king tem conquistado mais espaços, que sorte a nossa. Nesta sexta (19), às 20h, a House of Kings apresenta um espetáculo com arte e performance, na Casa Preta Espaço de Cultura. Sábado (20) e domingo (21), o dia todo, terão oficinas de corpo, personagem, dublagem e maquiagem, e os participantes poderão se apresentar nos shows de outubro e dezembro.

RaMemes, o sextante presidente do sexo, faz gig na Flagra, na sexta (19), às 22h, na San. No sábado (20), às 21h, ele chega à Bueiro, em Petrolina (PE), no Benditto Bar

Natal – O Festival Periferia Transborda recebe Bixarte neste sábado (20), às 1730h, no Pátio da Pinacoteca.

Olinda – A Odara Ôdesce volta a ocupar a mágica Casa Estação da Luz, em Olinda, para mais uma tarde de música brasileira e carnaval fora de época neste sábado (20), às 15h, com as DJs Allana Marques, Lala K e Kid Camaleão.

RecifeNeste sábado (20), o duo sextante paranaense 43duo faz show com o grupo recifense Maalaa, no Darkside Studio, com entrada franga, às 18h.

BSB Katy Perry faz show da “The lifetimes tour” na sexta (19), às 21h, na Arena Mané Garrincha,

O after do show de Katy Perry na Dose terá a dupla que amamos CyberKills, Toni +, da Injustiçada, Felipe do Céu e GG Limona, nesta sexta (19), às 23h, no Espaço Galleria Club (Conic). No sábado (20), às 23h, o Cyberkills estará no Rio, na festa de um ano da Oasis, na 𝐓𝐡𝐞 𝐇ø𝐦𝐞.

O festival Elemento Move vai botar a Praça do Trabalhador pra tremer, sábado (20) e domingo (21), com shows do mineiro Djonga e GOG, MC Carol, Wiu, Febem, Monna Brutal, Realeza, Kaê Guajajara, DJ Dayeh e grande elenco. Entrada franga com retirada de ingressos aqui.

O Festival Convida faz uma série de noites, na Infinu Comunidade Criativa, recebendo os juiz-foranos sextantes da Varanda e Vera Cruz, no sábado (20), Edu Lobo, na segunda (22), os sextantes Sophia Chablau e uma enorme perda de tempo, na terça (23), Bixiga 70 na quarta (24), Mari Jasca e Sebastián Piracés, na sexta (26), a sextante Juçara Marçal no domingo (28), os sextantes Pelados e Tigre Robô no domingo (28) e os sextantes do Mombojó em 22 de novembro.

Curitiba – De sexta (19) a domingo (21), Josyara e Martins apresentam o espetáculo “Deu Match” na Caixa Cultural. Sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h.

POAO  compositor mineiro Fernando Motta faz show de seu quarto e belo álbum, “Movimento algum“, no Teatro dos Vampiros, na terça (23), às 19h, acompanhado do gaúcho gabo islaz.

Rede – Com ingressos esgotados, o Encontro para um mundo melhor da Amazônia Live rola no dia 20, no Estádio do Mangueirão, com Ivete Sangalo, Viviane Batidão, Lambateria convida Lia Sophia e Orquestra Jovem Vale Música. 

TourAs bandas Puro Suco (BSB), OGermano (RJ) e Luiz Barata (RJ) fazem a turnê “Shows pra balançar o pescocin”, passando por três estados: sexta (19) em Beloryhills, às 22h, na LAB,  sábado (20) na Casa Natura Musical, em São Paulo, e domingo (21) no Kingston, no Rio.

O capixaba André Prando faz mini tour voz e violão passando por Rio, sexta (19), no Dolores Club, São Paulo (27), no Bar Alto, Beloryhills (2/10), na Casa Outono, e Patos de Minas (4/10), no WhoSession.

A banda que amamos Boogarins faz show do álbum “Bacuri”, no sábado (20), às 18h, no Che Music Bar, em Aracaju, e no domingo (21), às 19h, em Maceió, no Rex Bar.

Na quinta (25), a queen Dacota Monteiro apresenta o show de cabaret e burlesco “Gala e Glamour”, às 20h, no Teatro Brigitte Blair. O espetáculo chega também a São Paulo, no dia 30, às 19h, no Teatro Sabesp Frei Caneca.

Tem Gongada Drag em Beloryhills, no sábado (20), às 20h, no Teatro Cine-Theatro Brasil, com Melody Queen, Kayete, Carambola, Thalia Bombinha, Nayla Brizard, Valenttini e Gabriel Freitas, e também a Gongada da Valenttini, em São Paulo, com Mercedez Vulcão, Penelopy Jean, Alexia Twister, Gretta Star, Suzy Brasil e Tiffany Bradshaw, na quinta (25), no Teatro das Artes, às 20h.

Destaque sextante aqui em dois momentos, com o single do Clube das Exaustas e com o belo álbum “Prece”, Luiz Brina, da Dobra Discos, é a convidada da semana no Tiny Desk Concerts, que emocionou legal.

Playlist com as novidades musicais da semana, que consolida às 2h da sexta. Todas as playlists de 2024, 2023 2022, 2021 e 2020 nos links

Para melhores resultados, assista na smart TV à playlist de clipes com Allie X, Sleaford Mods, Zach Hill & Lucas Abela, Frost Children + Kim Petras, Damiano David + Tyla + Nile Rodgers, Little Simz, Ottopapi, Chet Faker, Laufey, Os Garotin, Chlöe, Gorillaz + Sparks, Jacob Collier, Sumerian, Demi Lovato, Mercedez Vulcão, Amanda Magalhães, Bruna Lucchesi  e Twenty One Pilots

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