Artista mexicano que vive no Brasil lança primeiro e corajoso álbum solo, composto em clínicas de reabilitação, no qual enfrenta, com arte, diagnósticos de bipolaridade tipo 1, fibromialgia, depressão, borderline e adicções
por Fabiano Moreira
sextaseibaixocentro@gmail.com
O mexicano naturalizado brasileiro Mateo, 32 anos, é um dos fundadores da banda Francisco, el Hombre e produtor de quatro álbuns do grupo, duas vezes indicado ao Grammy Latino, e também do duo Baby, criado com a paraense e rabequeira Luê, na quarentena da Covid, com quem lançou dois EPs e um álbum. Agora, faz a estreia solo com o corajoso álbum “Neurodivergente”, com participação de Luê na faixa “Una vez más”, composta para o irmão, Sebastián, com quem fundou a banda Francisco, el hombre. Diagnosticado com bipolaridade tipo 1, fibromialgia, depressão persistente, traços de borderline e em recuperação de adicções, Mateo defende, abertamente, com o álbum, o cuidado com a saúde mental, abrindo suas próprias vulnerabilidades como forma de força. As oito faixas foram escritas e produzidas entre recaídas e retomadas de clínicas de reabilitação. Batemos um papo, por e-mail, depois de ter ficado, por semanas, cantarolando, mentalmente “triste, apenas mais um triste”, canção-mantra que nos convida à reflexão no mundo do capital. “Essa música, “Apenas mais um triste”, é para mim, de longe, a música mais triste do álbum. Isso porque ela é leve, grudenta, chicletinha, fácil de decorar, mas ela banaliza completamente a tristeza. E sinto que muita gente que passa por crises de depressão ou doenças, que levam à algum tipo crônico de tristeza, passa por um momento longo de achar que sua condição é “só mais uma”, como se não tivesse nada de especial. Justamente por estarmos num mundo capitalista no qual a produtividade está acima da saúde mental, acredito que cada ume acaba se incluindo dessa linha de produção e tendendo a passar pano na sua tristeza”, reflete. Falamos também da Cracolândia, que inspirou a composição de “La insanidad”. “Do mesmo jeito, a humanidade dessa cidade nômade autônoma é desconsiderada quando a polícia chuta ela de um lado para outro de acordo com os interesses de grandes imobiliárias que gentrificaram o centro e outros ambientes por onde a cracolândia passou. Isso é, sim, necropolítica, porque usam a morte da humanidade dessas pessoas, a esterilização delas enquanto seres humanos passando fome, uma doença de adicção e várias outras necessidades, para instituir o medo à cidade”, analisa.
Moreira – “Apenas mais um triste” grudou na minha cabeça feito um mantra e ficou martelando, levando a algumas reflexões sobre o imperativo da felicidade imposto pelas timelines das mídias sociais e da indústria cultural, com as músicas com os bpms cada dia mais acelerados. Eu mesmo, na curadoria das playlists aqui da Sexta Sei, tenho uma tendência a selecionar músicas alegres, pra cima, já que a vida já é tão dura, “la guerra me ay strupatto tanto bena”, como dizem os Mutantes. Fica difícil pra quem está triste encarar? O capitalismo não quer ninguém triste? Temos que sorrir e produzir?
Mateo – Ironicamente, fico muito feliz que essa música tenha batido assim em ti. Eu, realmente, pensei na construção sinestésica de cada música desse álbum, rítmica e harmonicamente falando, querendo atingir o objetivo, passar o sentimento que tinha quando a escrevi. É para além de palavras, são sensações e sentimentos cruzados. Essa música, “Apenas mais um triste”, é para mim, de longe, a música mais triste do álbum. Isso porque ela é leve, grudenta, chicletinha, fácil de decorar, mas ela banaliza completamente a tristeza. E sinto que muita gente que passa por crises de depressão ou doenças, que levam à algum tipo crônico de tristeza, passa por um momento longo de achar que sua condição é “só mais uma”, como se não tivesse nada de especial. Justamente por estarmos num mundo capitalista no qual a produtividade está acima da saúde mental, acredito que cada ume acaba se incluindo dessa linha de produção e tendendo a passar pano na sua tristeza. Porém, se tem algo que aprendi nesse processo todo, é que nós, neurodivergentes, temos, sim, a possibilidade de viver bem, equilibrades, de uma forma que encontre uma rotina que nos faça bem. Temos que ir atrás, temos que acreditar no nosso processo.
Moreira – Seu álbum de estreia solo, “Neurodivergente”, é muito corajoso ao abrir tanto da sua vida pessoal e da sua ficha clínica, um mergulho nas dores da saúde mental e da adicção, falando também de surtos e até tentativas de suicídio, abrindo seu diagnóstico de bipolaridade tipo 1, fibromialgia, depressão persistente, traços de borderline e ainda em recuperação de adicções. Parte do álbum foi composto em clínicas de reabilitação? Como foi o seu processo de composição e gravação? Como foi a decisão de abrir essa intimidade toda ao público? Faz parte do processo de tratamento e cura? Muito corajoso.
Mateo – Eu entrei na primeira reabilitação em 9 de janeiro de 2024 e, como estava enfrentando uma limpeza de álcool, eu passei direto pra ala mais “tensa” da clínica, onde não me permitiam estar com o violão (por segurança mesmo). Dentro dela, eu fui percebendo que, quanto mais eu me abria nos grupos, mais eu sentia que tinha um paralelismo forte com as pessoas do meu lado. Me senti muito menos só no mundo. Comecei a sentir que precisava escrever sobre, porque a minha certeza era que eu não viveria muito mais. Falo muito honestamente quando digo que eu já havia desistido, e o suicidio era o futuro mais palpável. Então, fazer essas músicas, para mim, entrou como uma materialização do que eu estava passando, que eu devia para as pessoas que me amam – era preciso registrar essa dor minha como uma carta pós-mortum para essa minha família que tanto me ajudou. Não compus pensando num álbum. “Neurodivergente” são canções escritas dentro das duas reabilitações – produzidas no meio tempo entre uma e outra, um pouco depois de sair da segunda e pouco a pouco. Ao ir produzindo, percebi que eu ia abrindo para trabalhar outro tipo de música, muito mais leve e propositiva.
Moreira – “La insanidad” fala sobre a Cracolândia, a partir de relatos de um amigo da clínica aonde você se tratava. Você já esteve nessa área? Parece que, após a tentativa do Estado de acabar com a concentração de pessoas ali, uma nova “cracolândia” está sendo formada ao lado do muro que delimita o Hospital das Clínicas, no acesso da avenida Doutor Arnaldo à avenida Rebouças, na zona oeste. Na música, você questiona a desvalorização de bairros, para expulsar os moradores de rua à força, a gentrificação. O conceito de insanidade é usado para matar? É a necropolítica?
Mateo – Sim, você disse tudo na própria pergunta. Comecei a escrever ela a pedido de um amigo que fiz durante minha internação, que queria que eu explicasse o universo invertido de valores lá dentro, onde um celular pode valer menos que uma caneta, porque a caneta serve para a subsistência do vício, e o celular não tem tanto uso de sobrevivência assim. Eu convivi nos arredores da “craco” quando eu abastecia meu vício em pedra e pude ver, em primeira mão, algumas realidades nesse sentido, assim como vivi esses ambientes anos antes, quando também usava muito essa droga no interior de São Paulo. E, então, veio muito à minha mente esse conceito de “noia” que se usa popularmente para diminuir a identificação de um usuário ou morador de rua enquanto pessoa. Se você não entende aquela pessoa, seus valores, sua linguagem e suas necessidades, ela passa a ser “noia”. Do mesmo jeito a humanidade dessa cidade nômade autônoma é desconsiderada quando a polícia chuta ela de um lado para outro de acordo com os interesses de grandes imobiliárias que gentrificaram o centro e outros ambientes por onde a cracolândia passou. Isso é, sim, necropolítica, porque usam a morte da humanidade dessas pessoas, a esterilização delas enquanto seres humanos passando fome, uma doença de adicção e várias outras necessidades, para instituir o medo à cidade.
Moreira – “Una vez más” foi composta para seu irmão, Sebastian, mas você acabou não conseguindo chamá-lo a gravar a faixa e a fez com Luê. A música é um pedido de perdão e foi inspirada por uma overdose de cetamina em Madrid, durante uma recaída? Conte mais sobre o que te levou a compor essa canção.
Mateo – Com a Francisco, el Hombre eu quase nunca subi muito louco ao palco, especialmente com o uso de drogas. Se tem algo que eu agradeço muito ao meu corpo (e são poucas que eu posso agradecer) é que eu nunca fui muito criativo e efetivo quando sob uso de substâncias. Porém, eu levava droga dentro da minha mala, muito bem escondida, em turnês internacionais, porque eu não sabia aonde conseguiria a cetamina que eu precisava naquele momento. Numa dessas, passei do ponto enquanto andava na rua no Dia do Orgulho em Madrid e desmaiei no meio da rua, bati a cabeça num poste e acordei numa ambulância. Alguém me viu cair e bater a cabeça e chamou uma ambulância (me salvei graças a essa pessoa, que não sei quem é até hoje). Era uma overdose e foi a gota d’água para meu irmão, que tanto me ajudou de formas inacreditáveis. Tivemos uma conversa duríssima, mas totalmente necessária, alguns dias depois. Escutei muito do que eu precisava escutar e, nesse momento, comecei a perceber o desligamento da esperança das pessoas que tinha até então esperança na minha melhora. Meu irmão fez bem além do que precisava para me ajudar. A Francisco, el Hombre começou porque ele queria me ver viver em um momento que o suícidio também estava batendo na minha porta. A minha vida toda me vi na situação do Seb estar se desdobrando para me acompanhar e não me deixar desistir. Então, assim saiu “Una vez más”, no dia dessa conversa que mencionei alí em cima. Eu queria que ele cantasse junto com Luê (a outra pessoa que me ajudou e apoiou em todos os momentos que qualquer pessoa desistiria), mas não achei a coragem de pedir para ele reviver essas memórias.
Moreira – Você tem a palavra “bipolar” tatuada no abdômen. Como foi essa decisão de inscrever esse diagnóstico na própria pele? É um “statement”, uma declaração poderosa.
Mateo – Eu passei praticamente a minha vida toda em um movimento entre negar a possibilidade de um diagnóstico e cura e de não querer melhorar. Eu me identificava com a morte prematura por suicídio logo no começo da adolescência e já abria mão de uma possível melhora. Eu quis me afundar nas substâncias e, quando ficava insuportável, eu fazia de tudo para esconder, ou pedir ajuda das pessoas. Isso foi minha vida inteira até que escrevi “Querida” (a única escrita fora do momento das reabilitações), quando eu percebi que estava prestes à uma tentativa de suicídio com zero chances de erro. Quando veio a confirmação do diagnóstico, eu quis fazer algo que me impedisse de voltar atrás de assumir uma condição. Daí em diante, eu teria que aprender a lidar com aquilo de um jeito ou de outro. Tatuagem é assim, né? Você marca na pele e depois o significado em relação àquilo vai mudando e sendo ressignificado. Hoje me orgulho dela, sou Neurodivergente e sou livre, estou em recuperação e tenho o poder de melhoria em minhas mãos.
Abaixa que é tiro!💥🔫
A faixa “Bisha”, do álbum “Eu te conto tudo” (2024), do cantor, ator e compositor queer recifense Renanrenan e da banda paulistana Os Amanticidas ganha clipe, dirigido por Clara Lucena, no qual o vocalista interpreta um super-herói mascarado que percorre as ruas do Recife em busca de héteros malcriados e os transforma, com seus poderes, em nuvens de glitter rosa. O clipe ganha show de lançamento, nesta sexta (25), às 21h, no Teatro B32, no Itaim Bibi, em São Paulo, com participações especiais de Pedro Índio Negro e NIWA. A faixa, um hino pop-tropicalista de afirmação, identidade e força sobre a potência de ser o que se é, ressalta que ninguém é uma coisa só. A personagem principal, vivida pelo próprio cantor, é uma apresentação humorada, festiva, política e poderosa da voz e do corpo de Renanrenan ao mundo. O clima oitentista da canção se combina perfeitamente à linguagem visual do clipe, fortemente inspirada em HQs.
Eu já tinha falado aqui da banda Memórias de ontem, de Belo Horizonte, quando eles lançaram o primeiro single, “Quase lá”, de seu álbum de estreia, que está vindo aí. Essa semana, eles lançaram o segundo single, “Translúcido”, com as participações da sextante Clara Bicho, irmã gêmea do guitarrista e vocalista Gabriel Campos, e de João Carvalho, da El Toro Fuerte. A faixa reflete sobre relações falsas no mundo da música. Além de Gabriel, a banda é formada pelas irmãs gêmeas Camila Nolasco (baixo) e Alice Eskinazi (bateria), influenciada pelos movimentos “Rock Triste” e “Emo Caipira”. O clipe foi produzido pela produtora audiovisual Slimbi, com direção de Mariana Barbosa.
Jufas – Atenção maníacos por Drag Race, como eu, pois as queens Mellody Queen, que está representando Minas da atual temporada Brasil, e Shannon Skarlett, da primeira temporada, estarão, sábado (26), das 15h às 22h, na Praça Antônio Carlos, no Bailão da Sarraah, em tarde que ainda tem as locais Uiara Cardinally, Aurora The Witch, Titiago, Isma Vep, Alma Quimera e Loren Z. Depois, tem after no Rocket Pub, com DJs Mellody Queen, Loren Z e Kmera e performance de Saraah.
No sábado (26), tem Samba na Praça com Sandra Portella, na Praça Deputado Clodesmidt Riani,a partir das 14h, com participações de Nelsinho do Pagode, Alexandre Pereira, Grupo Dez a Dez, Cantor DM, Nossa Resenha, Pagode do Lelinho, Serginho Melhor Assim, Avelino Samba e Raiz e Moacir do Cavaco. Entrada franca.
A 36ª edição do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga acontece até 2 de agosto de 2025, com atenção ao repertório brasileiro dos séculos XVIII ao XX. Com agenda diversificada, o festival oferece programação gratuita de concertos, conferências e oficinas. Entre os destaques, estão Metamorphosis Cia. de Arte Barroca, USP Filarmônica (Brasil), La Real Cámara (Espanha) e Ensemble Portingaloise (Portugal). A programação completa está aqui.
Ibitipoca – Sexta (25) e sábado (26), às 21h30, rola o Ibitipoca Jazz Festival, no Serra do Ibitipoca Hotel de Lazer, comemorando 25 anos de evento. No line-up, sexta tem Marvio Ciribelli Quarteto (RJ) convida Tom Bergeron (Oregon / EUA) e Dudu Lima Trio com participação especial de Alice Santiago, Tatá Rocha e Sarah Vieira (MG), e, no sábado, tem Mark Lamber Organ Trio feat Leo Mitrulis (Nova York / EUA) e Dudu Lima convida Wagner Tiso (RJ).
Búzios – Uma das entrevistas mais legais aqui da página, olho no olho, o BaianaSystem é o headliner do festival Cores de Búzios, das 13h às 22h, no Clube Aretê, que ainda tem Marcelo Falcão e a banda que eu gosto ETC.
Beloryhills – A juiz-forana Basement Tracks faz show com a banda que eu gosto Atalhos, sexta (25), às 18h, no Estúdio Central. A dobradinha de sucesso se repete no sábado, no Maquinaria, em Jufas, às 20h. Os meninos de Birigui ainda fazem show no Rio, no domingo (27), às 19h, com a Garotas Suecas, na Audio Rebel.
No sábado, às 22h, tem Baile da Cabra, pela primeira vez em BH, com tecno melody, bregafunk, arrocha, bregadeira, pagodão, piseiro, noiadance e arrocha funk com Cleiton Rasta e Cabra Guaraná, na Autêntica.
Tem 🌿Natiruts no Parque, na Pampulha, pra quem perdeu o show do Minerião, no sábado (26), às 13h.
No sábado (26), às 21h, tem Paulinho da Viola e show de “Quando o samba chama”, no Palácio das Artes.
Neste sábado (26), a festa AHouse completa um ano, no Centro de BH, às 23h, recebendo Caio T, do núcleo Gop Tun, de Sampa, o nosso Jota Januzzi, Rebecca, Daniel D e Larys.
Enquanto houver orgulho, haverá esperança, e a festa @bsurda faz a sua 5ª Parada, das 14h às 21h, na Funarte, no Centro. Pessoas trans, PCDs e drags montadas têm entrada liberadas.
O táxi lunar vai desembarcar na Praça da Liberdade,domingo (27), às 18h, na showzera de Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto.
Rio – Como resultado do Nova Orquestra Camp, realizado entre 23 e 25 de julho em Itaipava, o 25 anos Vale Música tem apresentações gratuitas sábado (26), com forró, 11h, Junta Local, 13h, no CCBB, em homenagem a Tim Maia, forró no Quiosque Alalaô, Ipanema, às 16h, e mais graves e agudos no Leão Etíope do Méier, às 18h; e domingo (27), às 11h, com Baile da Nova Orquestra nos pilotis do Museu de Arte Moderna do Rio (MAM).
O instrumentista carioca que eu gosto Antônio Neves faz show de lançamento do álbum “De las Nieves”, que resenhei aqui, no Manouche, na quarta (30), às 20h30.
Paraty – A 23ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) rola até o dia 3 de agosto, com a curadora literária da editora Ana Lima Cecilio, homenageando Paulo Leminski. São 20 mesas literárias, que ocorrem no Auditório da Matriz, além da Flipinha, programação da dedicada às crianças. Entre os autores confirmados, estão Valter Hugo Mãe, um dos principais escritores portugueses da atualidade, estará em mesa extra no dia 1 de agosto, sexta-feira, às 13h30; Gregorio Duvivier, que participa da mesa “Palavras: vida e obra”, no dia 1 de agosto, às 21h; Tiago Rogero, criador e coordenador do projeto Querino, criador e apresentador dos podcasts narrativos “Vidas Negras” e “Negra Voz”, estará na mesa 9, “O Brasil no espelho”, ao lado de Ynaê Lopes dos Santos, no dia 1 de agosto (sexta), às 12h; a escritora mexicana vencedora do Prêmio Pulitzer de 2024 e Cristina Rivera Garza, na mesa 17, “Invenção, memória”, ao lado de María Negroni, no dia 2 de agosto (sábado), às 17h, Dá pra acompanhar pelo YouTube.
Fortaleza – Carlos do Complexo faz set no Baile do Radar, Radar Pub, na sexta (25), às 20h, em noite que ainda tem Rennó, DDzin, Lucas BMR, Vasc e Lari B.
Katy da Voz, bebê, e as Abusadas fazem show, pela primeira vez, em Fortaleza, sábado (26), às 21h, na Kosmica.
Sampa – Chameleo faz show de lançamento do deluxe “Sobrecarga”, sexta (25), às 22h, no Zig Studio, com participações especiais de Katy da Voz e as Abusadas, Kaya Conky, Jup do Bairro, Laysa e Bivolt e DJs sets de RaMemes, Cyberkills, S4tan e Rafa Maia.
Bruna Lucchesi, Gustavo Galo, Juliana Perdigão e Vitor Wutzki apresentam o espetáculo Tudo a ver, nesta sexta (25), às 20h, no Odette, no Bixiga, quando apresentam um repertório de textos transformados em canções, retomando a origem da poesia com a música como seu suporte principal. O repertório é composto por parcerias com Angélica Freitas, Bashô, Rilke, Ledusha, Fabricio Corsaletti, Leonardo Gandolfi, Nanao Sakaki, Ricardo Aleixo e outros.
A Brutus faz edição na Casa da Luz, no sábado (26), às 23h, com os DJs Bispo, Bueno, Nega Nervous e Vini.
No sábado (26), às 22h, na Central 1926, Praça da Bandeira, tem Baile do Treze com Brime e 2zdiniz pela primeira vez na festa, que segue ainda com os residentes Febem, Cesrv e Fleezus.
Tudo vai dar Sesc: tem Siba sexta (25), às 20h30, no Belenzinho; Rogério Skylab sexta (25) e sábado (26), às 19h30, no Avenida Paulista; Crizin Da Z.O. com participação de Edgar, lançando o novo EP “ACLR+6” no sábado (26), às 20h30, no Belenzinho; João Gordo apresenta o show Brutal Brega, sábado (26), às 20h, no Santo Amaro; o álbum “Fruto Proibido”, de Rita Lee, celebra 50 anos com Arícia Mess nos vocais, Sophia Chablau nos vocais e na guitarra e uma superbanda feminina, sábado (26), às 21h, no Pompeia; Música De Montagem no sábado (26), às 19h, no Vila Mariana; Fuzaka convida Edgar domingo, às 14h, no Guarulhos; e Paira celebrando o lançamento do single “Confissão”, na segunda (28), às 19h, no Carmo.
Thalma de Freitas faz show “Serendipidades”, na sexta (25), às 21h, na Casa Natura Musical, em novo formato de shows da casa, com a proposta de criar um espaço ainda mais intimista, chamado Sala da Casa. A Casa se transforma em uma grande sala de estar, sem lugares marcados, com sofás, mesas e pista livre. No sábado (26), às 21h, Negra Li apresenta seu mais novo álbum, “O silêncio que grita”, comemorando 30 anos de carreira.
A sereiona Rachel Reis passa com a Divina Tour pelo Cine Joia, no sábado (26), às 20h.
Dora Morelenbaum, Iorigun, Vera Fischer Era Clubber e os sextantes Caco/Concha se apresentam na quinta (31), às 19h30, no Bar Alto, no Circuito Nova Música.
POA – BK continua com a DLRE Tour pelo país, passando pelo Auditório Araújo Vianna, nesta sexta (25), em Porto Alegre, e no domingo (27), às 19h, na Concha Acústica, em Salvador.
Recife – Arnaldo Antunes apresenta show da turnê “Novo mundo” sexta (25), às 21h, no Teatro Guararapes.
BSB – A V de Viadão está de volta à capital federal, com Melina Blley, queen da season 2 do Drag Race BR, sábado (26), às 22h, no Birosca.
A Batekoo aterrissa em Brasília na sexta (25), às 22h, no Externa, com MC Carol, @klapthis, @aishambikila & @yaminahmello, @ursula.zion convida @isiszavlyn, @umiranda e @jakeceiii.
João Pessoa – A queen Tássia Reis faz show gratuito da tour “Topo da minha cabeça”, seu último álbum, celebrando o dia da mulher negra latino americana e caribenha em João Pessoa, no Teatro Arena do Espaço Cultural, dia na sexta (25), às 21h30.
Curitiba – Zé Manoel e Amaro de Freitas celebram o Clube da Esquina na Caixa Cultural Curitiba, de 30 de julho a 2 de agosto, às 20h.
Tour – O núcleo de DJs e festa Gop Tun faz tour com o chileno Nicolas Jaar pelo Brasil, passando por Rio, quinta (31), na Sacadura Cabral, Curitiba, sexta (1), na Ópera de Arame, São Paulo (2), na Arca, e Porto Alegre, no Opinião (3)
Depois de lançar o single “Flor de Lis (Upside Down)“, uma releitura bilíngue do clássico de Djavan que passou aqui pela playlist sextante, a cantora e compositora norte-americana Samara Joy faz shows dia 31, em São Paulo, no Teatro Cultura Artística, e no Rio, no dia 2 de agosto, no Vivo Rio, estreia do Queremos! Jazz.
A banda mineira de noise pop ou punk experimental Lupe de Lupe está em turnê pelo Brasil para divulgar o novo álbum, “Amor”, com 25 shows que passam por Sorocaba, nesta sexta (25), no Deaf Haus, e neste sábado (26), no Sesc Belenzinho, em São Paulo. Mais datas no site, tá quase tudo esgotado, corrão.
Playlist com as novidades musicais da semana, que consolida às 2h da sexta. Todas as playlists de 2024, 2023, 2022, 2021 e 2020 nos links
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