Inspirados por Måneskin, Muse e The Pretty Reckless, os vencedores da última edição do Festival de Bandas Novas querem compor em português e encontrar o próprio caminho
por Fabiano Moreira
sextaseibaixocentro@gmail.com
Já faz tempo que eu estou de olho na banda juiz-forana Purple Lips, vencedora do tradicional Festival de Bandas Novas, em 2024, e dona de um visual fashion e único, como resenhei aqui, falando de seu single de estreia, “Adrenaline”. Nesta sexta, chega às plataformas o segundo trabalho, “Insanely addicted”, com riffs contagiantes, batidas eletrônicas e uma performance vocal carregada de atitude, parte da construção do primeiro EP do grupo, todo composto em inglês. Os irmãos Gio Valentti (vocal) e Gabriel Costa (guitarra) e João Garnier (baixo), que é filho da minha amiga Aline Azevedo, começaram a trajetória com os “lábios rosa” e acabaram transicionando para o nome Purple Lips, mas sem referência à canção de Nico, a modelo alemã que foi também vocalista da banda nova iorquina Velvet Underground, considerada a primeira banda de rock alternativo, e musa de Andy Warhol e também de Alain Delon, Lou Reed, Brian Jones, Bob Dylan e Iggy Pop. No próximo dia 18, eles são atração da festa IndieGlam, às 21h30, no Beco, quando o público poderá conferir a juventude e a vitalidade deles no palco. Batemos um papo, por e-mail, no qual falamos da estratégia de ir lançando o EP faixa a faixa, construindo sua audiência, em um mercado abarrotado de lançamentos e o imperativo de alimentar mídias sociais. “O momento é de alcançar pessoas novas e construir essa base com lançamentos novos e constantes”, reflete João Garnier. Com referências que vão do glam rock ao britpop, com uma queda gravitacional pelo hard rock dos italianos da Måneskin, eles estão construindo uma identidade sonora, já que o visual, criado por Gio, está bem no ponto. “Ao terminar a sequência de lançamentos do EP, queremos focar no nosso trabalho em português. Escrever em inglês sempre foi mais fácil para todos nós, porque nossas referências são todas internacionais, e isso acaba influenciando demais. Além disso, estamos também buscando o nosso som, tentando nos encontrar como artistas e vendo o que diz mais sobre nós, como banda”, arremata Gio Valentti. Vou adorar acompanhar.
Moreira – Como vocês se conheceram e como resolveram formar a banda? É bacana que tenham vencido o Festival de Bandas Novas do ano passado, que é tão tradicional da cidade e conhecido pelo exército de camisas-preta na plateia. Legal uma banda que trabalha com conceitos de glam rock no som e nos visuais chame a atenção deles e quebre paradigmas. Eu adoro o Adriano Polisseni e acho o trabalho do festival essencial para a cidade.
Gio Valentti – Antes de sermos Purple Lips, tínhamos um outro nome e uma outra formação. Passamos por muita coisa antes de chegarmos onde estamos hoje. A antiga baterista era a amiga que eu e João tínhamos em comum. Os dois estavam com a ideia de formar uma banda, e quando eu apareci no caminho, eles me convidaram. No início, éramos uma bateria, um baixo, uma voz e uma caixinha bluetooth tocando por baixo. Até eu levar meu irmão, o Gabriel, num ensaio, e ele, com segundas intenções, chegou já sabendo tocar todas as músicas na guitarra. Tínhamos também um teclado. Mas as coisas desandaram e desfizemos a formação. Na época, chamamos de evolução, e foi mesmo. Voltamos na nossa melhor versão, apaixonados demais pelo projeto e no que ele se transformaria a partir dali.
Moreira – Vocês fizeram a opção de ir divulgando o primeiro EP single a single. Essa estratégia tem a ver com os imperativos da indústria de música, que jorra lançamentos todas as semanas? Como chamar a atenção em uma indústria com tanto volume de lançamentos?
João Garnier – Sim. Pensamos em algumas estratégias para realizar os lançamentos e sentimos que essa era a que mais fazia sentido, por dois motivos. Primeiro porque percebemos que, se fizéssemos isso, teríamos muito mais tempo de lançamento e, dessa forma, teríamos muito mais contexto para estar bombardeando as redes sociais o tempo todo. E, principalmente, se considerarmos que ainda não somos uma banda nacional ou internacional, é uma estratégia muito melhor pois nos dá mais chance de estar sendo vistos, justamente por poder estar o tempo todo lançando algo novo e sempre postando conteúdo sobre. E o segundo motivo também é algo importante de se entender enquanto artista: se você não possui uma base de fãs relativamente grande, não faz sentido lançar um álbum completo. O momento é de alcançar pessoas novas e construir essa base com lançamentos novos e constantes, então lançar um monte de música ao mesmo tempo, no contexto em que estamos, é basicamente desperdício. Entender isso facilita algumas questões.
Moreira – Quando eu era adolescente, nos anos 90, as bandas gravavam fitas demo e trocavam este material por cartas, assim como os fanzines. Era muito comum as bandas cantarem tudo em inglês, talvez até pela falta de modelos nacionais de rock. Vocês pensam em compor em outras línguas? Vocês têm uma estratégia de divulgação a nível mundial? Fico curioso para ver com vocês soariam em português. Já pensaram em compor na língua nativa?
Gio Valentti – Pensamos sim. Ao terminar a sequência de lançamentos do EP, queremos focar no nosso trabalho em português. Escrever em inglês sempre foi mais fácil para todos nós, porque nossas referências são todas internacionais, e isso acaba influenciando demais. Além disso, estamos também buscando o nosso som, tentando nos encontrar como artistas e vendo o que diz mais sobre nós, como banda. Esse EP tem muito disso, ao final dos lançamentos, você vai conseguir perceber. É claro que todo mundo quer ser mundialmente reconhecido, mas ainda não estamos pensando nisso. No início, ainda éramos inocentes em achar que seria fácil ser internacional, mas não é tão fácil quanto parece, principalmente porque não temos planos de ir morar fora tão cedo. Temos alguns fãs estrangeiros que chegam por meio do Tiktok, mas no momento estamos focados em crescer nossa carreira no Brasil.
Moreira – Acho que os visuais da banda são quase como um quarto integrante, né? Pois vocês contam muitas histórias com os figurinos. Muitas das peças vêm da marca Upco, da Aline Azevedo, mãe do João, né? O trabalho da marca é lindo demais e muito potente, pois fala de aproveitamento em tempos de escassez de matéria-prima.
Gio Valentti – Essa parte é muito importante pra mim. Eu sou muito ligada à moda, acredito que conseguimos expressar tanto por meio dos nossos figurinos, da forma que nos portamos no palco e na mídia. É a primeira coisa que as pessoas prestam atenção, prende o olhar, e elas são obrigadas a notar o som. Penso sempre no contexto do show, do evento em que estamos tocando, na setlist e o tipo de imagem que queremos passar em cima do palco, mas uma coisa é certa, sempre vamos sair do óbvio. Não gosto que as pessoas pensem na gente apenas como uma banda de rock que sobe no palco de jaqueta de couro e faz um som pesado. A Purple Lips é muito mais do que isso. Gostamos de nos expressar em várias outras formas de arte, e a moda é muito importante para a banda, até em termos de identidade visual. E, de certa forma, acaba atraindo pessoas que se interessaram por causa disso. A Upco se juntou a nós nessa parte. Tivemos também uma marca parceira de BH, que nos viu na internet e mostrou interesse em participar desse processo junto com a gente. Então, o nosso visual é uma coisa que não abro mão. Estamos conseguindo criar um visual único e isso é muito importante.
Moreira – Quais são as principais influências musicais de vocês? O que ouvem que os inspira a criar o material da Purple Lips, que vai do glam rock ao pop alternativo? O que esperar dos próximos lançamentos?
João Garnier – A gente se inspira em muitas bandas internacionais, mas diria que as principais são Måneskin, Muse e The Pretty Reckless. Nosso estilo visual junta algumas coisas do glam extremo do Måneskin com o gótico do The Pretty Reckless e, visualmente, conseguimos criar uma coisa realmente única. Bebemos bastante da sonoridade deles também, mas ainda estamos tentando achar um som que seja só nosso, que a pessoa escute e saiba que é a Purple Lips. Tanto que, nesse EP, as músicas alternam entre várias sonoridades, pois não podemos nos limitar ainda justamente porque queremos achar uma parada que represente uma identidade única. É isso que todo artista deveria buscar. Então, se, visualmente, nós já estamos lá, temos algo que é só nosso e ninguém consegue copiar, sonoramente eu diria que ainda estamos experimentando, mas que, em lançamentos futuros, com certeza já estaremos com um som mais uniforme e maduro. Queremos criar algo absolutamente novo e diferente.
Gabriel Costa – Em todas as nossas músicas, você vai perceber um som bem distorcido. Guitarras cada vez mais distorcidas e baterias mais comprimidas. Como a Gio falou, estamos buscando o nosso som, e é hora de testar. Eu, pessoalmente, tenho muitas referências britânicas dos anos 90, então busco trazer o som mais ‘britpop’ para as próximas músicas. “Adrenaline” partiu de uma ideia minha. Fui criado ouvindo metal, hardcore, entre outros sons pesados. “Insanely addicted” já mostra um pouco o nosso “pé” no pop, mas veio da Gio, que é o lado pop contemporâneo da banda. Nossas referências são bem ecléticas, e agora é o momento certo para deixar todas fluírem. Acho que é o momento de criar nosso som mainstream autêntico. Somos muito de fases, não espere o mesmo tipo de som em um lançamento nosso. Para as próximas, vamos brincar bastante entre esse lado hard rock e rock, com referências do britpop.
Abaixa que é tiro!💥🔫
Julieta Social é um coletivo musical de São Paulo que acaba de lançar o seu primeiro single, “Casos de Colômbia”, acompanhado de clipe dirigido por Ignácio Fariña. É um projeto coletivo que surge do encontro entre artistas em movimento, com produção de Rubens Adati e participação da artista Mariana Estol, com os integrantes Rafael Bastos (voz/SP), João Durão (violão/ES) e Rodrigo Mattos (bateria/SP/RJ). A faixa reúne elementos do rock nacional, e tem influências como Radiohead, Chico Buarque, Arctic Monkeys, The Doors e Cazuza. “Casos de Colômbia” antecipa o espírito da série de lançamento que irá culminar no disco de estreia: uma obra atravessada por histórias de juventude, contradições, transformações e afetos — fruto de uma escuta ativa entre artistas em constante construção. A banda propõe uma criação coletiva e aberta, com artistas convidados participando de cada faixa de forma única. A faixa é parte de uma sequência de lançamentos via Forever Vacation Records e reflete sobre as confusões de novos momentos. Com letra inspirada na cultura latina e base harmônica minimalista, formada por dois acordes, a faixa é um“soco na cara”, segundo os criadores.
“Como é uma música de dois acordes, o desafio foi criar uma melodia que expandisse além da simplicidade harmônica do violão. Um exercício bem divertido de fazer. Nela, soltei a criatividade e improvisei vocais em cima desses acordes, explorando caminhos menos óbvios e fugindo do convencional”, explica João. O single antecipa o álbum de estreia, uma obra atravessada por histórias de juventude, contradições, transformações e afetos — fruto de uma escuta ativa entre artistas em constante construção.
A Tradicional Batalha do Real “Capítulo I: Batalha da Criação” acontece no sábado (12), às 22h, na Casa Savana, no Centro do Rio, promovida pela Liga dos MCs e pela Brutal Crew, ambas capitaneadas por Aori Sauthon, uma espécie de guru para a turma do rap. Quatro MCs, representando quatro batalhas lendárias, do Coliseu (MC MT), Independência BXD (MC Sereia BxD), Jamaica (MC João Vega) e Santo Amaro (MC Anjos) enfrentam-se no formato dupla eliminação, ou como diz o grito de batalhas criado na Batalha, “dois MCs vão cair no bang-bang, e o que queremos ver? Sangue!”. A batalha tem apresentação de Negra Rê, cria da Brutal Crew, e as pick-ups são comandadas com dois monstros do setor, o DJ Pachu e o Mestre LP, que soltam as bases para as rimas. Além das batalhas, a noite tem shows ao vivo do mineiro Matéria Prima e dos cariocas Aika Cortez, Lis MC, Sativa’Mente e Spike. As batalhas são comentadas, ao vivo, por Allan Freestyle, Big Jaum e Malê BXD. Em breve, Aori Sauthon lança “Preliminares”, novo single com produção de Terror dos Beats, beatmaker, produtor musical e DJ, fundador dos grupos Cacife Clandestino, ADL e dos selos IssoQueÉSomDeRap e Medellin Records, falando do afeto negro.
Jufas – A escola Na Lona comemora dez anos de atividades com o tradicional Cabaret da Lona, com números circenses de diferentes modalidades na sexta (11), às 19h, na Rua São Mateus 534.
Em sua 22ª edição, o Feijão de Ogun debate políticas públicas para a população negra e fortalecendo a luta antirracista com o tema “Gênero, raça e sexualidade – A resistência dos corpos negros”. O feijão ofertado ao orixá é distribuído em feijoada domingo (13) na quadra da Escola de Samba União das Cores, no bairro Milho Branco, ao meio-dia. A programação ainda tem shows gratuitos, sexta (11), na Praça Antônio Carlos, com DJ MCastro, às 17h, Samba de Colher convida Aline Crispin e Camila Brasil, às 19h, e RT Mallone convida Maria Preta e BRK Mallone, às 21h. No sábado (12), na praça, tem DJ Anderson Fofão, às 14h, Samba D’Ilê convida Samba do Mato, às 15h, Maracatu Trovão da Roza, às 16h45, Muvuka convida Òrúnmilá (RJ), ás 18h, e Baile Black Bom (RJ), às 20h30. No domingo (13), na Quadra União das Cores, tem a distribuição do feijão, ao meio-dia, ao som de Samba de Ogun convida Mulheres do Samba JF e Bateria Sensação, seguido de Xirê de Ogun, às 16h, e Ingoma, às 17h.
No sábado (12), tem Arraiá da Praça CEU (Centro de Artes e Esportes Unificados), das 14h às 18h.
No Maquinaria, sábado (12), às 20h, tem shows com as paulistanas Meyot e Bel Aurora e a juiz-forana Baco Doente. Resenhei o álbum de estreia da Meyot aqui, quando eles ainda eram um duo. Na quarta, no mesmo horário, tem show com a banda Traste, que vai partir com a turnê “Rastros e Resquícios” rumo a São Paulo, marcando o lançamento do novo álbum “Rastros, resquícios y otras cositas más”, que chega no dia 18, não sem antes estourar tudo no Maquinaria, na quarta (16), às 20h.
Na sexta (11), Marcelo Magaldi faz show no Butiquim da Fábrica, às 19h.
No sábado (12), o Clube Marginal se sincroniza com a Masterplano, de BH, no Clube no Contra, com Pedro Pedro, Bauretz, Suplolo e grande elenco. Na sexta (11), a Kaô Funk celebra o Dia Nacional do Funk.
A Pancadão de Som faz a última no La Cuca pra se despedir da casa aonde nasceu, no sábado (12), às 22h, com os DJs Ever Beatz, Submundo, Delá e Ruanzito.
No sábado (12), às 21h, tem JF Rap Festival, no Terrazzo, com MC Cabelinho, Orochi, Digão e Oruam, que teve de ser convocado nesta quinta, depois de a Justiça impedir a apresentação de Poze do Rodo.
O Palco Central 2025 abre inscrições com apoio a 31 propostas artísticas, com um investimento total de R$ 84 mil. As apresentações ocorrerão entre setembro de 2025 e junho de 2026, prioritariamente às terças-feiras, às 18h30. Serão aceitas atividades nas áreas de audiovisual, circo, dança, literatura, música, teatro, multilinguagens e outras manifestações artístico-culturais. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente on-line, por meio de formulário. Edital aqui.
Beloryhills – A banda Maglore que amamos comemora 15 anos de estrada com show no Distrital, sexta (11), às 22h, com abertura da Donaclara.
A juiz-forana Legrand toca com a ursamenor no Estúdio Central, no sábado (12), às 16h.
O Festival Prime Rock BH acontece sábado (12), às 12h, no Mineirão, com Capital Inicial, Biquini, Humberto Gessinger, Barão Vermelho, Paula Toller, Nando Reis e Fernanda Abreu.
A sereiona baiana Rachel Reis faz show sábado, às 22h, na Autêntica.
Rio – A pernambucana Alessandra Leão faz show sexta (11), às 19h, no Galpão Ladeira das Artes. No restante do mês, ela passa por Festival de Inverno de Garanhuns (PE), no dia 25, Vila do Porto, em João Pessoa (PB), no dia 26, e Casa Estação da Luz (Olinda – PE), no dia 27.
A primeira etapa do Festival de Inverno do Rio acontece entre os dias 11 e 13 de julho, retornando de 1 a 3 de agosto, com shows de Marina Sena, Duda Beat e Gloria Groove (11), João Gomes, Alceu Valença e Zé Ramalho (12) e Biquini, CPM22, Charlie Brown Junior e Os Paralamas do Sucesso (13), na Marina da Gloria.
Sábado (12), o Dia Nacional do Funk, tem comemoração no Museu de Arte do Rio (MAR) com Michele Miranda, autora do livro “Funk Delas – A história contada pelas mulheres”, com shows de Tati Quebra Barraco, Iasmin Turbininha, FBC, MC Nem, Luga Nascimento e Pablinho Fantástico, das 13h às 21h, completamente de graça.
O Queer Arte Sarau acontece no sábado (12), às 13h30, com entrada gratuita, no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica.
A Festa Lâmina faz edição “Cavalgada das Dolls”, sábado (12), em locação secreta, com Ebony, Larinhx, RaMemes, wesout e grande elenco.
A Wobble volta à Praça XV, no sábado (12), com a 220v e a Chance do Chance no after party, das 21h às 05, com Syredu, Day9, Ana, Icehead, Chãnce da Silva e Rodrigo S.
A banda Azymulth faz show do novo “Marca Passo”, sábado (12), às 20h, no Blue Note Rio.
Catto faz show voz e violão do novo álbum, “Estrela Solitária”, sexta (11) e sábado (12), às 20h, no Manouche,
Tom Zé faz show no Circo Voador, às 20h, no sábado (12).
Ícone da MPB, a cantora e compositora Angela Ro Ro passa por dificuldades financeiras e de saúde e será homenageada no show beneficente “Fogueira”, no sábado (12), no Teatro Rival Petrobras, em apresentação comandada pela cantora Elisa Addor com participações especiais de Simone Mazzer, Isabella Taviani, Laura Castro, Caio Prado e Marcos Sacramento.
“Elza, o Musical”, está em cartaz até o dia 20, no Teatro Claro Mais RJ, quintas e sextas, às 20h, sábados, às 16h e 20h, e domingos, às 18h. Sete vozes dão vida a uma mulher que reinventou o próprio destino, com direção musical e arranjos vocaism de Larissa Luz.
A Festa Culto faz edição tocando Addison Rae e Tate McRae, sábado (12), às 23h, no Substation Bar Club, em Copacabana.
Brasília – A Selvagem faz edição boogie dupla, no lago Paranoá, em terra firme, Âmbar, na SBS, dia 11, e a velejar, Flutuante, dia 12, sobre o lago, com Trepanado, Mari Boaventura, Savana, Ahmed, Fibo e Âmbar DJs.
Ibitipoca – O Ibitipoca Blues Festival celebra 25 anos com shows com Blues Box, Fillipe Dias Trio, Slam Allen & Bruno Marques Band (EUA/Brasil), Big Joe Mafra e Jam Session de Aniversário com Beale Street, comemorando 25 anos de carreira, na sexta (11), a partir das 19h, e Blues Box Street Band, Victor Biglione, Dudu Lima & Taryn com apresentação de dança contemporânea de Flávia Fabi, Jefferson Gonçalves & Bitencourt Duo, jam session de aniversário com Mamooth Band, Big Chico, Alamo Leal & Cris Crochemore, The Lucky Dice e Al Pratt (piano & órgão), Freddie King Tribute com Alexandre E. Campos e Blues Beatles, no sábado (12), a partir das 11h.
Salvador – Karol Conká faz show cantando o álbum “Batuk Freak”, ao vivo, na Batekoo Salvador, dentro da tour da festa pelo Brasil, às 22h, na Senzala do Barro Preto, com Bloquinho Delas, Danilo Kauan (RN), Davs (PE), Dámiláre Fáladé (Nigéria), Mequetrefff, Errari e DJ Biel Ferraz.
Inhotim – De sexta (11) a domingo (13), acontece a 2ª edição do Jardim Sonoro, festival que integra música, arte e natureza no Inhotim, com Djuena Tikuna (11), Luiza Brina, Mônica Salmaso e Cécile McLorin Salvant (EUA) (12) e Josyara, Tetê Espíndola, Ilê Aiyê e Brisa Flow (13).
São Paulo – Tudo vai dar Sesc: tem Duquesa sexta (11), às 21h, no Bom Retiro; Raffa Moreira faz show com participação de Jé Santiago, sexta (11), às 21h, no Pompeia; e Varanda, sábado (12), às 21h, no Belenzinho. A Varanda, aliás, está em mini-tour que passa por Santo André (18), no 74 Club, Bragança Paulista (19), no Edith Cultura, e Sorocaba (20), no Lobofest.
A Casa Natura Musical recebe Castello Branco, na sexta (11), às 21h, e menores atos, no sábado (12), às 21h.
No Espaço Unimed, tem 5 a Seco, na sexta (11), às 22h, e BK‘, no sábado (12), às 21h, e no domingo (13), às 18h.
A Moptop faz show da turnê de retorno, domingo (13), às 19h, no Augusta Hi-fi.
Domingo (13), tem show e exibição do documentário de Fausto Fawcett no Cine Clube Cortina, às 17h.
A Banda Black Rio faz show no Blue Note SP, na quinta (17), às 22h30.
A Dead Fish faz show sexta (11), às 21h, no Cine Joia.
POA – Rod Krieger faz show em sua terra natal na segunda (14), às 20h, no Teatro de Câmara Túlio Piva.
Playlist com as novidades musicais da semana, que consolida às 2h da sexta. Todas as playlists de 2023, 2022, 2021 e 2020 nos links
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