Juiz-foranos lançam o segundo álbum e chegam pesadões e políticos nessa pedrada que é “Rastros, resquícios e outras cositas mas”
por Fabiano Moreira
sextaseibaixocentro@gmail.com
Como um bom show de hardcore punk, o da mineira Traste, de Juiz de Fora, tem um quê de ritual, com as rodas e o barulho por vezes primitivo que representam o estilo. Nesta sexta, a banda formada por Guilherme Melich (Guina) (voz e guitarra), Victor Polato (baixo e voz) e Felipe Spinelli (Fil) (bateria), “todos na casa dos 40 anos” lança o seu segundo álbum, o bom “Rastros, resquícios e outras cositas mas” (Traste), gravado no Rise Together com produção de Tierez Oliveira. Todo o cuidado artístico que cerca o projeto começa já no nome, inspirado na obra do maior poeta brasileiro, Manoel de Barros, o poema “Teologia do Traste”. É que a Traste endurece sem perder o lirismo, jamais, como fica patente no cuidado artístico com capas e videoclipes. “O nome veio de um poema do Manoel de Barros, “Teologia do Traste”: “As coisas jogadas fora por motivo de traste são objetos da minha estima… eu queria que os trastes iluminassem””, como me contou, em bate-papo por e-mail, o baterista e vocalista Guilherme Melich (Guina), artista plástico herdeiro da virtuose de Carlos Bracher. Ele me contou como gravar a cozinha toda ao vivo foi a forma mais honesta de representar o som da banda. “Experimentamos aqui e acolá, a gente amadureceu como banda, Tierez amadureceu como produtor, e, na hora de gravarmos esse álbum, a gente chegou sabendo como seria a melhor maneira de captar o que queríamos: um registro o mais honesto possível do que é a Traste, e o lance de gravar a cozinha (baixo, bateria e guitarra) ao vivo era fundamental pra isso”. Sobre as temáticas do álbum, ele explica. “Tento escrever as músicas sempre de um ponto de vista pessoal, subjetivo, mas com o olhar voltado pro mundo, e não só pra mim mesmo. As músicas são respostas diretas a experiências do dia a dia, ou mesmo de reflexões existenciais. É como se Sartre encontrasse com Dee Dee Ramone, trocassem uma ideia por horas e escrevessem algumas músicas juntos depois disso”. É Traste, porra!
Moreira – Vocês estão na estrada desde 2013, e este é o segundo álbum. Como foi a formação, o encontro entre vocês, e de onde veio esse nome maravilhoso, que ficava ainda melhor quando a arroba de vocês era @trasteporra? Parece até uma lírica drummondiana, de ser gauche na vida, um imprestável, é bem filosófico. Bem punk.
Guilherme Melich – Fil e o Polato são amigos de infância, desde os cinco anos de idade. As mães deles eram colegas de infância, e os filhos acabaram estudando juntos na escola. Eu conheci esses dois malucos quando tinha uns 15 anos, os três tinham bandas, Fil e Polato tocavam na BrainScan, e eu, na Wishkah. Ficaram amigos por meio de um amigo em comum e passamos a andar juntos desde então. A formação original da Traste era com outro baixista, o Alex Badaró, que saiu em 2017, mesmo ano em que o Polato entrou. A banda “se formou” em 2013, como o resgate da banda Dedo Amarelo, banda formada no Curso de Artes e Design da UFJF, que deve ter durado de 2004 a 2008, na qual os integrantes eram o Guina, o Fil e o Badaró. Em 2013, os três voltaram a fazer som juntos, tocando várias músicas da Dedo Amarelo e também coisas novas, mas decidiram mudar o nome pra sentir que estavam começando do zero… E aí nasceu a Traste. O nome veio de um poema do Manoel de Barros, “Teologia do Traste”: “As coisas jogadas fora por motivo de traste são objetos da minha estima… eu queria que os trastes iluminassem”, Com a mudança de nome, veio também uma mudança de atitude em relação à banda. Na época da Dedo Amarelo, era só diversão e doideira. Já com a Traste, a gente decidiu encarar o velho lema do “do it yourself”, fazendo nossas capas de disco, nossas camisas e demais itens de merch, e também marcar nossos shows, gravar clipes com amigos, agitar a cena local, e coisas assim. Ser muito mais proativos, basicamente.
Moreira – É notável como vocês prezam pela parte artística do projeto, desde a construção da identidade visual, por meio das capas dos álbuns e dos EPs, até a produção dos videoclipes, que são muitos, sempre impactantes. O Guna comanda mais essa parte, devido à sua atividade com a pintura e um herdeiro da herança de Carlos Bracher? Ou é uma contrução coletiva? Outro aspecto é a crítica política, algo que compartilham com muitas bandas de rock pesado.
Guilherme Melich – A produção do nosso próprio material gráfico veio tanto de mim quanto do Fil, no início com participação do Badaró também, porque nós três viemos do Curso de Artes e Design, então era algo natural pra nós… uma extensão a mais de nosso fazer artístico. A parte dos clipes acontece sempre em parceria com os diversos amigos videomakers e produtores com quem já trabalhamos. Começamos com a galera da Impulso Filmes, demos sequência com a Old Man Artes, passamos por mais uma galera e fizemos o mais recente agora com a Inhamis. É sempre um processo colaborativo entre nossas ideias e as de quem dirige os clipes. A questão da crítica política é outro aspecto que vem de forma natural... é uma resposta às coisas bizarras que acontecem no mundo. Se na hora de escrever a letra é o que vem à mente, é o que vai pro papel.
Moreira – Qual a importância de ter gravado o álbum todo ao vivo? Fica parecendo mais com um show, cheio de energia? O show de vocês é bem impactante. Também achei importante ter sido gravado na Rise Together, que é um ponto de resistência da cultura de rock na cidade.
Guilherme Melich – A gente grava com o Tierez Oliveira desde o início da banda. Ele gravou nosso primeiro EP, ainda no quarto dele, até que finalizamos já num estúdio… o extinto Bioma. Quando ele montou o Rise Together, a gente continuou produzindo com ele, mas o diferencial desse foi a experiência acumulada com as gravações anteriores. Experimentamos aqui e acolá, a gente amadureceu como banda, ele amadureceu como produtor, e na hora de gravarmos esse álbum, a gente chegou sabendo como seria a melhor maneira de captar o que queríamos: um registro o mais honesto possível do que é a Traste, e o lance de gravar a cozinha (baixo, bateria e guitarra) ao vivo era fundamental pra isso.
Moreira – Como vocês definem o estilo musical de vocês? No instagram, está escrito punk e hardcore, mas no release, fala na preservação das raízes hardcore punk, mas com aquele flerte constante com o stoner (que mescla elementos do doom metal e do acid rock) e com sons mais extremos. Quais os desafios de se fazer este tipo de som em termos de mercado, na cidade aonde mais acontecem shows de “flashback”? Já é, desde o princípio, uma escolha difícil, né?
Guilherme Melich – A gente nunca pensou nessa situação de mercado. Fazemos o som como meio de expressão, antes de tudo. A gente faz a música que gosta e de forma sincera, do jeito que acreditamos que deveria ser. Se alguém vai se identificar ou não, aí é outro papo… isso vem depois da música. Sobre a questão do rótulo, sempre foi um pouco complexo pra nós… um é mais metaleiro, o outro punk, mas o meio hardcore é nossa casa, onde nos sentimos em casa. Daí, se tiver que rotular, chamamos de hardcore punk, ou de stonerpunk, mas a real é que pra nós tanto faz.
Moreira – “Raspa de Cipó” fala sobre experiências alucinógenas, que muito me interessam, de onde veio a inspiração para a música. Vocês já experimentaram? O clipe é bem alucinante e levemente demoníaco.
Guilherme Melich – Eu já fui muito doido, mas agora pego bem leve… uma experiência que me faltou, mas que sempre fui curioso, foi a de tomar ayahuasca, um chá feito através da mistura de uma folha com um cipó. Como nunca tomei, decidi fazer uma música como se estivesse sob a experiência de tomar o chá… O turbilhão mental, ideias meio confusas, mas conectadas ao todo, e o pedido de ajuda a uma suposto xamã: “aponte, diga onde está… a ponte indica o que rezar”. É uma espécie de prece alucinada, e o clipe é uma derivação direta da música. Uma interpretação visual da coisa toda. Sobre as temáticas do álbum, cada canção tem um universo bem individual, mas acredito que se conectem ao todo. Tento escrever as músicas sempre de um ponto de vista pessoal, subjetivo, mas com o olhar voltado pro mundo, e não só pra mim mesmo. As músicas são respostas diretas a experiências do dia a dia, ou mesmo de reflexões existenciais. É como se Sartre encontrasse com Dee Dee Ramone, trocassem uma ideia por horas e escrevessem algumas músicas juntos depois disso. Kkkkkkkk…..
Abaixa que é tiro!💥🔫
Parece que foi ontem que, oprimido pelo isolamento social da pandemia de Covid, eu procurei meu amigo José Hansen para começar a fazer uma página semanal, que ele, generosamente, batizou de Sexta Sei, e vem sendo publicada aqui no Baixo Centro, graças à hospedagem amorosa do Francisco Franco, há cinco anos, completos no último dia 17. São cinco anos de jornalismo livre, independente e militante, em tempo de stories que desaparecem em 24h, a página procura se aprofundar e abrir diálogos sobre cultura. Como tenho feito nas comemorações dos anos anteriores (aqui tem os destaques dos quatro primeiros anos), levantei os números aqui dos posts mais acessados no ano 5, bússola para as próximas entrevistas.
A grande campeã de acessos foi a produtora e DJ iquinic Clementaum, que passou pela cidade em gig no novíssimo Clube Contra e falou, corajosamente, como não quer ser uma artista do mainstream, mas sim fazer uma trajetória independente. Em segundo, veio o papo delícia com a paraense Dona Onete, esse emblema da cultura nacional que, mesmo aos 73 anos, faz questão de atender à imprensa e ser um farol para o seu país, o Pará. Em terceiro lugar, veio o empoderamento feminino da minha amiga Lila que, após o puerpério e uma separação, colocou um biquinão, aprendeu a produzir as próprias faixas para emoldurar sua voz, que é, definitivamente, uma das maiores de sua geração, e lançou o belo álbum “Verana”. Em quarto lugar, vem a capixaba Roberta de Razão, que mostrou que, mais forte que o trovão, só o amor de sapatão, em papo que virou amizade virtual e um dos momentos mais legais do ano. Também falando do amor entre mulheres e binarismo, uma das maiores artistas de sua geração, a genial e profícua Maria Beraldo ficou com o quinto lugar nesse ranking das maravilhas, no nosso papo sobre seu álbum “Colinho”. Também criamos uma bonita amizade virtual. No final, é sobre isso: falar de coisas legais e fazer novos amigos.
Em julho de 2023, eu falei aqui grupo mineiro Congadar, de Sete Lagoas, que lançava o EP “Morro das Três Cruzes”, com o encontro entre a ancestral potência dos tambores e cânticos do congado mineiro com a pulsação eletrizante do rock’n’roll e do blues. Nesta sexta (18), às 20h, eles fazem show no Sesc Palladium, em Beloryhills, para lançar o terceiro álbum, “Aprendi com meus antepassados”, que vem com o brilho da participação da musa maior do samba, Teresa Cristina, em “Promessa ao Gantois”. Banda que reverencia o congado mineiro, a ancestralidade e traz o conceito de afrofuturismo como base, a Congadar, como o próprio título sugere, tem como fio condutor do álbum a importância dos antepassados e o olhar para as nossas raízes. “Quem veio antes de nós tem um papel importantíssimo, pois, por meio deles que a cultura foi ensinada de geração a geração, principalmente quando falamos sobre raízes negras e do conhecimento passado por meio da oralidade”, comenta o baixista Marcos Avellar.
“Falamos sobre orixás, representação da cultura preta, em algumas letras, mas falando também da condição social que vivemos hoje. Queremos pautar uma sociedade melhor e entendemos os orixás como figuras que dão um norte”, aponta. A faixa com Teresa, de uma beleza cristalina, é uma regravação da banda Os Tincoãs. A Congadar também fez uma nova versão para “Preparado da Vovó” (Jovelina Pérola Negra, Binho Maia e Dom Tatão), conhecida na voz da própria Jovelina, cuja letra remete às entidades conhecidas como “pretos-velhos” na Umbanda e também para “Oxalá” (Berimbau e Ildázio Tavares), gravada por Eloah no álbum “Os Orixás”, lançado em vinil, recentemente, pelo selo Rocinante. O álbum foi gravado com todos os integrantes tocando ao vivo, no estúdio, ressaltando a força dos tambores, principalmente a forma como as caixas são tocadas. Isso foi possível ser feito no estúdio ForrstLab, que tem essa especialidade e ainda grava em fita de rolo, como antigamente, com produção de Giuliano Fernandes. A banda é formada por Carlos Saúva e Filipe Eltão (caixa e voz), Wesley Pelé (caixa, patagome e voz), Giuliano Fernandes (guitarra e voz), Marcão Avellar (baixo) e Sérgio DT (bateria).
Uma das páginas mais emocionadas aqui da Sexta Sei, graças aos laços de amizade que nos unem, Deize Tigrona está em sua melhor forma no EP “Nós é firme, não é creme”, que chega nesta sexta, com a boquinha de veludo em três faixas impactantes, com produção musical de Mahal Pita, KD Soundsystem e do querido gaúcho DJ Chernobyl, responsável pelo seu retorno com “Madame”. O EP é, de forma contundente, um manifesto frente à tentativa de induzir uma palatabilidade do funk e seu consequente embranquecimento. “Diz que tapinha não dói, dou outro em você”, canta Deize, na faixa de abertura do trabalho, “Atual MTG”. “Quer usufruir do funk, corre junto com a favela / Nós é que abre porta, vocês sentam na janela”, canta a diva, que segue realizando seu destino de “ser star” e se apresentar para plateias europeias. “Melhor amiga” traz o delicioso encontro de Deize e a paulista MC Tha. “As músicas de Tha são alimentos para a natureza, tão suaves quanto um vento fresco”, diz Deize. “Quando mandei minha escrita para Thá, expliquei que eu estava agoniada. Ela sacou na hora e, depois de um tempo, enviou a parte dela na música. Eu fiquei tão eufórica que abri meu coração. Foi linda a conversa e o estúdio”, relatou Deize. , diz “Eu sou sua pombagira, sem caminho de axé”a letra.
Jufas – Entrevista bacana aqui da última Sexta Sei, a banda Purple Lips é atração principal da festa IndieGlam, nesta sexta (18), às 21h30, no Beco, em noite que também tem show da Drunken Tales.
Também na sexta (18), às 20h, a banda Plutão já foi planeta, originalmente de Natal, faz show no Maquinaria, com o Projeto Clandestino, de Araguari. No sábado (19), a Plutão toca no La Esquina, na Lapa, no Rio, com Clandestino e Natasha Hoffmann. No sábado (19), às 15h, no Maqs, tem roda do primeiro aniversário da Xoraefe.
No sábado (19), rola a segunda seletiva do Festival de Bandas Novas, na Praça Antônio Carlos, a partir das 15h, com as bandas Convescote, Apoteose, Oscaraaí, Subefeito, Ghoró, Erro404, Broken Pieces, Querosene, Em Guerra e Sepulnation. O evento arrecada recursos para a Sopa dos Pobres pelo PIX 21.618.418/0001-37.
O espetáculo “Na estrada”, do coletivo Axé Deles, tem apresentação no sábado (19), às 20h, no Instituto Cultural Tenetehara. A obra propõe um mergulho profundo em memórias, afetos e processos de transformação espiritual, por meio da história de um homem em crise e uma Pombagira, em experiência ritualística e sensorial.
A festa carioca Treta faz edição no Rocket, no sábado (19), às 22h, com Guilherme Acrízio, Vinny Benincasa e Ti Tiago.
No domingo (20), a festa Jungle Fever agita o EXO Criativo, na Batista de Oliveira, a partir das 16h, com afrohouse, amapiano, ragga e reggae a cargo dos DJs Ever Beatz, Starbaby, GG, Roko, HRKN e Jazzmoon.
Também no domingo, tem Arraiá da Vila no Meiuca e o Maquinaria, com forró com @raimundinho_caruaru no terraço do Maqs e discotecagem da Natbaby, das 16h às 23h.
O cantor e compositor mineiro Hudson Martins lança o álbum de estreia “Enquanto o mundo acabava” nesta sexta e, na terça (22), apresenta-se no projeto Palco Central do Cine-Theatro Central, a partir das 19h30, com entrada gratuita. Os convites podem ser retirados na recepção do teatro.
Guilherme Veroneze apresenta o concerto “Entremares II: Carpe Diem”, na quinta (24), às 19h30, no MAMM.
Sampa – Benito di Paula se apresenta no Teatro Bradesco, na sexta (18), às 21h, ao lado de seu filho Rodrigo Vellozo, pianista e grande vocalista, com o show “Do jeito que a vida quer”.
A banda paulista Jonabug, que passou aqui pela playlist sextante com o álbum “três tigres tristes”, faz show na A Porta Maldita, na sexta (18), às 20h, em Pinheiros, com as bandas Nevoara (SP) e Morro Fuji (ABC).
O craque Don L faz show de lançamento do álbum ”Caro Vapor” na sexta (18), às 21h, na Audio.
O Bapho Festival rola no Sonora Garden, no Canindé, no sábado (19), às 23h, com Urias, Ebony, Duquesa, Lia Clark, RaMemes, Kaya Conky & S4TAN, Christopher Luz e grande elenco.
Tudo vai dar Sesc: Jadsa faz show ensaio aberto gratuito de “big buraco” (18), às 20h, no Consolação; Zé Ibarra apresenta “Afim”, na sexta (18), às 21h, no Pompeia; Julia Mestre no sábado (19), às 20h30, no Belenzinho; Juçara Marçal no sábado (19), às 20h, no Consolação; Bebé Salvego no domingo (20), às 18h, no Consolação; Rodrigo Ogi, domingo (20), às 18h, no Belenzinho; e César Roversi apresenta o novo álbum “Re Verso”, na terça (22), às 19h no Consolação.
Natiruts segue a turnê de despedida com show no Allianz Parque, na sexta (18) e no sábado (19), às 20h.
As bandas Pluma e Adorável Clichê se apresentam na Casa Natura Musical, na sexta (18), e Jean Tassy, no sábado (19), ambos às 21h.
A banda Azymuth faz shows sábado (19), às 20h e às 22h30, no Blue Note SP. O rapper Zudizilla se apresenta por lá no domingo (20), às 19h.
Rio – Escola de Mistérios convida Dandarona e seu blend vibrante de techno, breakbeat, jersey, funk e guaracha nesta sexta (18), às 23h, no Trauma, um dos mais novos espaços do centro. E tem b2b com os residentes pra tacar fogo no lugar Anti Ribeiro b2b Miguel Arcanjo e Aleakim b2b Pedro Pessanha.
No sábado (19), às 18h, o grande nome do death metal nacional Crypta faz show da “In the other side tour”, com Forkill, Paradise Flames e Allen Key, no Circo Voador.
A mineira Baile Room faz edição carioca, no sábado (19), às 16h, com entrada franga, no Visão Vidigal, com o line com Kingdom, D.A.N.V., Kramer, Letgabs, Crazy Jeff e ꒒ꀤꊼꊼꊼ꓄ꋪꍏꀸꂦ.
Duda Beat e Orquestra Ouro Preto vão desembarcar nos Arcos da Lapa no sábado (19), às 20h, para show gratuito. No repertório, grandes sucessos da artista e uma super homenagem ao Manguebit, com músicas de Chico Science & Nação Zumbi. 🦀
Educastelo toca tristezas a noite toda na edição de inverno da M de Melancolia, sábado (19), às 23h, no Cais da Imperatriz.
O Alma Festival faz a sua 4ª edição, no sábado (19), às 14h, no Riocentro, com mais de 40 atrações distribuídas em três palcos, como L7nnon, Veigh, Budah, Major RD, TZ da Coronel, Yunk Vino, estreantes MC Cabelinho e MC Tuto e o nosso RT Mallone.
Fortaleza – Wavezim, que passou por aqui, recentemente, com o álbum “Kalor”, é atração da festa de nove anos da Bateu, em long set com Rennó, nesta sexta (18), às 22h, na Ahau Beach.
A Hiperlink comemora um ano, no sábado (19), às 22h, no Jam Rock, recebendo o DJ Crazed, da Baixada Santista, em noite que ainda tem Geni, DJ Fuga e grande elenco.
Beloryhills – A Parada do Orgulho LGBTQIA+ de BH acontece no domingo (20), com concentração na Avenida Afonso Pena com Avenida Brasil, às 14h, com o tema “Envelhecer Bem: Direito LGBT às políticas do bem-viver, ao prazer e à cidade”. No sábado (19), rola a primeira edição do Festival Fuzuê, às 14h, no Parque Municipal, com show de Linn da Quebrada, DJs, drags, música e outras linguagens artísticas em dois palcos, um só de música eletrônica.
Na Autêntica, sempre às 21h, tem Gabriel, o Pensador, na sexta (18), e Lucio Maia Trio, no sábado (19)
A Batekoo segue e tour nacional e aterrissa no sábado (19), às 21h, no Alto Caiçaras, com @djdiaeuteamo B2B @bebeladiax, @akaroxie B2B @namoradinhadobrazil, @djgrabs + @poetryyy_____, @djrandazoo + @rudeboypedrohbs e MC @__vovodazn.
No domingo (20), tem Avulsa na rua, na Praça da Estação, das 9h às 22h.
A 5ª edição do Festival de Cinema Infantil de Belo Horizonte – Cinema de Brinquedo acontece nos meses de julho e agosto, no Cine Santa Tereza. Em julho, o festival segue em cartaz até o dia 20, com sessões às 16h20 e às 17h30. Em agosto, aos sábados, nos dias 2 e 16, às 16h30, serão realizadas outras duas sessões, cada uma composta por um filme mineiro.
O festival Tudo é Jazz começa em BH, nos dias 19 e 20 de julho, com shows na Praça da Liberdade de Felipe Continentino Trio e Carolina Serdeira, no sábado (19), e Vibrafino, Cuca Teixeira e Izzy Gordon, no domingo (20) e exposição com direção criativa de Ronaldo Fraga no MM Gerdau de 19 de julho a 2 de agosto. O festival ainda passa por Itabirito, Ouro Preto, Congonhas e Ouro Branco.
Tiradentes – O artista que gosto Bruno Souza abre a mostra “Território: Entre o Corpo e a Paisagem – II° Ato”, no sábado (19), às 18h, na galeria do Centro Cultural Yves Alves.
Recife – Tem Brega Naite das Antigas no sábado , (19), às 22h, na Concha Acústica da UFPE, mais uma realização da Golarrolê.
Salvador – Assucena faz o show “Fluorescente” no sábado (19), às 22h, na Casa da Mãe.
BSB – O galego Otto faz show “Apocalíptico” no domingo (20), às 18h, na Infinu Comunidade Criativa.
O Festival Latinidades 2025 acontecerá de 23 a 31 de julho, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, com a participação de artistas como Larissa Luz cantando sambas de Gilberto Gil, Zezé Motta e Malía, Duquesa, Luedji Luna e Angelique Kidjo, IAMDDB e Karol Conká, todas no dia 26, além de uma programação que inclui painéis, encontros e feiras de afroempreendedorismo. A entrada é gratuita e o destaque da primeira semana é a exposição coletiva “Alumbramento”, com curadoria de Nathalia Grilo, realizada no Museu Nacional da República.
Playlist com as novidades musicais da semana, que consolida às 2h da sexta. Todas as playlists de 2023, 2022, 2021 e 2020 nos links
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