“MARTEMORTE” é híbrido de disco digital, LP com lado B mais intimista exclusivo do físico e História em Quadrinhos
por Fabiano Moreira
sextaseibaixocentro@gmail.com
O compositor e cantor paulistano MONCHMONCH, 25 anos, acaba de lançar o álbum “MARTEMORTE”, gravado no Brasil e em Portugal, com duas bandas, tudo pelo selo português Saliva Diva, em colaboração com a Seloki Records. Artista de punk experimental, ele fez da edição um híbrido de LP com um lado B mais intimista e um “álbum-quadrinho” com interpretações visuais em HQ das nove músicas que compõem o repertório. Mas porquê tudo em caixa alta, pergunta esse velho lobo da imprensa. “O álbum tem esse caráter emergencial de fim de mundo, às vezes, caso escreva VAMOS MORRER, mude alguma coisa”, me responde, em bem humorada entrevista, por e-mail, no qual questiona a falta de respeito e remuneração com os músicos no Brasil. “É uma indústria hyper-elitizada, sucateada. É preciso se revoltar contra as curadorias de m*rda de festivais grandes e médios, curadorias de carta marcada, o Brasil alguma hora tem que mostrar a nova música brasileira, a nova MPB não podem ser artistas neutros e sem graça nenhuma”questiona, de Portugal, nesse papo para a Sexta Sei, no Baixo Centro.
Moreira – Você é um cara punk, né, então me conte porquê a escolha da grafia do seu nome artístico e também do álbum TUDO EM CAIXA ALTA? É uma tendência, hoje, entre os músicos da atual geração, grafar as coisas assim e, como jornalista que começou na máquina de escrever, fazendo cópias das matérias em papel carbono, amante da última flor do Lácio, eu gosto de seguir a língua e usar a maiúscula apenas no início de períodos e na primeira letra dos nomes próprios. É o meu jeitinho. Se a ideia é destacar, se todo mundo falar em caixa alta, quem usar a caixa baixa vai estar chamando mais a atenção? Sem contar que, na Internet, a caixa alta é um símbolo de estar gritando. Posso grafar MonchMonch e “MarteMorte” ou estou sendo chato, careta e purista? Em minha defesa, eu amei ao álbum. Mas me interessa discutir essa MAIUSCULIZAÇÃO na indústria cultural, que me parece algo geracional.
MonchMonch – Acho que você não está sendo careta ou purista por isso, no entanto, acho que no meu caso, que tem essa repetição sonora, de letras iguais ou parecidas, monch-monch e marte-morte, quando uma dessas letras sai da unidade, seja totalmente minúscula ou totalmente maiúscula, a unidade se perde, os M’s ganham mais força do que as outras letras, seja visualmente quanto sonoramente, isso me tira todo gosto. Mal de designer talvez? O fator caixa alta também tem de fato o seu fator geracional, quando tudo perde seu valor em microsegundos, não fiz essa escolha por isso, mas talvez, inconscientemente. O álbum tem esse caráter emergencial de fim de mundo, às vezes, caso escreva VAMOS MORRER, mude alguma coisa. O lado B do vinil tem um caminho mais intimista e melancólico, quando o lado A tem essa coisa mais exposta e visceral. Foi uma maneira de separar os mundos.
Moreira – Este é um “álbum-quadrinho”, pois terá uma HQ com interpretações visuais das nove músicas que compõem o repertório. Fala mais sobre esse processo de quadrinização das músicas e como escolheu o time. MonchMonch é uma onomatopeia para expressar algo sendo devorado, um conceito que já vem desse universo. Eu fiz um fanzine, nos anos 90, o Bat Macumba, que tinha quadrinhos em todas as edições, e fizemos uma edição especial com músicas quadrinizadas, pois são linguagens que conversam muito entre si, né, música e quadrinhos? Tem canções que são quase story boards. Em tempos digitais, também é uma forma bacana de materializar o trabalho e trocar com o público, né? Como a gente fazia com os encartes do LPs e ficava ouvindo e lendo aquilo.
MonchMonch – Incrível o Bat Macumba! Em especial, curti muito as colagens. A ideia de juntar veio muito pelo fator eu compor quase sempre de cabeça enfiada no canto mais escuro da cama, misturando um sonho musical e imagético, vão vindo novas músicas. Sempre fui muito ligado no mundo dos quadrinhos, e por esse motivo já era próximo de alguns artistas que participaram, como a Sofia Tegoshi, Atópico e Lucas Novo. Fui ligando as pontas, e fazia cada vez mais sentido a coisa. O álbum já tinha essa carga super narrativa, os quadrinhos eram a cereja do bolo, que acabou virando um outro bolo, onde o álbum virou a cereja do bolo. Acho pensei muito no fator, às vezes, só prestam atenção em coisas quando envolvem os olhos delas, para além dos clipes e lives que sou obcecado em lançar, os quadrinhos serão mais uma maneira de manter o elo com o público online. Mas no fundo, é igual ao Bat Macumba, é sobre trabalhar com que se gosta, sempre amei muito o trabalho de quem se envolveu ali, e foi a maneira de se conectar com eles. Alguns eu já era amigo, outros atormentei por e-mails e DM’s para participar, outros fizeram parte de um open call.
Moreira – O vinil também foi outra forma de materialização deste belo trabalho, que me conquistou no primeiro single e me colocou na missão dessa entrevista, pois acho que meu leitor quer ler sobre novos artistas potentes como você. O vinil traz um lado B exclusivo, um segundo disco, intitulado “Dos entulhos loucos cavam Sol”, mais íntimo e introspectivo, com produção de Ukaro Yamoto — alter ego de um produtor português que flerta com o anonimato ficcional. Nesse lado, você explora outra frequência, com violões, sintetizadores, arranjos e letras que falam menos do mundo e mais do lado de dentro, aproximando-se da melancolia de referências como Radiohead e Elliot Smith. Os punks também têm um coração, né?
MonchMonch – Um punk sem coração, no fim, acaba virando um velho ranzinza e fascista. O punk sempre foi e sempre será sobre a coletividade, o amor e a troca, o Do it Yourself (DIY) é a forma máxima de pulsão de vida, se o mundo te tranca todos os direitos de felicidade, levantamos as próprias mãos e fazemos por nós mesmos. Sempre fui da eletricidade do rock, sempre acelerou meu coração, mas quando descobri Elliot Smith e João Gilberto, percebi que dava para ser frenético e explosivo, com algo simples, devagar e suave. Sou fascinado por explosões, gosto de estudar diferentes maneiras de explodir. Se em “MARTEMORTE” eu explodo o mundo, dos entulhos loucos cavam sol, explodo o império interior com doses voluptuosas de melancolia. Falei muito sobre um momento sombrio como imigrante, com o fim da vida de um grande companheiro enquanto tinha de ir embora para Portugal, amores perdidos e a busca pela luz.
Moreira – Vamos falar do conceito muito bacana do álbum. Bilionários colonizaram Marte e, de lá, assistem e contribuem para o colapso da Terra, o que é a cara dos milionários (aqui na Sexta Sei, adoro falar contra o capitalismo, ou capetalismo, como dizia um professor de História da Arte). Como bom mineiro, quero falar mais da escolha do nosso pão de queijo como símbolo, que foi transformado em alegoria de desejo, poder e banalidade no álbum e na faixa “Jeff Bezos paga um pão de queijo”.
MonchMonch – Essa relação mitológica com o Pão de Queijo veio com o conto de Prometeu dos contos gregos. O pão de queijo como o fogo da humanidade. Quis pensar em algo que um bilionário, um vilão, fosse obcecado, algo que ele nunca poderia ter, não importa o quanto dinheiro e esforço ele colocasse nisso. É claro que sempre se pode comprar um pão de queijo, mas aquele pão de queijo, feito por uma vovózinha no interior de minas gerais, uma fornada de um saco congelado de pão de queijo ou uma tarde moldando a massa com a família e amigos, o processo, o ritual, o ambiente familiar e amigo, a coletividade humana, isto Jeff nunca será capaz de fornecer ou ter, ele pode alugar uma praça inteira na Itália, fazer uma grande festa, ele nunca será parte desse mundo. É um refrão que tem o elemento anticapitalista, dele devolver o que nos foi roubado. Mas também tem este lugar irônico, de algo que ele nunca teve, e nunca vai nos tirar, nosso fogo, nosso pão de queijo.
Moreira – Conta mais também do processo de criação do álbum, marcado por um trânsito colaborativo entre Brasil e Portugal. Você tem, inclusive, uma banda lá e outra aqui. Tem faixas compostas em São Paulo, como “Bolinha de Ferro” e “City Bunda”, que abordam a cidade de maneira escatológica, e faixas compostas em Portugal, como “Velhos brancos, velhos carequinhas”, que reflete suas experiências precarizantes como imigrante. O que tem de cada país no trabalho, e como é trabalhar assim, em duas frentes? Seu trabalho é fascinante.
MonchMonch – Saí do Brasil pois não tinha mais para onde crescer, não conseguia ter qualquer respiro financeiro, com casa cheia ou não. Portugal virou a mesa pra mim, vir fazer música em um país de primeiro mundo é uma realidade abissalmente diferente. O meu pior show em Portugal me pagou mais que meu melhor show no Brasil, isso tem uma tristeza imensa, mas ter crescido para isso, tanto me deu razão para continuar por me sentir valorizado e conseguir a vida com meu trabalho, mas também por representar meu país. Inclusive, venho tentando ficar como diplomata, auxiliando artistas BR para vir para cá, como Tangolomangos, Sophia Chablau e uma enorme Perda de Tempo, ano que vem, possivelmente, Kabeça Cheia, e o contrário também, como os portugueses Baleia Baleia Baleia indo ao Brasil em 2024, e no final deste ano, a Evaya. Acho que, independente do fator Europa, que é gritante, a ecologia portuguesa de música tem que ser estudada, porque tem coisas que poderiam ser naturalizadas no Brasil que não são e torna a coisa brutal. Existe aqui uma coletividade, principalmente nas aldeias, pequenas cidades de Portugal, onde as casas de show conversam com outras familias, que oferecem jantares ao artistas que estão vindo tocar em suas cidades, existe valor, se enxerga o valor de um artista vir tocar em sua cidade. O Brasil tem esse passado de repressão extrema, da ditadura e além, com os artistas, isso nos colocou em um sistema ultra exploratório, onde mesmo em casas grandes de show, com recurso, não oferecerem alimentação ou transporte, que é o mínimo. Ando em um momento complicado com o Brasil, eu ainda moro aí, e ainda acho estritamente necessário movimentar a cena, pelo menos nas periferias, a Vila Madalena beira à irrelevância, mas estou nesse estudo de como esse país ser mais viável. Tem bandas que já tocaram por mais de dez anos, pelo mundo todo, e tocam no SESC a primeira vez depois de dez anos, quando um artista sem sal toca todo mês no SESC e relativos. É uma indústria hyper-elitizada, sucateada. É preciso se revoltar contra as curadorias de merda de festivais grandes e medios, curadorias de carta marcada, o Brasil alguma hora tem que mostrar a nova música brasileira, a nova MPB não podem ser artistas neutros e sem graça nenhuma. Bandas como Nigéria Futebol Clube, Oruã, Sophia Chablau, Guerrsh Janine, Cidade Dormitorio, Tutu Nana, Jadsa, fodasse eu também, e mais incontáveis nomes que estão por ai. Tem muita coisa boa que vive na sucata e na correria máxima e merece ser headliner dos maiores festivais, existe esse fantasma que a MPB acabou pra muita gente com o Caetano Veloso, ou se vão um pouco mais além, chegam ali no Tim Bernardes, no Terno Rei, e tudo certo com essas bandas, mas a música brasileira é muito ampla do que isso. A curadoria cultural do brasil é toda sobre hype, é uma total merda, feita por publicitários e não por amantes da cultura brasileira. A pergunta se dispersou (ou a reposta*), mas o ataque só pode ser esse, essa pra mim foi a grande diferença, a quantidade de festivais universitários, festas do dia a dia, e grandes festival em Portugal, tocando bandas locais, artistas locais, DJ’s locais, e para além de locais, atuais, modernos. Existe uma diferença de dinheiro entre Europa e Brasil, que é brutal mesmo, e isso muda muita coisa. Mas, independente disso, aqui se tem respeito, o Brasil falta com respeito na indústria cultural e é triste dizer isso.
Abaixa que é tiro!💥🔫
O cantor e compositor Tereu é catarinense, radicado em São Paulo desde 2018, mas com uma longa vivência de duas décadas no norte do Brasil, aonde colaborou com Potyguara Bardo. Esta semana, ele apresenta o clipe de seu primeiro single, “Mais forte que o medo”, faixa que anuncia o seu álbum de estreia. O vídeo traduz em imagens a atmosfera de migração e solitude presentes na canção, agora conduzidas por uma simbólica viagem de ônibus pelo interior do país. “É uma forma simples de investigar esse sentimento sem nome que temos ao nos debruçarmos sobre a janela de um ônibus. Seja medo, saudade (esse termo tão brasileiro), seja esperança. Não acredito que exista um brasileiro que não possua uma relação particular com a saudade”, conta o artista. Gravado com olhar documental, o clipe transforma o trajeto em paisagem emocional: campos, janelas, passageiros, paradas e despedidas compõem o cenário para a jornada interior do personagem. A câmera acompanha o tempo da estrada em sintonia com os versos que evocam Belchior e dialogam com as memórias coletivas de um Brasil profundo.
O fotógrafo Carlos Hansen abre, nesta sexta (4), às 19h, na galeria Irineu Lomar, no Filezinho Grill, na Praça Menelick de Carvalho, a exposição “Fé esculpida na pedra”, que destaca 15 imagens com a relação entre peregrinos e as igrejas da cidade sagrada de Lalibela, na Etiópia. A exposição, que tem curadoria e montagem de Eridan Leão, fica em cartaz até 2 de agosto, na galeria Irineu Lomar, de quarta a sábado, das 16h às 22h. As imagens foram captadas em duas viagens a Lalibela, captando momentos de conexão dos peregrinos com o sagrado. Construídas entre os séculos XI e XII como centro de peregrinação para os cristãos etíopes que não podiam mais visitar Jerusalém sob domínio islâmico, as onze igrejas de Lalibela foram talhadas a partir da rocha viva, em blocos monolíticos, legado da influência do Rei Salomão para a história da Etiópia. As igrejas da “Jerusalém Africana” foram esculpidas para baixo, na encosta rochosa de montanhas, e por essa razão, não são avistadas por quem passa pela região, se escondendo a céu aberto.
As fotos da mostra reúnem imagens dos peregrinos nas duas igrejas mais notáveis do conjunto: Biete Medhani Alem (A casa da Criação do Mundo), que é a maior igreja monolítica do mundo; e Biete Ghiorgi (A casa de São Jorge), igreja em forma de cruz com doze metros de altura. “Lalibela é um destino que me atraiu desde a adolescência. A partir de uma reportagem publicada na National Geographic, a foto de Biet Ghiorgi me fascinou, e botei na cabeça que não poderia morrer sem conhecer o lugar. Em 2014, surgiu a oportunidade de fazer uma viagem para a Etiópia. Nada nos prepara para o país que, até então, era famoso pela fome extrema e pela instabilidade política. E que se revelou um lugar misterioso, de cultura e paisagens fascinantes, e diferente de qualquer imaginário formado. Logo me organizei e voltei para um período maior, e fotografei um grande festival religioso chamado Meskel”, conta o artista. Carlos Hansen, Cacá, é de Resende (RJ) e está em sua segunda temporada juiz-forana, sendo a primeira, no fim dos anos 1990, quando foi meu colega de redação na Tribuna de Minas. Ele trabalha há 35 anos com fotojornalismo, cultura, moda e still, com passagens pelo Jornal Valor Econômico, além de trabalhos para as revistas Cláudia, Vogue, Vizoo, Capricho e Top Destinos. Tenho um carinho enorme pelo Cacá e por toda a sua família, pois minha história é marcada pela amizade com diversos integrantes de várias gerações, em vários momentos. Trabalhamos juntos por alguns anos na Tribuna de Minas, quando ele fez esse belíssimo retrato meu, no dia de Natal, em uma vendinha do Graminha. Estávamos de plantão.
Jufas – O longa-metragem “Dragkiller”, de Johnny Victor, da Starkru Films, que estreiou no Ratazana Festival, tem sessão nessa sexta (4), às 19h, no Forum da Cultura, com entrada franca, estrelando Femmenino e Tita Tully. A sinopse conta que, após o ataque de um misterioso assassino, a drag queen Tita Tully desaparece sem deixar vestígios, tema da apuração da repórter Dakota Moss, vivida por Femmenino. Por lá, está em cartaz também a mostra “Passos e espaços”, em celebração aos 59 anos do Grupo Divulgação, com uma série de registros fotográficos.
A 27ª edição do Festival de Bandas Novas de Juiz de Fora tem sua primeira competitiva no sábado (5), das 15h às 22h. Outras três edições acontecem nos dias 19 de julho, 2 e 9 de agosto, com 36 bandas atrás do título.
Capital Inicial e Acoustic N’ Roll, na sexta (4), e Jota Quest, Paralamas e Toni Garrido, no sábado (5), são as atrações do Festival de Inverno, no estacionamento do Jardim Norte, às 18h.
O cantor, compositor e diretor teatral Jay Vaquer faz show sábado (5), às 23h, no Café Muzik.
No Beco, tem Silva Soul e Gramboy, nesta sexta (4), e Camila Brasil e JJ, no sábado (5), sempre às 21h30.
O EP “Sotaque”, do craque Renato da Lapa, faz um ano, e tem show comemorativo, na sexta (4), às 20h, no Maquinaria, ao lado de Pedro Brum (guitarra) e Eduardo Yroxe (percussão). Alice Santiago completa a noite com um show intenso.
No Clube Contra da gente, às 23h, sexta (4) tem Kaô Funk Grelin de Diamante com aniversário de Lucas Giello com os DJs @amndafie, @crraudio e @omacarte, e, no sábado (5), tem Contra Pop Country.
A 22ª edição do Feijão de Ogun começa na segunda (7), ás 19h, no Teatro Paschoal Magno e tem ampla programação, tudo com o tema “Gênero, raça e sexualidade — A resistência dos corpos negros”, com destaque para a exposição “Caminhos ancestrais”, de Daniela Miranda, e apresentação do coral Àkórin na quarta (9), no Mercado Municipal Aice, e a exibição do documentário “Decifra-me”, no Centro Cultural Bernando Mascarenhas, na quinta (10), às 18h45. Continuo falando da programação na próxima sexta.
O projeto “Palco Central” retorna com show de Ligya, apresentando seu álbum de estreia “Atemporal”, quinta (10), às 19h, no Cine-Theatro Central, com participações especiais de Alice Santiago, Tata Rocha e Sarah Vieira, de Tata Chama e as Inflamáveis, Hermanes Abreu e Tielo Filippo. Os ingressos já estão sendo distribuídos na bilheteria do teatro.
Rio Preto – A 6ª edição do Festival de Forró de Ibitipoca acontece sábado (5) e domingo (6), em Rio Preto, com cine-forró, discotecagem de DJ Kalango shows de Cambará, Marcio Guelber, Maracaju e Trio Bem te Quero, no sábado (5), Trio Classe A, Marcio Guelber, Lucas Viotti e Ligeirinho da Sanfona, no domingo (6), com entrada franca.
Ibitipoca – Na quinta (10), começa a 25ª edição do Festival Ibitipoca Blues, em frente à Igreja do Rosário, com Cortejo com Blues Box Street Band, às 15h, e shows da Banda Mamooth, às 17h30, e da Banda Praça Ibitilua, às 20h. Na próxima semana, conto a programação completa.
Rio – Performances em fluxo contínuo e projeções em tempo real estão no menu da terceira edição da Chama!, nesta sexta, das 20h às 2h, no Centro Cultural Diversa, na Rua da Carioca, com Murillo Marques, Girauta, Equipe 7Rio, Mbé, Leyblack, Kenya 20hz, Bnnuna, Lcuas e Bruna B.
Fernanda Abreu faz show na festa Puro Suco, no sábado (5), às 23h, no BCo. Space Makers, no Santo Cristo.
Também no sábado (5), tem Morta, às 23h, celebrando o novo álbum de Lorde, “Virgin”, em locação secreta.
O Circo Voador é sempre uma alegria e tem Letrux e a turnê “Alternativa – 20 anos”, na sexta (4), e o tradicional Arraiá do Circo, no sábado (5), quando o cantor e compositor Geraldo Azevedo faz show da turnê “Oitentação”, que celebra os 80 anos de vida e carreira do pernambucano, com participações de Lucy Alves e Luis Carlinhos. A casa abre às 20h.
No sábado (5), às 23h, tem Batekoo Rio na Arena Samol, com MC Byana, Mc Marlon PH, Carlos do Complexo, Vicx, JamaiCaxias, Crazy Jeff Ciana, Pambelli, BBD x OnÍrica e a MC Taísa Machado .
.O 3º Festival de Teatro Amir Haddad acontece de domingo (6) ao dia 13, com abertura domingo, às 15h, no Circo Voador, com shows de Natascha Falcão e Céu na Terra. Na programação, tem Grupo Galpão, Andrea Beltrão, Grupo Tá na Rua, Amir Haddad, Ballroom Xica Manicongo, Afrofunk, Elisa Lucinda, Marco Nanini, Tonico Pereira, Nós do Morro, Luis Antonio Simas e grande elenco.
Na quinta (10), às 20h, estreia a season 2 da Drag Race Brasil, e a #WatchPartyLindas irá reunir o elenco completo na Pink Flamingo, em Copacabana, com pocket show da host Grag Queen. Antes, tem Lolita Banana (Drag Race MX) e Nicky Doll (Drag Race FR), sábado (5), às 21h.
Recife – Queridinho aqui da Moreiridade, Jader, a nova suprema do forró, faz Festa do Interior, sexta (4) às 23h, com participações chiques de Barro e Uaná, no Danceteria.
POA – Jota.pê, o mais perto que está tendo da voz de D*us, faz show de “Se meu peito fosse o mundo”, sábado (5), às 21h, no Opinião.
Beloryhills – Na Autêntica, no sábado, às 21h, tem a festa de dez anos de Samuca e a Selva em noite com Curumin apresentando o show de seu álbum “Pedra de Selva”.
MPB4 e Kleiton & Kledir fazem show sexta (4), às 21h, no Palácio das Artes.
A Gongada Drag das Blogueiras acontece na sexta (4), às 20h, no Cine Theatro Brasil, com Bruno Motta, DaCota Monteiro, Huylson, Sarah Vika, Vini Freire, Alyssah Hernandez e Victor Martyn. Na quarta (9), em São Paulo, tem Gongada Drag Race Brasil, às 20h, no Teatro das Artes, com Chanel, Bhelchi, DesiRée Beck, Paola Hoffmann Van Cartier, Karoline Absinto e Babu Carreira.
Do domingo (6), a Orquestra Ouro Preto sobe ao palco do Sesc Palladium, com a apresentação da ópera “O Grande Governador da Ilha dos Lagartos”, do dramaturgo luso-brasileiro Antônio José da Silva, uma sátira escrita no século XVIII que mistura humor, crítica social e elementos fantásticos.
Sampa – Na sexta (4), às 21h, tem Tuto Ferraz Quinteto no JazzB.
Tuyo convida FBC e Rico Dalasam sábado (5), às 22h, no Cine Joia.
Tudo vai dar Sesc: tem Beto Guedes sexta (4) e sábado (5), às 21h, no Belenzinho; Hyldon sexta (4) e sábado (5), às 20h, no Bom Retiro; Yago Oproprio sexta (4) e sábado (5), às 21h, no Pompeia; Catto e o show da nova era “Caminhos selvagens”, sábado (5), às 21h, e domingo (6), às 18h, no Pompeia; Otis Selimani, domingo (6), às 18h, no Belenzinho; e Anná domingo (6), às 18h, no Bom Retiro.
Na Casa Natura Musical, tem Rico Dalasam sexta (4), às 21h, Leci Brandão comemorando 50 anos de carreira, com participações de Pretinho da Serrinha, na terça (8), às 21h, e de Xande de Pilares, na quarta (9) e Daparte e Walfredo em Busca de Simbiose, na quinta (10), às 21h.
Na quarta (9), na Casa de Francisca, as gigantes Iara Rennó e Luiza Brina fazem show “Brilha e Reluxx”, às 19h30.
Na quarta (9), às 20h, Sophia Chablau e e Uma Enorme Perda de Tempo fazem show para comemorar os sete anos do Picles e dois anos da Inferninho.
Na quarta (9), FBC lança o belo álbum “Assaltos e batidas”, às 21h, na Audio.
Cida Moreira e Hélio Flanders fazem show na quinta (10), às 21h, na Bona Casa de Música.
A banda que eu gosto Caco/Concha estreia seu primeiro disco ao vivo no Porta, na Rua Horácio Lane, quinta (10), às 20h, com DJ set da turma da Cavaca Records.
Ghetto Prince – Na sexta (4), às 22h, tem Caio Prince em Petrolina, em locação secreta, com Elliot, NetxFuck, Impium, Werson e Rhuanzito. No sábado (5) o gato está em Aracaju, comandando festa com Kai, Davs, Pipe, Punanny e Eva de LC.
Curitiba – A Lupe de Lupe acaba de lançar o álbum “Amor”, com quatro canções, cada uma com mais de 9 minutos de duração, e está um turnê pelo Brasil, que passa por Curitiba, na quinta (10), às 19h, no Camaleão Cultural. Semana que vem, conto mais datas.
Brasília – O DF-instrumental-Fest acontece neste sábado (5), com entrada gratuita, no Sesc Taguatinga, às 18h, com , Real Gang, Banda Black Rio, Iara Gomes, Débora Zimmer e Ava Rocha.
Fortaleza – Tem Baile Da Bateu – Níver Da Carina no sábado (5), das 16h às 22h, na Arena Iracema.
Playlist com as novidades musicais da semana, que consolida às 2h da sexta. Todas as playlists de 2024, 2023, 2022, 2021 e 2020 nos links
Para melhores resultados, assista na smart TV à playlist de clipes com Caetano Brasil + Ever Beatz , Diego Rivera, Guilherme Veroneze, Sevdaliza, Animal Collective, David Guetta + Cedric Gervais, Zaina Woz, John Summit + Gorgon City + rhys from the sticks, Eskröta, Yannick Hara e a Terra em Transe, Gorgon City, Bon Iver, Blood Orange, Gustavo Ortiz, Tiago Amud + Caetano Veloso, Orbital Ensemble, Daya, Maroon 5, Isabel Bretz + Rodrigo Lana e midwxst
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