Artista faturou o prêmio de DJ do ano no WME Awards, fez tour pela Europa, abalou no Boiler Room em Barcelona, lançou faixa com Karol Conká e toca neste finde no Clube Contra da gente
por Fabiano Moreira
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Já tem um ano que eu estou de olho em Clementaum, a produtora e DJ que é a persona artística da paranaense Gabriella Clemente, de São José dos Pinhais, espiada que vem desde o lançamento do single “+ Açãum”, em parceria com a dupla de DJs CyberKills. Foi quando começamos a conversar sobre esta entrevista que publico hoje, e, logo depois, batemos um blá rápido sobre o remix de “Vi de relance a coroa” dela e Idlibra para o “DBR Remix”, de Juçara Marçal, do selo QTV. Nosso papo acabou sendo adiado pela tour que ela fez pela Europa, no ano passado, com uma apresentação arrebatadora e cheia de leques no Primavera Sound Barcelona 2024, e rolê por oito países, incluindo passagem por clubes importantes, como Antídoto (Madrid), MusicBox (Lisboa) e Raum (Amsterdam). Este ano, ela já tem gigs agendadas na Europa no Sónar Lisboa, 11 de abril, e no clube Dabadaba, em Gipuzkoa, España, no dia 19 seguinte. Clementaum é dessas artistas que tem star quality e comunicação direta com o público, que come na mão dela, como vai ser nestes sábado (15), às 22h, no Clube Contra da gente, na estreia da festa Espanca. Batemos nosso tão sonhado e planejado papo, por whatsapp, no qual falamos sobre cultura ballroom, de onde ela veio, com o voguebeat, da sua mistura animada de trance, tribal e funk, pra requebrar batendo leque, da faixa com a mamacita Karol Conká, do starter pack formado por top + saia + bolsa + salto que virou sua marca inconográfica e de como ela, que é artista da Brabo Music, não tem projetos de ser uma artista do mainstream. “Quero ficar no meu circuito underground, assim, empoderando pessoas que vieram junto à mim, não tenho vontade de entrar no mercado pop, o que vier é lucro, mas não tenho vontade de ser mainstream, se acontecer algo assim é consequência do meu trabalho, mas não vou perder minha essência pra me vender ao mercado”, decreta. “Que delícia de balinha, eu tô no baile sem calcinha”.
Moreira – Você veio, originalmente, da comunidade ballroom? Lembro que a primeira vez que falei de você, na Revista Híbrida, por causa de “+ Ação”, eu comentei que você era princess da House of Harpya, e o clipe tinha movimentos de voguing. O ballroom é um dos movimentos mais importantes para a comunidade LGBTQIA+ hoje, porquê, na sua opinião, ele é tão necessário? Quais outros nomes dessa cena devemos prestar atenção?
Clementaum – Minha conexão com a comunidade ballroom veio, inicialmente, por meio da música, do voguebeat, e, a partir disso, me conectei com pessoas da cena de Curitiba, como o meu pai, Kisha Harpya, e meu irmão, OA Prince Sil. Desde 2018, começamos a fazer as primeiras experimentações de “balls” na cidade. Acho que falar sobre tem que ser um outro tópico, porquê é muita história, hahah..

Moreira – Acho interessante como a sua pista ressuscita o trance, um ritmo que foi, de certa forma, tido como menos importante pelos DJs de clubes e relegado a raves. De onde veio essa inspiração e quais os artistas dessa cena que você mais gosta? Como esse ritmo entra no seu set?
Clementaum – Eu, sinceramente, não sou a maior fã de ritmos europeus, mas eu gosto de misturar o trance com tribal e com funk, nao sei como explicar, mas só sinto e faço o babado acontecer <3

Moreira – Acho muito legal o seu look-conjuntinho com top e saia combinando e a bolsinha a tiracolo que você sempre carrega. Virou uma assinatura? Com o leque também, claro? Como você se expressa por meio da moda?
Clementaum – A bolsa é uma necessidade, porque eu já fui roubada duas vezes, e o starter pack veio, principalmente, porquê faço muitos shows, e precisava separar a Clementaum da Gabriella, então top + saia + bolsa + salto fazem parte do guarda-roupa da Clementaum, enquanto o guarda roupa da Gabriella é, em sua maioria, uma moda evangê, atualmente.
Moreira – Como foi a sua tour pela Europa no ano passado, quais foram os principais clubes aonde você tocou e como foi a recepção ao seu som? Lembro que foi logo que começamos a combinar essa entrevista que estamos fazendo agora. E também, como foi receber a teta do reconhecimento do WME? Torci por você demais.
Clementaum – Foi incrível e, obviamente, o Boiler Room do Primavera Sound, em Barcelona, foi algo que marcou minha carreira, mas, sem dúvida, diverti-me muito tocando em Malagá, na Espanha, e em Varsóvia, na Polônia. Desejo muito voltar a estes lugares. Muito obrigada por torcer pelo WME, eu não conseguiria sem meus Iquinics Only Mayores , a categoria era voto popular, então, a mobilização da galera foi fundamental, 2024 foi um ano de muita colheita, e eu sentia que merecia sim <3
Moreira – Depois do lançamento com a Karol Conká, quais são os seus planos fonográficos? Você e Karol já se conheciam de Curitiba ou se conheceram depois? Ficou a impressão de que você quer se colocar mais do apenas uma DJ ou produtora, mas uma estrela do pop completa…
Clementaum – Como já disse para muitas pessoas, foi a grande realização de um sonho, sou fã da Karol desde minha adolescência, e ela sempre foi minha rapper brasileira favorita. Nos conhecemos pessoalmente em 2023, por meio do Gorky, que fez toda essa conexão acontecer <3 Eles nos apresentou, e a música foi lançada no selo XYC, que é dele e do Zebu. Ser produtora musical e DJ são duas coisas que se completam muito, nós conhecemos muitos produtores que não são DJs, como também conhecemos muitos DJs que não são produtores, é uma tarefa bem difícil ser as duas coisas ao mesmo tempo, mas eu quero ter a credibilidade e ficar no meu circuito underground, assim, empoderando pessoas que vieram junto à mim, não tenho vontade de entrar no mercado pop, o que vier é lucro, mas não tenho vontade de ser mainstream, se acontecer algo assim é consequência do meu trabalho, mas não vou perder minha essência pra me vender ao mercado.
Abaixa que é tiro!💥🔫
Já tem um tempo que eu falei aqui do trio de música eletrônica de Beloryhills Utopixxxta, comentando o remix de “Secos e Molhados”. Ele abrem a temporada 2025 de lançamentos com “Mais Mais”, com produção da Peppa, a nossa querida e amada Boss in Drama, que se despediu de nós em fevereiro, deixando profundas marcas nas relações pessoais, visto que era uma pessoa educadíssima e gentil, e também na música eletrônica brasileira, cena da qual é uma das fundadoras. Alexandre Matias fez um obituário aqui sobre sua partida, tão jovem, aos 37 anos. Peppa e eu nos conhecemos na era Fotolog e, durante a minha era carioca, fui conferir um set seu na Fosfobox, quando ela foi extremamente querida e gentil.

Cheguei a tocar alguns de seus remixes e mashups nas festas da Bootie Rio, e sua produção sempre foi calcada na elegância, no alto astral, no bom humor e em uma reverência à música brasileira. Em momento delicado, foi a única que não soltou a mão de Karol Conká, de quem produziu o álbum “Ambulante” (2018), o segundo da carreira dela, pela Sony Music, com os hits “Kaça”, “Vogue do Gueto” e “Saudade”. Ela também fez produções para Linn da Quebrada, Tuyo e Jaloo. Em 2023, ela passou a se identificar como uma mulher trans. “Este é um momento para celebrar o talento e o legado de Peppa Oliveira, que tanto nos inspirou na criação desta música”, conta Rodrigo Moreira, um dos integrantes do trio, sobre a faixa, que ganhou lyric video. A faixa é inspirada pelas diversas ondas da disco music e tem letra hedonista de forte carga erótica fala sobre desejos que nunca são saciados e é embalada por um som dançante de groove irresistível.
Essa aqui passou pelas playlists no recesso de carnaval, mas vale demais o registro tardio do belo clipe avermelhado de “Ondas de Calor”, da banda Atalhos, segundo single do quinto álbum de estúdio da banda fundada em Bingui, interior de Sâo Paulo, e que teve a capa do álbum de estreia, “Em Busca Do Tempo Perdido” (2012), ilustrada por Marcelo Bonfá, da Legião Urbana. A banda acaba de fazer dois shows nos Estados Unidos, no festival nova iorquino The New Colossus Festival, no Nublu e no Pianos, e ainda em Boston, no The Lilypad. No novo single, a atmosfera é de derretimento, como no nosso planeta aquecido, com o pop onírico com toques de shoegaze e dreampop do grupo, com letra evocativa, melodia nostálgica, guitarras distorcidas e timbres aveludados, com sua característica mescla de música e literatura. O videoclipe lo-fi mostra a banda, formada por Gabriel Soares, Conrado Passarelli, Fabiano Boldo e Nico Paoliello, em seu ambiente natural, no estúdio, fazendo som. A direção é do Duo Cinza. Nem chiclete e gruda na cabeça mesmo.

Tenho trocado virtualmente com o legendário jornalista niteroiense Pedro de Luna desde os anos 90, quando ele resenhou meu fanzine Bat Macumba. Nunca chegamos a nos conhecer pessoalmente, mas, também, nunca perdemos contato, dado o tanto de coisa interessante com a qual ele sempre está envolvido, como a biografia de 40 anos da banda pernambucana Mundo Livre S/A, formadora do caráter da nossa geração, a “Mundo Livre S/A 4.0, do punk ao mangue”, disponível para venda aqui, aqui e aqui. Quer por pix,com marcador de páginas e dedicatória do autor? Escreva ao autor aqui. Esta é a nona biografia de Pedro, que já perfilou a banda Planet Hemp e os músicos Speed e Champignon, da banda Charlie Brown Jr. O grupo formado pelo líder e vocalista Fred 04 e pelos irmãos Montenegro, Fabio (baixo) e Tony (bateria), celebra os 30 anos do lançamento do seu primeiro disco, “Samba Esquema Noise”, lançado em 1994 pela gravadora independente Banguela Records, com produção de Carlos Eduardo Miranda e Charles Gavin. A Banguela era tudo pra gente e lançou nomes como Raimundos, Graforréia Xilarmônica e Little Quail & The Mad Birds, do querido Gabriel Thomaz. O galego Otto já integrou o grupo, original de Candeias, no município de Jaboatão dos Guararapes, e atuante até hoje, como provam no mais recente álbum, a pedrada política “Walking Dead Folia”, de 2022, com capa com imagem tropicalista, mixando a má gestão da pandemia de Covid-19 com a propagação de fake news e a desvalorização das vacinas.

Uma marca da banda, desde os primórdios, são as letras engajadas. O autor realizou 75 entrevistas, incluindo Otto, China, Karina Buhr, Mario Caldato Jr, DJ Dolores, Jorge du Peixe, Lucio Maia, Pupillo, Dudu Marote, Charles Gavin, Apollo 9, Edu K e Xico Sá, parceiro da letra icônica de “Bolo de Ameixa”.
Jufas – A banda que eu gosto ETC e o grupo Só Parênt fazem show, nesta sexta (14), às 22h, no Cultural.
No sábado (15), em sessões às 19h e às 21h, a companhia mineira Afo!ta Teatro, originalmente de São João Del Rei, apresenta o espetáculo “Morada”, no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (CCBM). A peça propõe uma reflexão sobre a família e a sociedade contemporânea. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos pelo Sympla ou no local, uma hora antes do início. O grupo conta com artistas de diversas cidades de Minas, como Barbacena, Ponte Nova, São João del Rei, Barroso, Juiz de Fora e Elói Mendes.
A banda Clube da Montanha (Petrópolis) apresenta sua mistura de rock alternativo, new wave, neo soul, reggae psicodélico e MPB com a abertura da local Anatomika,, na sexta (14), no Maquinaria. No sábado (15), tem discotecagem de vinil com a icônica Rosa Martins. A casa abre às 20h.
Muso absoluto do verão com a rebolada nervosa no clipe de “Sequência striptease”, de Pedro Sampaio, o dançarino Riquêncio é a estrela da Noite do Striptease, sexta (14), no Rocket, com Ravell e DJ Luk Andrade (RJ), comemorando sete anos do clube. No sábado (15), o som fica com os DJs cariocas Gui Trindade e Raffa Scorpio e performance de Titiago.
Eliardo França encerra a belíssima exposição “Percursos” no sábado (15), no Atelier Adriana Lopes, na Rua Sampaio 36, no Granbery. Ótima oportunidade para conhecer o trabalho além das ilustrações infantis do artista e conhecer o generoso espaço.. A exposição tem curadoria do historiador André Colombo e produção de Ione Ribeiro. A visitação acontece sexta, das8h30 às 18h, e sábado, das 10h às 13h. No sábado, às 11h, tem encontro com o artista, patrimônio de Minas e do Brasil.
O arquiteto e artista autodidata brasiliense radicado em Juiz de Fora Filipe Matias está em cartaz, até 30 de abril, com a sua primeira individual, a belíssima “Lembra”, com telas de dimensões variadas em óleo e técnica mista, com a curadoria de André Colombo, na RH Espaço Arte, no Morro do Cristo. A mostra é inspirada nos costumes, nas festividades e no folclore brasileiros.
O Saint Patrick’s 2025 rola no Jardim Norte, no finde, com shows todos os dias, às 19h30, com Dan Ferraz (14), Muamba (15) e Felipe & Luan (16).
Rio – Nesta sexta (14), às 17h, na Praça da Pira Olímpica, ao lado do Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), acontece mais uma edição do Festival Justiça Por Marielle e Anderson, com entrada gratuita, marcando sete anos de luta incansável por justiça para Marielle Franco e Anderson Gomes. No line-up, só estrelas, como Tássia Reis, Rashid, MC Carol, BNegão, No Lance & Eliza, Dance Maré, Noite das Estrelas, Maru RD, Afrolai e mais.
Na sexta (14), às 20h, tem “Pagode da Mart’nália” no Circo Voador, em data extra após lotar a lona em duas noites fantásticas, com seu novo show com pagodes clássicos dos anos 90, com abertura do Encontros Casuais e, pra fechar, DJ Orkídia.
Os irmãos Corrêa, Evinha, Mário e Marizinha, o Trio Esperança, faz show no Teatro Rival Petrobras, sábado (15), às 19h30.
Isabella Taviani faz show da turnê “Voz e violão”, sábado (15), às 20h e às 22h30, no Blue Note Rio.
Os MCs vão cair no bang bang na Tradicional Batalha do Real, da Brutal Crew, da qual já participei da equipe em três edições históricas. A estreia da temporada 2025 vai ser sábado (15), às 22h, na Febarj, um dos espaços mais tradicionais da cultura black do Rio de Janeiro, com a batalha entre oito MCs, shows de Negra Rê e Spike, Aika Cortez & Aori na apresentação e Mestre LP & Pambelli nos toca-discos, é só relíquia.
São Paulo – Na sexta (14), DJ Vhoor toca as mais balas na festa de 3 anos do Baile do Treze, com Cesrv, Aisha & Yaminah, Gustavo Treze, Rafinha Duarte, às 22h, no Edifício Martinelli.
Também sextando (14), a cantora e compositora Bia Ferreira promove o Baile da Igreja Lesbiteriana, às 21h, no City Lights Music Hall, com participações de Ellen Oléria,Batalha da Dominação, Selecta Rara, Catu Diosis e DJ Tayan.
A banda de vanguarda paulistana Música de Montagem, liderada por Sérgio Molina e que teve seu segundo álbum, “Rua”, resenhado aqui, faz show de lançamento sábado (15), às 21h, no Boca Cultural, em noite que também celebra novas idades dos piscianjos Sérgio, da vocalista Xofan e de Vitor Ishida. A noite tem ainda as participações de Marcelo Segreto, Bruna Lucchesi e Paulo Ohana. Irritante de tão chique.
Na Audio, Falamansa faz show de lançamento do álbum ao vivo “Cem anos”, sexta (14), às 23h, e Duda Beat apresenta a sua “Tara & Tour”, no sábado (15), às 20h.
A icônica banda britânica Simply Red faz show sábado (15), às 21h, no Allianz Park.
Domingo (16) tem mais uma edição da Daddy´s Pool, das 13h às 22h, no Paraíso Morumbi, com os DJs Alexandre Bispo, Rico Berringer, Rodrigo Borro, Leo Vilardi e Ole Schmitt.
Campeã imoral da última Corrida das Blogueiras, edição “uma nova chance”, a drag queen DaCota Monteiro apresenta o espetáculo de comédia “DaCota: Gala&Glamour” na quarta (19), às 21h, no Teatro Sabesp Frei Caneca, em parceria com a Realness. A queen promete uma mistura de cabaret, burlesco, voguing, stand-up, troca de figurinos, canto e performance.
Beloryhills – No Deputamadre, tem festa com o coletivo Bunker 194, de Londres, capitaneado pelo DJ brasileiro Kapp, e representantes de festas da capital, como Mokado, Untraxx e Avulsa, na sexta (14), às 23h.
Salvador – Gilberto Gil faz o primeiro show da turnê de despedida “Tempo Rei”, que passará por dez cidades do Brasil, começando no sábado (15), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova.
Manaus – O projeto Favelinha na Estrada, idealizado pelo Centro Cultural Lá da Favelinha, de Belo Horizonte (MG), do rapper e entrevistador Kdu dos Anjos, que já sextou aqui, celebra o funk e a cultura das periferias, está rodando o país e passa por Manaus. Nesta sexta (14), às 19h, acontece a seletiva regional da batalha de funk “Disputa Nervosa Nacional”, no Largo de São Sebastião, com inscrições no link e show de abertura de Kdu, e no sábado (15), às 20h, tem apresentação do espetáculo “Brinco de Ouro”, no tradicional Teatro Amazonas, com entrada gratuita por ordem de chegada.
Brasil – O documentário “Milton Bituca Nascimento”, de Flávia Morais, estreia nos cinemas nacionais, dia 20. A partir da turnê de despedida, o filme busca entender a complexidade simples de sua obra e da alma brasileira. O filme traz depoimento de personalidades nacionais e internacionais, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Mano Brown, Djamila Ribeiro, Quincy Jones, Spike Lee e Paul Simon.

Playlist com as novidades musicais da semana, que consolida às 2h da sexta. Todas as playlists de 2024, 2023, 2022, 2021 e 2020 nos links
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