{ Vol.01 } é estreia da compositora, musicista e cantora que costurava roupas para as suas Barbies e agora usa a moda para criar mundos utópicos
por Fabiano Moreira
sextaseibaixocentro@gmail.com
“Zaina Woz { Vol.01 }” é o álbum de estreia da cantora, compositora e produtora Zaina Woz, nascida no interior de Santa Catarina e, atualmente, atuando e morando em São Paulo, com muitas referências da dance music, electro & synth pop, incluindo uma releitura de “Sucesso sexual”, de Angela Ro Ro. “O álbum conta algumas histórias que percorri nesta jornada de descobrimento da minha satisfação pessoal, então as canções são divertidas, se passam principalmente na noite, numa pista de dança, nos shows de música e na rua, por isso o álbum tem muitas características da dance music”, me conta, em delicioso papo por e-mail, no qual ela me contou que aprendeu a produzir para fazer este álbum, co-produzido com Arthur Kunz, nome que está em trabalhos com Marina Lima e Os Amantes. “A produção musical é, para mim, como um pincel é para um pintor, é meu instrumento de trabalho, é ali que coloco minha arte em prática, é num software de produção que minhas canções ganham vida, camadas e criatividade, porque me permite brincar de ser uma banda inteira e colocar em prática exatamente o que eu quero para a composição”, reflete. Também falamos sobre envelhecimento, dada a atual situação de saúde de nossa musa inspiradora, Angela Ro Ro, e tema das paradas LGBTQIA+ deste ano. “Essas convenções de idade e seus códigos do que é “coisa de velho” é muito démodé. Temos que quebrar essas barreiras e habitar os mesmos espaços seja numa pista de dança, num escritório, num palco, numa passarela de moda, seja lá onde for. Ninguém está velho demais para coisa alguma. A vida só termina quando acaba e até lá seremos nós mesmos”, filosofa.
Moreira – “O teu desejo básico é a liberdade”, diz a intro do álbum, falando até da liberdade de sermos nós mesmos. Esse é o convite principal do álbum? Ou como incita “MSF”, myself satisfaction?
Zaina Wox – Sim, pois esta sentença foi dita pra mim por uma guia espiritual no começo da minha jornada rumo à busca da minha alma artística. Naquela época, eu estava vivendo um dos momentos mais obscuros da minha vida e fui atrás de respostas e falar com esta mulher me deu coragem, pois ela colocou em palavras tudo o que eu estava sentindo. E achei que era mais do que necessário dividir essa frase com quem for ouvir o meu álbum, pois foi ali que tudo começou e eu quero inspirar as pessoas a irem atrás de seus sonhos e da sua liberdade.
Moreira – O álbum tem muitas referências da dance music, electro & synth pop. Há um desejo de festa, celebração? Eu adoro música alegre, de triste, já chega o capitalismo, risos.
Zaina Wox – Totalmente, eu amo dançar! O meu objetivo com o álbum é fazer as pessoas dançarem e se divertirem. Eu comecei as composições com este desejo e de fazer do meu show um momento de alegria, tanto para mim, como para o meu público, afinal, abandonei outras carreiras para ir para a música, porque lá eu não era feliz, não era eu mesma, e aqui me encontrei então não tinha como não ser celebrativo. E o álbum conta algumas histórias que percorri nesta jornada de descobrimento da minha satisfação pessoal, então as canções são divertidas, se passam principalmente na noite, numa pista de dança, nos shows de música e na rua, por isso o álbum tem muitas características da dance music.
Moreira – Você começou a estudar produção musical na produção do álbum, comprando seu primeiro sintetizador para criar os próprios beats. Como se desenrolou essa descoberta da Zaina produtora? Você dividiu a produção com o Arthur Kunz, que trabalha com a Marina Lima, como foi a troca com ele?
Zaina Wox – Eu senti necessidade de aprender a produzir porque precisava de ferramentas para construir o meu estilo próprio, a minha identidade musical. Então, a produção musical é, para mim, como um pincel é para um pintor, é meu instrumento de trabalho, é ali que coloco minha arte em prática, é num software de produção que minhas canções ganham vida, camadas e criatividade, porque me permite brincar de ser uma banda inteira e colocar em prática exatamente o que eu quero para a composição. A partir disso, acontece meu encontro com o Arthur, carinhosamente apelidado por mim como o pai de { Vol.01 }. A troca com ele foi muito boa, eu cheguei em seu estúdio com um sonho e, na época, não tinha nenhuma música. Ele me ajudou a levantar esse álbum do zero e foi para mim como um mentor, fomos criando junto o meu universo musical, ele trouxe sua genialidade e profissionalismo 40+ que colocaram minhas canções no nível que elas merecem estar. Por sua forte relação com a cena da música brasileira, Arthur trouxe músicos excelentes para gravar conosco as faixas e assim o álbum ganhou vida e nasceu.
Moreira – A moda é uma parte importante da sua linguagem artística, até porque a sua formação é em Design de Moda. Você costuma a começar o processo criativo a partir de imagens? Em “M.S.F.”, tem um vestidão bolo de noiva bem oitentista, um conto de fadas urbano, e “Boneca de porcelana” já tem uma sandália Mary Jane e saia balonê. Acho tudo bem divertido.
Zaina Wox – Essa é uma das partes que me abre um sorriso só de pensar. Eu amo moda, sou filha e neta de costureira e cresci no meio dos tecidos e máquinas de costura. Desde pequena, já costurava roupas para minhas Barbies (que eram sempre cantoras) e gostava de me expressar visualmente. Sou muito sonhadora, e a moda me ajuda a criar esses mundos utópicos que me remetem às brincadeiras de infância, por isso soa como um conto de fadas divertido (bem libriana que sou risos). E sim, um dos caminhos possíveis no processo criativo é colocar em texto as imagens que me vêm à mente. Nem toda canção nasce primeiro nos acordes, ela pode começar primeiro com uma letra. Como quando fui impactada pelo desfile de John Galliano para a Margiela e decidi que queria fazer parte daquele mundo e com aquelas imagens na mente compus “Boneca de Porcelana”. Outro exemplo é a faixa “M.S.F.” A ideia da letra nasceu ao assistir Sex and the City em loop e querer ser Carrie Bradshaw obcecada por “Myself, Sex, Fashion!”. Eu me alimento dessas imagens de moda e crio meu próprio estilo visual, escrevo letras, imagino videoclipes, gravo beats, pois as roupas me transportam para um lugar onde eu me sinto bonita sendo eu mesma e vestindo aquilo que me faz feliz.
Moreira – Adorei a versão de “Sucesso Sexual”, até porque sou completamente obcecado pela Angela Ro Ro. Lembro que, uma vez, cobrindo o evento de a História Sexual da MPB, do Rodrigo Faour, não tive coragem de falar com ela, com medo de a diva me devorar e acabar com a minha admiração. Anos depois, na pandemia, noticiei a live dela, e a musa veio me agradecer, um doce, um poço de ternura, pelo X. Ela está terrivelmente doente e enfrentando dificuldades, chegou a pensar em algo para reverter a ela nesse momento? Isso nos leva a refletir sobre o envelhecimento LGBTQIA+, tema das paradas do orgulho este ano, nacionalmente.
Zaina Wox – Lancei “Sucesso Sexual” e, logo em seguida, vieram as notícias de seu adoecimento. Fiquei muito sensibilizada com sua história, não imaginava que uma das grandes divas da música brasileira estava passando por tamanha dificuldade tendo uma obra completamente incrível e singular. Fiz campanha nas minhas redes contando do seu momento e pedi para meus seguidores ajudarem a Angela com um PIX pelo menos no valor de um ingresso. Me ofereci para participar de um evento beneficente para a Ro Ro no Rio de Janeiro, mas estava muito em cima e não conseguiram me encaixar na programação. E sigo acompanhando suas notícias e seu estado de saúde. Quero muito conhecê-la em pessoa e quem sabe dividir um palco. Agora, jura que etarismo será o tema das paradas de orgulho? Que maravilha, pois temos que falar sobre isso e esmiuçar seus efeitos em todas as camadas da vida de uma pessoa: no mercado de trabalho, no meio social, até no amor (oi?). Essas convenções de idade e seus códigos do que é “coisa de velho” é muito démodé. Temos que quebrar essas barreiras e habitar os mesmos espaços seja numa pista de dança, num escritório, num palco, numa passarela de moda, seja lá onde for. Ninguém está velho demais para coisa alguma. A vida só termina quando acaba e até lá seremos nós mesmos.
Abaixa que é tiro!💥🔫
Considerada uma das grandes revelações do indie nacional, o duo de alt-rock eletrônico Paira, formado por Clara Borges e André Pádua, lançou seu segundo EP pela Balaclava Records, o “EP02”, avançando sua proposta de unir guitarras com os breakbeats encontrados em gêneros como o Drum and Bass e UK Garage, mas dessa vez levando para um lado mais indie e “cru” em relação ao primeiro lançamento do duo, com influência mais presente de artistas como Alex G, Porches e do produtor de funk Rensgo, do Distrito Federal. O volume foi produzido por Paira e Roberto Kramer, que também fez gravação, mixagem e masterização. A banda reúne influências que a princípio podem parecer incompatíveis, mas as transforma em algo nostálgico e ao mesmo tempo inovador.
Dois nomes que eu gosto e que não tiveram seus bons álbuns de estreia resenhados aqui se unem para noite especial no Maquinaria, no sábado (23), às 20h, quando os paulistanos da Celacanto apresentam “Não tem nada para ver aqui”, e Baapz, que já foi perfilado aqui, o seu “Embalo Sísmico”. A Celacanto é paulistana e formada por Eduardo Barco (guitarra e sanfona), Giovanni Lenti (bateria), Matheus Costa (baixo) e Miguel Lian (voz e guitarra), irmão da sextante Luiza Lian, e fez sua estreia pelo selo que eu gosto Matraca Records, com produção de Lauiz, da banda Pelados, que estreia álbum na próxima semana. O álbum da Celacanto é um manifesto contra a pressa do mundo. “É um esforço consciente de investigar essa ideia das velocidades diferentes – no limite, esses mundos diferentes, um mais ansioso e externo e outro mais introspectivo e emotivo. Tentamos olhar para onde eles se contrapõem e onde se sobrepõem”, explica Miguel. As nove faixas do álbum acompanham um eu lírico cansado, contemplativo e desiludido, além de paisagens sonoras mais densas, onde destacam-se os synths, guitarras dissonantes e harmonias deslocadas. Já Baapz construiu um álbum com metáforas científicas, existencialismo juvenil e elementos da geofísica e meteorologia, transitando entre o lo-fi rock, o indie alternativo e uma pitada de psicodelia nostálgica, com participações, nos vocais, de Griza e Amélia, da Varanda.
Jufas – O finde do Miss Gay chegou e rola toda uma programação LGBTQIA+ para honrar essa tradição de 43 anos do concurso, que acontece no sábado (23), às 19h, no Terrazzo, com candidatas de 27 estados. Este ano, teremos ainda a volta da Parada do Orgulho LGBTQIA+, que faz o seu 14º desfile no sábado (23), com concentração, ao meio-dia, no Largo do Riachuelo e desfile pela Avenida Rio Branco. O Rainbow Fest acontece de sexta (22) a domingo (24), na Praça Antônio Carlos, com uma série de shows de drags.
Tem Gongada Drag nesta sexta (22), às 20h30, no Teatro Solar, com o espetáculo tipo roast comandado pelo humorista Bruno Motta com as drags Titiago e Nayla Brizard, o humorista Gustavo Mendes, de Juiz de Fora, Suzy Brasil, Márcia Pantera, Lucas Crescêncio e Karoline Absinto.
Já a queen Silvetty Montilla apresenta o espetáculo “É o que tem pra hoje” sexta (22), às 20h, e domingo (24), às 19h, no Queens.
No Clube Contra, tem edições pride da Kaô Funk, na sexta (22), e Injustiçada, no sábado (23), com o DJ Toni †, sempre às 22h.
Sábado (23) e domingo (24), acontece a revitalização dos graffitis do Espaço Hip Hop, sob o Viaduto Hélio Fadel, com 80 artistas selecionados e show do rapper Coruja BC1, além de outros MCs e DJs, tudo de-grátis, que é mais gostoso. O espaço tem a gestão amorosa do Stain, uma das primeiras páginas da Sexta Sei.
Os mineiros da boa banda Daparte fazem show no Cultural, no sábado (23), às 20h.
Alerta cinema barato: a UCI do Independência e O Cinemais do Jardim Norte estarão com sessões a R$ 10 entre os dias 28 e 3/09.
No Maquinaria, sexta (22) é noite de riffs carregados de emoção e energia com show da banda Legrand, que deu ótima entrevista aqui, e a banda de BH Escadacima, do selo Estúdio Central. A casa abre às 20h.
Amiga do poeta juiz-forano Murilo Mendes, a gravadora, pintora, desenhista, ilustradora, teórica da arte e professora polonesa Fayga Ostrower ganha duas novas mostras no Museu de Arte Murilo Mendes: “Ocupação Fayga Ostrower” percorre a trajetória da artista, evidenciando sua múltipla e variada produção em diversas áreas do conhecimento e técnicas de criação. Já “Fayga Ostrower: a conquista da pureza fundamental” dedica-se à sua produção gráfica, com obras datadas desde a década de 1940 até o início deste século, percorrendo grande parte de sua carreira e revelando uma importante amostragem da historiografia da arte.
Beloryhills – Sábado (23) e domingo (24) acontece a 10ª edição da Virada Cultural, com apresentações gratuitas por Praça da Estação, Parque Municipal, Viaduto Santa Tereza, nas Ruas Guaicurus, Bahia e Sapucaí, além da Praça Raul Soares e a nova Praça Fuad Noman, do Edifício Sulacap. Entre as atrações, tem Carlinhos Brown, Akatu e Djonga, Sidoka, Rolimã BH e o O Circuito Urbano de Arte (Cura), um dos maiores festivais de arte pública da América Latina, que vai Pracificar na Raul Soares, no dia 23, às 19h e às 20h30, , e ainda a Virada Master, da MasterPlano, na Rua da Bahia 50, das 4h10 às 10h10. É só escolher as atrações e conferir os horários no site.
Depois de uma estreia emocionante nas areias de Copacabana, a Orquestra Ouro Preto apresenta “Feliz Ano Velho, a Ópera”, baseada no clássico autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva, “Feliz ano velho”, que moldou meu caráter. A montagem transforma em música e cena uma das obras mais marcantes da literatura brasileira contemporânea. O espetáculo tem música e libreto de Tim Rescala, direção musical de Rodrigo Toffolo e direção cênica de Julliano Mendes. As apresentações acontecem nos dias 22 e 23 de agosto, às 20h, no Palácio das Artes.
O grupo Corpo comemora 50 anos com a estreia de “Piracema”, 27 a 31 de agosto, no Palácio das Artes, inspirado na jornada dos peixes que enfrentam a correnteza para desovar. A temporada também inclui “Parabelo” (1997), com música de Tom Zé e Zé Miguel Wisnik.
Black Alien, “o pai do neném”, deu sold out no show de comemoração dos dez anos do “Babylon by Gus Vol. 1” nesta sexta e tem noite extra no sábado (23), às 21h, na Autêntica.
O boa-praça Haroldo Bontempo grava seu terceiro álbum, ao vivo, “Ao Vivo em Quarteto”, com Vinícius Mendes (sax e flauta), Carol Ramalho (baixo) e Bê Moura (bateria) e rearranjos dos seus dois álbuns e EP lançados. A gravação de áudio e vídeo acontece no domingo (24), às 18h, na Galeria Resistor, com retirada de ingressos gratuitos pelo Sympla.
Rio – MonchMonch lançou lindo clipe para “Coisa linda” e passa com a tour do álbum “MarteMorte” em duas noites no Redoma, na Rua do Rosário 82, no Centro, com Ente e quedalivre, na sexta (22), e Yuri Costa e Onda De Beleza Natural, no sábado (23), sempre às 20h.
Na sexta (22), às 19h, Junior chega com a Solo Tour no Vivo Rio, celebrando 35 anos de carreira em cinco atos. A cenografia é inspirada na estrutura de um avião, e o palco recebe dança acrobática e parkour.
Conhecido na cena mundial pela mistura de techno, industrial e EBM, o alemão Phase Fatale faz apresentação inédita no Brasil, na festa Subterrânea, sábado (23), às 23h, no Clube Democráticos, na Rua Riachuelo. Ele é DJ residente do Berghain, icônico clube de Berlin, e fundador do selo Bite Records. A festa ainda tem os craques Maurício Lopes e o querido Badenov, além dos residentes da Subterrânea, Jorge Henrique e Isabella Lauermann.
No Circo Voador, na sexta (22), o rapper mineiro FBC lança o disco “Assaltos e Batidas” com gravação ao vivo e abertura da banda Maria Esmeralda, que vai do boombap ao trap e leva o rap para um lado teatral e dramatúrgico, no sábado (23), a banda dos monstros do thrash metal estadunidense, Testament, comanda a nova lona, recentemente trocada. A Testament foi uma das fundadoras do movimento thrash metal da “Bay Area” em São Francisco, ao lado de outras como Metallica, Megadeth, Forbidden e Exodus, entre outras. A casa abre às 20h.
A Ramal 7 faz a sua quinta edição, com o sextante Josiel Konrad, Jamaicaxias, Trilogia do Santo Amaro e Hugo Ojuara, sábado (23), às 20h, celebrando as culturas periféricas na quadra da G.R.E.S. São Clemente, na Cidade Nova. Haverá também exposição com ativação Verão Marginal de Albarte, artista plástico do Complexo do Chapadão.
O Festival DUB Inverno acontece no sábado (23), às 16h20, na Rua da Quitanda 109, no Centro, com Digitaldubs, o bloco canábico Planta na mente e exposição de arte digital CryptoRastas.
A icônica Iara Rennó faz um giro pelo circuito SESC Pulsar fluminense com a “Orí Okàn Tour”, com percussões de Rodrigo Maré e Victória dos Santos e shows nas unidades do Sesc Copacabana (26), com Lu Dom, Barra Mansa (29), às 19h30, com Thiago Elniño, Tijuca (2), com Marina Íris, e Quitandinha (5).
No Teatro Rival Petrobras, rola a terceira noite do Combate das Drags, na quarta (27), às 20h, com Organzza como jurada, quinta (28), o Fino Coletivo comemora 20 anos com show às 19h30.
Sampa – O supergrupo de rock instrumental, rock neoprogressivo e jazz fusion The Aristrocrats faz show da “The Duck Tour” no Carioca Club, na sexta (22), às 19h.
Tudo vai dar Sesc: tem Bixarte na sexta (22), às 20h, no 24 de maio; Romero Lubambo, Cristovão Bastos e Mauro Senise, na sexta (22), às 20h30, no Vila Mariana; menores atos na sexta (22), às 20h30, no Belenzinho; Brejo do Bom convida Dani Nega com Georgette Fadel, Letícia Fialho e Maria Beraldo na sexta (22), às 20h, no Bom Retiro; Itamar Assumpção por Juçara Marçal, Suzana Salles e Kiko Dinucci sexta (22), às 20h, no Guarulhos; Karina Buhr celebrando dez anos do “Selvática” sexta (22), às 21h, no Pompeia; Metá Metá no sábado (23), às 20h, no Guarulhos; Marcelo Segreto com participações de Tiê e Karina Buhr sábado (23), às 20h, e domingo (24), às 18h, no Consolação; Luiza Brina com | participação de Dora Morelembaum e Maria Beraldo, sábado (23), às 20h, e domingo (24), às 18h, no Ipiranga; Thaíde sábado (23), às 20h, e domingo (24), às 18h, no 24 de maio, mãeana sábado (23), às 20h, e domingo (24), no Vila Mariana; Yannick Hara na quinta (28), às 21h, no Pompeia.
O Baile da Bapho faz edição Luz no Submundo na sexta (22), às 23h, na Vip Station, com Christopher Luz, Katy da Voz e as Abusadasas, Kaya Conky, Dornelles, Kalef, Zumbicore, Jonas Kaik, May Mark, Kaim, Miranha Bonnie Clyde e Mcintra.
Rodrigo Ogi comemora dez anos do álbum “Rá!” no domingo (24), às 19h, no Blue Note SP, com a banda Brasativa e seus parceiros DJ Nato PK e Tiago Red, celebrando esse álbum que mixa o rap underground da Bay Area a samba, brega e desdobramentos da música brasileira contemporânea.
A montagem de “A última ceia”, novo trabalho do grupo MEXA, faz temporada no Sesc Pompeia entre 28 de agosto e 7 de setembro, com sessões de quarta a sábado, às 20h, domingos às 19h, e uma sessão extra no dia 5 de setembro, às 16h. Dirigida e escrita por João Turchi, a peça-jantar parte do famoso quadro homônimo de Leonardo Da Vinci.
Campinas – Rico Dalasam passa com a tour “Para Sempre” sábado (23), às 21h, no Brasuca. No domingo (24), ele faz show gratuito no Centro Cutural São Paulo (CCSP), às 18h.
Fortaleza – O maioral Mateus Fazeno Rock, entrevistado aqui recentemente, faz show de lançamento do belo álbum “Lá na Zárea todos querem viver bem”, neste sábado (23), às 19h, no Dragão do Mar.
A Batekoo faz a última parada da turnê nacional no sábado (23), às 21h, na Praia de Iracema, no Kingston 085, com Maurício Bahia, DJ-Sete (Guiné-Bissau), Vládia Soares B2B Bianca Ellen (CE), DJ Nandi B2B Angel History (CE) e Mirands (BA).
A privê LajeSets faz edição Tubulaje, com os DJs da festa Tubulosa, sábado (23), das 18h às 1h, com Lola Mel, Calú, FYL, Matusa e Fritaz.
Sábado (23) tem Montage e Fausto Fawcett de graça na Estação das Artes, às 18h30.
Recife – A Sambay é a primeira roda de samba LGBTQIA+, produzida por Márcio Lima e Pablo Falcão, no Mourisco, em Botafogo, e chega a Recife, pelas mãos da Golarolê, com Rodrigo Andrade nos vocais, no sábado (23), às 21h, no Cais do Sertão, no Recife Antigo.
Salvador – Uma das entrevistas mais bacanas aqui da página, o projeto Recôncavo Experimental, o mangue beat baiano capitaneado por J. Velloso, faz show sábado (23), às 21h, na Casa da Mãe.
Curitiba – Na sexta (22), às 18h, Marcelinho da Lua comanda edição da Ya´Ya, com entrada franca, no Barleria.
A segunda edição da I Wanna Be Tour chega à Pedreira Paulo Leminski, no sábado (23), com Fake Number, Neck Deep, The Maine, The Veronicas, a Fresno que eu gosto e Good Charlotte. No dia 30, a festa é em São Paulo, com The Fall Out Boy. Ah, a The Veronicas faz side show em São Paulo, no dia 26, no Cine Joia, e Yellowcard, Story Of The Year e Neck Deep se apresentam no Tokio Marine Hall, no dia 29.
BK´ passa com a DLRE Tour pela terra de Karol Conká, no sábado (23), às 21h, no Live Curitiba.
BSB – O Festival CoMa acontece até o dia 24 no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) com shows de Don L, Budah, N.I.N.A, Yago OPróprio, Vhoor + FBC e Teto Preto, no sábado (23), e Paulinho da Vioa, Metá Metá, Paulinho Moska, Nação Zumbi, Jadsa e Mathosa com os nossos Kabulom e Omoloko, no domingo (24)
Tiradentes – A turnê “Corta Quebranto” da banda que eu gosto Roça Nova, chega à cidade histórica no sábado (23), de graça, na rua, e não informaram o horário.
Playlist com as novidades musicais da semana, que consolida às 2h da sexta. Todas as playlists de 2024, 2023, 2022, 2021 e 2020 nos links
Para melhores resultados, assista na smart TV à playlist de clipes com Ashnikko, Florence + The Machine, grandson, Placebo, Karnak, The Chainsmokers + Anna Sofia, Betty Who, Mãolee & The Pups, The Hives, MonchMonch, A Olívia, Bullet Bane, Justin Bieber, Number Teddie, Maroon 5 + Lil Wayne, Khalid, Twent One Pilots, Tyler, the Creator, Water from your eyes,
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