Multi-instrumentista, compositor e cantor mineiro faz show com Exclusive os Cabides em Jufas e no Rio e se prepara para lançar álbum de estreia, “Embalo Sísmico”, com participações de Amélia do Carmo, da Varanda, e Grisa
por Fabiano Moreira
sextaseibaixocentro@gmail.com

Eu conheci Pedro Baapz, 29 anos, na última noite da antiga Necessaire, na Rua Halfeld, quando ele abriu o show de Ana Frango Elétrico e descobrimos que ele é sobrinho de uma colega de turma de faculdade, a jornalista Elisângela Baptista, a tia Lili, tudo isso antes do primeiro diagnóstico de Covid, no dia seguinte. Passei a acompanhar a sua trajetória com muito interesse, visto que gosto do clima soturno, eletropop e lírico de suas composições, que passeiam por rock alternativo, punkdisco, triphop e noisepop. Tive a felicidade de estar presente na edição do Palco Central, em 2023, de “Legrand, Varanda e a Cena”, conectado por ele, e que resenhei no Instagram, aqui, aqui e aqui, e, hoje, publico o número “Contato Glacial (Gelo)”, com o Legrand, com exclusividade, aqui na página. Aproveitei um duo de shows que ele faz com a banda catarinense sextante Exclusive os cabides no sábado (5), no Maquinaria, aqui em Jufas, e na Audio Rebel, no Rio, no domingo (6), para entrevistá-lo aqui na Sexta Sei, que já está falando dele desde a sua segunda edição, há cinco anos. Em um dos melhores papos de 2025, falamos porquê, afinal, estamos todos tão nervosos, nessa ansiedade geracional de quem pode ser e ter tudo e acaba não sendo nada, mote de “Nervoso”. Falamos também como os estranhos, peduliares e talentosos se atraem, como nos casos com Irmão Victor e Exclusive os Cabides, o que levou o artista a abrir estes shows na cidade, e também das colaborações com os locais Varanda, Chediak, Laura Conceição, Caetano Brasil, Everbeatz, Alles Club, Lanches, The Basement Tracks, Erik Rk e Cozinhando Sample. Aproveitei para assuntar o álbum de estreia, “Embalo Sísmico”, com nove faixas, e participações especiais de Amélia do Carmo e Grisa, falando sobre crises climáticas, relações sociais e neuro divergências. “Me desafiei muito a brincar com palavras complexas, achando que eu poderia estar djavaneando por aí. ´Engolir mercúrio de um termômetro digital´ e ´num furacão isósceles que eu nem sei calcular´ são alguma das frases que cunhei nesse álbum que demonstram isso. Mas o som é dançante, apesar da complexidade, sou fã de música pop chiclete”, avisa, no nosso papo. “Sobre as crises climáticas, acho que esse calor desgraçado, somado com uma apatia que fomos criando, compõe um tema bem extenso a ser explorado”, explica.
Moreira – “Nervoso” foi a minha porta de entrada para o universo Baapziano, quando fiz o post de artistas de Juiz de Fora que estava de olho, logo no começo da página, na segunda edição, há cinco anos. Também fiz posts quando você lançou “Contato Glacial” e “Maré de Azar”. Tenho gostado de acompanhar os seus trabalhos. O clipe é uma parceria com o Inhamis e foi inspirado nos desenhos do canal Adult Swim? A ansiedade é mesmo o mal atual, né? Acho que fala sobre as duas últimas gerações.
Baapz – Sim, o clipe é fortemente inspirado nesse tipo de animação adulta que tem na Adult Swim, mas que também existe em outros canais. Uma grande referência inicial que o Chicão (Francisco Franco) e a Fernanda (Fernanda Roque, ambos da produtora Inhamis) trouxeram foi o “Beavis and Butthead” que é da MTV/Paramount. Eu, particularmente, assisti muito pouco dessa animação, mas adoro a estética dele e assisto, frequentemente, a outros desenhos com senso de humor parecido, como “Smiling Friends”, “South Park”, “Frango Robô” e “Rick and Morty”, dentre outros. Ansiedade é o mal geracional? Ou o mal está em se auto diagnosticar pelo TikTok? Hehe. Acho que, da minha geração para a frente, muitos jovens foram se iludindo com possibilidades de ascender no capitalismo, tudo é muito imediato, você faz uma música num estilo, e já passou. Você assume uma estética, e já saiu da moda. Antes, as pessoas se comparavam com seu bairro: “ quero ser o melhor [insira qualquer emprego] do meu bairro”. Hoje, qualquer coisa que me aparece no TikTok eu quero absorver. Quero ter uma máquina que faz tudo virar sorvete (tá bombando), assim como já comprei uma máquina de fazer tapete durante a pandemia (nunca usei, quem quiser comprar me chama na DM). Se eu posso ser/ter tudo, no fim das contas, eu acabo não sendo nada. Então, sim, acho que também cai nessa ansiedade geracional.

Moreira – A estranheza e o humor que fazem parte da sua poética são o que te conecta a projetos como Irmão Victor e Exclusive os Cabides, que te convidaram a abrir seus shows aqui em Jufas? Você já compôs com eles? Como vão ser esse par de show com os catarinenses?
Baapz – Irmão Victor é uma banda que me apareceu no YouTube quando eu nem postava minhas músicas. Assim que me deparei com aquelas capas absurdas, de um Simpson careca e um sujeito de óculos, me atraí, imediatamente, e, volta e meia, escutava de novo. Um belo dia, minha vizinha da época, a famosíssima bassrilia, mandou mensagem falando que estaria em turnê tocando com o Irmão Victor e me convidou pra tocarmos juntos, e o Marco e o Thales Castanheira (Pelados) até dormiram lá em casa. Coincidiu que era meu aniversário, e meus pais e meu irmão João Vitor (preparem-se para a piada) vieram para comemorarmos. Comi pizza com meus pais e os dois irmãos victors (desculpe por isso). O Theo Ceccato (Sophia Chablau e uma Enorme Perda de Tempo) estava passando muito mal nesse dia, lembro que dei uma dipirona pra ele, e ele ficou com medo dos efeitos, porque nunca tinha tomado. Acabou que o Paulo Emmery veio correndo do Rio só pra assistir ao show e substituí-lo no resto da turnê. Foi um dia muito doido. Já o “Exclusive” eu conheci de maneira diferente. Durante a pandemia, tinha um grupo de Whatsapp chamado loopsaleatórios, que surgiu a partir de uns workshops gratuitos ministrados por Benke Ferraz (Boogarins), no qual conheci vários amigos. O Antônio estava nesse grupo, e imagino que deva ter visto alguma vez que divulguei a “Patético” por lá. Nisso, ele e o João estavam organizando um bloco na rádio Peep.fm chamada “Radio Cabides” e eles tocaram minha música por lá. Continuei frequentando toda segunda-feira, às vezes, enquanto fazia uma aula da faculdade no Google Meet, ou assistia aula teórica de auto escola. Eles até me chamaram pra eu fazer meu próprio bloco, com umas três músicas e um jingle de abertura. Inclusive, achei a vinheta, se alguém quiser ouvir. Enfim, ainda não compusemos nada juntos, mas trocamos essa ideia quando lancei a “Sr.Dafoe” pela Gomo Records, e eles elogiaram bastante. Quem sabe não teremos esse feat no futuro?

Moreira – O que podemos esperar de “Embalo Sísmico”, (que nome maravilhoso, aliás), seu álbum de estreia, com nove faixas e participações especiais de Amélia do Carmo, da Varanda que eu gosto, e Grisa, em algumas faixas? Entre os temas, tem crises climáticas, relações sociais e neuro divergências, diz o release.
Baapz – Eu sempre busquei fazer um som que soasse autêntico (pelo menos pra mim). “Embalo Sísmico” foi o mais próximo que consegui desse experimento. Me desafiei muito a brincar com palavras complexas, achando que eu poderia estar djavaneando por aí. “Engolir mercúrio de um termômetro digital”, “erupção do miocárdio catastrófico/pneumoultramiscoscópicossilicovulcanoconiotico”, ”num furacão isósceles que eu nem sei calcular” são alguma das frases que cunhei nesse álbum que demonstram isso. Mas o som é dançante, apesar da complexidade, sou fã de música pop chiclete. Tem muita inspiração de coisas diversas que consumo, como Rosalía, CityPop Japonês, Gorillaz, Minecraft, Magico de Oz e Júlio Verne. As vozes de Amélia e Grisa adicionaram bastante na vibe, visto que, além de admirá-las, ambas têm vozes que se destacam bastante em relação à minha, que costuma ser mais grave e escondida. Os temas são sempre sobre coisas que eu vivo. Nunca gostei de música que fale sobre uma realidade que eu não vivo. Claro, trabalho bastante com a hipérbole e outras figuras de linguagem, mas sempre partindo de um tema que me rodeia. Em “Abrigo Nuclear”, por exemplo, coloco bastante da minha relação com meu (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) TDAH , meu hiperfoco e também da minha mãe, “hiperativo, mas sedentário, meu frenesi ocorre enquanto eu me deito; interferência hereditária, me esqueça aqui, pois eu nasci com esse defeito”. No caso, o abrigo nuclear poderia ser minha própria cabeça, ou o estúdio que construí para me isolar do mundo, que me tranquei antes e durante a pandemia. Sobre as crises climáticas, acho que esse calor desgraçado, somado com uma apatia que fomos criando, compõe um tema bem extenso a ser explorado.
Moreira – Você tocava baixo no Alles Club, mas já te vi tocando teclado e saxofone no show de Varanda e Legrand, no Palco Central, quando as duas bandas evidenciaram que você era uma grande referência para eles… Quantos instrumentos você domina? Como a música entrou na sua vida, como você aprendeu a produzir, e quais são as sonoridades que mais fazem a sua cabeça e influenciam o seu trabalho?
Baapz – Alles Club foi a banda que me fez vencer o medo de palco e sentir que eu podia contribuir coletivamente para algo legal. Tenho uma admiração tremenda pelos meus companheiros de banda, que me ensinaram/ensinam muito até hoje sobre acreditar e realizar. Com a Alles Club, eu dei meus primeiros rolês tocando e, com a Pug Records, aprendi muito sobre lançamento, assessoria, zines, mershs, releases, distribuição, etc.. Varanda e Legrand no Central foi algo de outro mundo. Sou péssimo em acompanhar editais, na maioria das vezes, eu só descubro a existência deles quando já encerraram (ou quando dou muita sorte, um dia antes do prazo). A inclusão e o respeito que eles tiveram comigo vão ficar sempre na minha mente. Sou um artista pequeno na cidade, com menos alcance e experiência do que ambas as bandas. Me senti muito feliz de pertencer a uma suposta cena. A Legrand arrasou tocando “Contato Glacial (Gelo)” e, depois disso, até roubei o Cyro pra tocar comigo, e a Varanda, por diversas vezes, incluiu-me pra tocar sax na música “Gostei”, que eu produzi com eles. Os meus parceiros de banda também tocaram nesse dia, e todos ficamos muito gratos e emocionados. Queria dizer que aprendi a produzir de forma autodidata. Talvez, para a parte técnica, isso seja verdade. Mas, sinceramente, produzir é um trabalho de muita compreensão do que o coletivo precisa. Eu gosto de me meter na vida dos outros, escutar fofoca (mas sem reproduzí-las… Tá, vai, às vezes, reproduzo, mas só quando é fofoca light). No geral, aprendi a produzir porque sou muito bom em descobrir o que as pessoas gostam. E a maioria dos instrumentos que toco é também porque sei como fazer soá-los interessantes pra quem escuta (ou seja, não sei tocar nada muito bem, só o suficiente pra enganar meu público). Resumindo, toco todos que existem, nem todos toco bem, mas toco. Só não toco cajon, porque tenho preconceito.

Moreira – Me conta mais sobre o seu trabalho de produção musical e captação de som e os trabalhos que já fez, na cidade, com Varanda, Chediak, Laura Conceição, Caetano Brasil, Everbeatz, Alles Club, Lanches e The Basement Tracks.
Baapz – Sempre gostei de me conectar com pessoas e aprender com elas. O Everbeatz, o Erik Rk, o Álvaro (cozinhando Sample) foram grandes parceiros em diferentes projetos, tanto deles mesmos, quanto na realização de álbuns de outros artistas. A Laura e o Caetano foram desses que acreditaram no meu trabalho e me deixaram dar diversos pitacos, tecer críticas e elogios. Ter um papo cabeça. O Chediak, a gente já fez vários feats juntos, mas, por enquanto, sem previsão de lançamento. A Basement Tracks foi um dos meus primeiros trampos, eu gravei instrumentos como synths e sax, além de captar duas músicas do álbum novo que virá. Acho que eles regravaram depois a maioria dos instrumentos, mas tem uns que sobraram hehe. E o Lanches eu me aventurei a fazer o videoclipe de “Vai lá”, no qual, com uma equipe bem legal, capturamos o show deles no Palco Central e, depois, eu imprimi frame a frame de alguns momentos para fazer umas animaçõezinhas.
Abaixa que é tiro!💥🔫
O compositor e produtor musical Adriano Cintra e a stylist e cantora Clara Lima, que fizeram história na cultura pop mundial com a banda Cansei de Ser Sexy (CSS), lançam o primeiro EP, “Mouth”, pelo selo Sound Department, de seu novo projeto, batizado com nome de canção do antigo grupo, “Superafim”, um hino de celebração de amor próprio, diversidade e liberdade, uma das poucas com letra em português do grupo. O primeiro lançamento da Superafim, vinte anos depois da estreia do CSS, ganhou feat com Duda Beat em clipe motoqueiro, seguindo a nova tradição fundada por Rosalía em “Motomami”. Com produção musical de Cintra, o EP conta com seis músicas, e clipe foi dirigido por Vinícius de Andrade aka MLK Brutal, com direção de arte de Laura Taylor (ex-Bonde do Rolê) e de Clara. Além da participação de Duda, o EP traz ainda um feat. com Marina Gasolina (ex-Bonde do Rolê) na faixa “Let me go” e Laura Taylor na direção artística.

Foi em maio de 2016 que eu fui fisgado como que por um anzol neon por “Calor do amor”, clipe da Mahmundi que tinha meu amigo Yugo envolvido na direção e na dancinha e exalava um jeito carioca de ser, de patins, muito leve e solto. Aí fui atrás de vê-la ao vivo, no Dobradinhas e outras tais, projeto de duetos de Julianna Sá, da Dobra Discos, na casa de sua família, na Tijuca, em noite que ainda teve Qinho e quitutes caseiros, gostoso demais. Ela anunciou, em março, que, após três discos editados em parceria com a Universal Music, ela agora passa a lançar seu trabalho pela distribuidora estadunidense UnitedMasters e gerenciamento de carreira, imprensa e shows com a Cafe8 Music.

O primeiro single da nova era, “Irreversível”, chega nesta sexta (4) às plataformas digitais e é resultado do encontro entre Mahmundi, o compositor Castello Branco e Adieu, produtor musical da nova geração que já trabalhou com artistas como Pabllo Vittar e Urias. A letra partiu de um trecho de um poema do livro “Simpatia”, de Castello Branco, mas ganhou o corpo final quando chegou nas mãos do produtor, que levou tudo para outro lado. A nova distribuidora acaba de chegar ao Brasil e, além de Mahmundi e Veigh, tem nomes como Slipmami, Zudizilla e Nagalli, entre 20 mil artistas brasileiros. A meta é fechar o ano com 100 mil. Mahmundi foi indicada ao Grammy Latino em 2019.
Obcecado que sou pela obra do Tantão e os Fita, sou apaixonado por “Oi, cat”, canção que está em seu álbum “Espectro” (2017) e que foi regravada por Juçara Marçal, em “Delta Estácio Blues” (2023).
Tava aí o A e o Z perfeitos para uma playlist felina assim batizada, que fui recheando com o “gata pra c*raleo” da mineira Paige, o “Gato Mia” meio safadinho da Xuxa, a nova interpretação de Mart’nália para o felino de Vinicius de Moraes em “A Arca de Noé”, a perfeição pop de Lucinha Lins em “Os saltimbancos”, a “Gatinha de rua” de Cazuza na levada da banda Do Amor, o sorriso do gato de Alice na voz de Gal Costa, o gato da pista de dança do Cat Dealers, o gato de rua do trapiseiro de Kadu Martins, o gato escaldado de Patrícia Marx e o negro gato de Luiz Melodia, entre outros felindies. Quando meu amigo virtual e artista sextante Renato Medeiros lançou “Dias de cachorro”, vi que a missão estava clara e criei a “Pata Peluda”, playlist canina com o clássico dos Mutantes que sempre amei “Vida de cachorro”, Cachorrão do Brega, Waldick Soriano, a belíssima e lírica “Estilo cachorro”, dos Racionais MCs, algumas faixas dos Beatles indicadas pelo próprio Renato, como “Martha my dear” e “Hey Bulldog”, o cachorrinho de Cazuza em canção que não chegou a ser gravada por ele, “Nunca sofri por amor”, na linda interpretação com clipe fofo no link do meu amigo e ex-vizinho Brunno Monteiro, a cachorrinha contemporânea da Luisa Sonza (amo essa), o “Rock das Cachorra” que formou meu caráter de Eduardo Dussek, o cachorrinho com dona da Kelly Key, os dias difíceis que acabaram de Florence +The Machine, o cão filosófico e urubu de Raul Seixas, Baha Men e a versão nacional do Bonde do Tigrão e muito mais. A imagem que cola as duas playlists me veio na timeline em um oferecimento da página que eu amo Hand-Painted Brazil, em foto de @ariana.nlobo em Campo Alegre de Goiás. A capa de “Pata Peluda” é um das magens selecionadas para a segunda edição de “Vai, caminhante”, com foto feita na Avenida Brasil em 2022. “Oi, cat”, ganhou capa com outra foto das minhas andanças, um tapete que lembra a capa da Ana Frango Elétrico, feita na Avenida Rio Branco em 2023.
Jufas – O Cultural tem finde com mais um show dos paulistanos do Maneva na cidade, na sexta (4), e Borges, expoente carioca do trap, com hits como “AK do Flamengo”, “Iphone Branco” e “Loucura”, no sábado (5), com a casa abrindo às 22h nos dois dias.
No sábado (5) tem a segunda edição do Baile da Vila, às 20h, no Campo do Olavo Costa, com Chefin, MC Filhão, MC Dhada, Disfarce e mais.
No Clube Contra da gente, quem manda são os DJs, e sexta (4) tem “Ninguém toca isso em JF”, com @amndafie, @______analuisa, @crraudio, @ever.beatz e @sbmd_roko e, no sábado (5) tem “Clube Shy”, com @cuca.ela (RJ), @femmenino, @sbmd_gg, @juliopiubello e @shyotyyy. A casa abre sempre às 22h.
Beberico convida Gramboy (Bang!) e Daniel Juca (RJ), sexta (4), às 19h, com entrada franca.
A primeira edição do VIGAsom))) rola no domingo (6), das 17h às 20h, no Estúdio Viga, da Alice Ruffo, na parte baixa da Floriano Peixoto, com show da Dona Chapa.
Rio – Tem showmentaum 100% mayoressss nesta sexta (4), às 23h, na Glória, com Clementaum recebendo Katy da Voz e as Abusadas e uma penca de DJs, como meu amigo Bout.
O Baile do Saddam completa 8 anos sexta (4), às 22h, no Alba, em Botafogo, dividindo a cabine com Flávia Xéxeo.
Karina Buhr, Taciana Barros e Marisa Orth cantam e recitam Belchior no show “Amar e mudar as coisas”, sexta (4) e sábado (5), às 19h30, no Teatro Rival Petrobras.
A banda catarinense e sextante Exclusive os cabides faz show no Circo Voador, na sexta (4), abrindo pro show de lançamento de “Bacuri”, dos Boogarins e, nos dias 5 e 6, se apresenta com o nosso Baapz no Maquinaria, em Jufas, e na Audio Rebel, de volta ao Rio, agora com nosso entrevistado da semana. No sábado (5), a maiorzona Filipe Catto faz show de despedida de “Belezas são coisas escuras acesas por dentro”, com participação de Marina Lima e abertura de Sílvia Machete, chique demais. No dia 11, ela lança faixa com Pélico, “Te esperei”. O Circo abre às 20h. A tour da Exclusive os Cabides começou em Florianópolis (SC), com a também sextante Jovem Dionísio, e termina em 31 de maio, no Popload Festival, São Paulo (SP), pela Café8 Music.
Em sua sexta edição, o Queremos! Festival começa na quinta (10), com Luedji Luna canta Sade e Yaya Bey, às 20h, no Vivo Rio. Conto os outros shows na próxima edição.

Sampa – A banda indie australiana Last Dinosaurs faz show na sexta (4), às 20h, no Jai Club, mostrando o indie rock com influências tropicais e riffs cativantes.
O renomado DJ e produtor bósnio-alemão Solomun, com mais de 20 anos de estrada e alguns verões em Ibiza, apresenta-se em São Paulo, no dia 4, às 22h, no Vale do Anhangabaú, e no Rio, no dia 6, às 18h, no Caminho Niemeyer .
Tudo vai dar Sesc: tem shows com o Grupo Raça, representante do pagode carioca dos anos 80, às 20h30, e o violonista João Camarero executando a obra de Baden Powell, às 21h30, sexta (4), no Belenzinho; Thiago Amud lançando o álbum “Enseada Perdida”, sexta (4), às 21h, no Pompeia, terraplana, no sábado (5), às 20h30, no Belenzinho; Alaíde Costa estará sábado (5), às 21h, e domingo (6), às 18h, no Pompeia.
A Gop Tun faz festa com seu time de DJs na cobertura do Edifício Martinelli, em situ de vizu, na sexta (4), às 22h. No line up, Nascii, Caio T, Tyv e Gui Scott.
Ale Sater faz show de “Tudo tão perto”, seu álbum de estreia solo, quinta (10), às 20h, na Bona Casa de Música.
O projeto Estúdio Pulso comemora um ano no Sarau Bar, na Faria Lima, que tem curadoria de Romulo Fróes, com show do Metá Metá, na terça (8), às 18h. No dia 25, tem Tiê.
Beloryhills – Marky Ramone ama o Brasil e passa por aqui mais uma vez, sexta (4), às 20h, no Mister Rock, em BH, sábado (5), em São Paulo, no Carioca Clube Pinheiros, às 15h, e no domingo (7), em Suzano, com Supla e Inocentes, no domingo (7), das 10h às 17h, no Magic Rock.
A banda Francisco, el Hombre, formada a partir de dois irmãos mexicanos naturalizados brasileiros, passa por Minas com a turnê de “Despedida”, sexta (4), às 21h, no Distrital. No sábado (5), às 22h, eles estão no Cine Joia, em São Paulo.
O Samba no Topo completa dois anos, em BH, tendo o padrin FBC e Mac Julia como headliners da festa de comemoração, sábado (5), às 16h, no Catavento Cultural, no Ipiranga.
Salvador – Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE) Música e Direitos Humanos reúne, em show inédito e beneficente, Marisa Monte e Orquestra Afrosinfônica, do maestro Ubiratan Marques, sexta (4), às 10h, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves. Toda a renda será revertida para projetos sociais apoiados pela CESE. Nos anos anteriores, subiram ao palco Orkestra Rumpilezz e Lenine, Maria Bethânia e Afrosinfônica, além de Gilberto Gil e Rumpilezz.
Belém – O coletivo Amazônico de Batidas Anárquicas, Noturnas e Ultra Subversivas (ABANUS) faz sua estreia, ou , sábado (5), às 22h, no Space Club, com funk submundo, mandelão, tecnomelody e música eletrônica periférica brasileira pelos DJs Argel, Brunoso, DJay, Gaiia, JonJon, Kiilash, Matoss, MGS, Nexx, Nicdias e Sushinotucupi. “Nortista, periférico, incontrolável”, avisa a divulgação.
Curitiba – Com ingressos esgotados no dia 10 de abril, em São Paulo, a banda de rock estadunidense Incubus se apresenta na terça (8), às 21h, na Live Curitiba.
Vitor Brauer convoca dois membros da banda emo gaúcha Bella e o Olmo da Bruxa para o acompanhar em uma turnê nacional que passa por Curitiba, no Janaino Vegan Bar, sexta (4), e São Paulo, no Algohits, no sábado (5). Ele acaba de lançar o single “Matadeiro”, de seu próximo álbum, que está na playlist de hoje.
Tour – Formada por integrantes originais da orquestra Buena Vista Social Club, o grupo traz ao Brasil um espetáculo inédito, executando os principais clássicos, em tour que passa por várias cidades, como Manaus, nesta sexta (4), no Studio 5, Fortaleza, no domingo (6), no RioMar, terça (8), em Natal, no Boulevard Hall, quarta (9), em João Pessoa, no Teatro Pedra do Reino, e quinta (10), no Recife, no Armazém 14. Sexta que vem conto mais datas.
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