Inspirada por Grimes e Britney, bitch, drag queen de São Luís do Maranhão que é ícone underground lança álbum de estreia, celebrando personagem que criou há quase uma década
por Fabiano Moreira
sextaseibaixocentro@gmail.com
“Meu nome é Frimes, apenas Frimes, sem sobrenome! E, por trás da Frimes, eu sou Rafael Paz, tenho 32 anos, sou natural de São Luís do Maranhão, a ilha do amor”, começa o nosso papo a icônica drag underground Frimes, que estreia em disco, “Brasileirinha”, comemorando uma década de estrada. Lovesong, piseiro, brasilidades, Michael Jackson, funk, eletropop, erotismo, tecnobrega e forrómelody se misturam no álbum, produzido por ela, Gorfo de Panda e pela artista maranhense Eva de Lc, com masterização e mixagem de Leo Hainer. “O título do Brasileirinha veio muito a calhar com essa imagem que eu construí ao longo dos anos, remeteu as pessoas diretamente ao site de conteúdo adulto – o que era minha ideia, mas não só isso! E é aí que mora a deliciosa surpresa. Tudo depende do quão profundo você quer ir no meu trabalho, se superficialmente, como forma de meme, você fica nesse pensamento, que é uma das interpretações que lhe ofereço. Mas, se imergir e de fato experimentar a coisa por inteiro, você vai se deparar com a complexidade caótica da minha mente, que é uma armadilha gostosa. O álbum realmente é um mix de como eu enxergo a sonoridade brasileira, e em como eu adiciono isso as minhas músicas! Já que sempre tiveram referências totalmente americanizadas. É a primeira vez em anos que de fato saio da minha zona de conforto na produção musical, pra sentar e fazer música como um brasileiro e não alguém tentando emular o que a galerinha cool da pc music está fazendo na gringa com a Charli XCX. É de fato a Frimes voltando pro Brasil, indo buscar as referências sonoras no que sempre ouvi”, conta, nesse delicioso papo para a #SextaSei.
Moreira – Você sempre foi uma drag queen essencialmente contracultural, que flerta com a arte clown e circense, visto que é acrobata de ginástica olímpica, mas também o punk, a nossa Jimbo, fã das grandes tetas plásticas. Talvez por isso, esse embate com a Xuxa seja tão emblemático na sua trajetória, ela criticou a sua maquiagem, o que mais rolou? Você chegou à final e teve uma “evolução meteórica”, segundo os jurados. Assisti a um vlog divertido de você tentando se reencontrar com a sua ídola, vestida como ela, risos, muito boa a participação do sextante Esse Menino, Rafa Chalub, que foi uma das primeiras entrevistas aqui da página. E o Drag Race Brasil, você se inscreveu? Li que toparia participar, inclusive da própria Caravana de novo, ia ser demais. Inclusive, a Xuxa participa da faixa “Proposta”, com você e a Jup do Bairro, isso vai dar rolo? kkk Amo a Dacotta Monteiro imitando a Xuxa te zoando, ahahaha. Desculpa a pergunta enorme, tô animado igual criança entupida de açúcar.
Frimes – O “Caravana das Drags” foi uma baita experiência. Nela aprendi muito sobre o showbussiness, conheci muitos lugares e pessoas e só tenho memórias boas. Não me arrependo de nada que fiz durante minha participação, assim como nada feito depois dela. A Xuxa é uma pessoa maravilhosa, extremamente profissional, com uma experiência gigantesca de televisão! Assisti-la trabalhar à frente e atrás das câmeras foi um presente extra. Nenhuma mágoa real sobre seus comentários acerca de nada que apresentei durante o processo do programa, apenas perpetuo isso como uma grande brincadeira, e basicamente por influência da internet, que adora me zoar, e eu claramente entro na brincadeira, como foi o caso da Dacota Monteiro. Acho que, no próprio Caravana, as coisas ficaram claras, não existe nada a mais entre Xuxa e eu, nunca teve. Ela não me odeia, eu não a odeio, muito pelo contrário, eu sou muito fã da Maria da Graça. Não me inscrevi pro Drag Race Brasil! Eu adoraria participar de outro reality show, principalmente algum que desse maior liberdade em me mostrar por completo, sem censuras. Mas pra ser sincera eu gostaria de estar em algum que não fosse sobre drag queens, tipo o Big Brother Brasil, A Fazenda ou algum outro formato de convivência, tentaria até mesmo o Corrida das Blogueiras! É mais simples, é mais fácil e se ganha muito mais com.
Moreira – “Brasileirinha” brinca com o arquétipo da atriz de filme pornô do icônico site brasileiro, peituda, com a T-shirt customizada, toda rasgada, violada. A sensualidade faz parte da sua linguagem? Ser sempre uma grande gostosa, peituda, ginasta, elástica, piranha? A gente adora. Quanto à musicalidade, tem lovesong, piseiro, brasilidade, Michael Jackson, funk, eletropop, erotismo, tecnobrega e forrómelody. Com quais produtores você trabalhou, além do Gorfo de Panda, que assina “Prosty”, o pontapé inicial do volume, e quais os principais temas, como “Ímola”?
Frimes – A Frimes tem uma estética muito bem definida e facilmente reconhecida hoje em dia na internet. É uma brand muito bem marcada, o que me deixa muito feliz sempre! Porque as pessoas entendem com facilidade as coisas que eu proponho, por entenderem e comprarem totalmente a ideia da personagem. O título do Brasileirinha veio muito a calhar com essa imagem que eu construí ao longo dos anos, remeteu as pessoas diretamente ao site de conteúdo adulto – o que era minha ideia, mas não só isso! E é aí que mora a deliciosa surpresa. Tudo depende do quão profundo você quer ir no meu trabalho, se superficialmente, como forma de meme, você fica nesse pensamento, que é uma das interpretações que lhe ofereço. Mas, se imergir e de fato experimentar a coisa por inteiro, você vai se deparar com a complexidade caótica da minha mente, que é uma armadilha gostosa. O álbum realmente é um mix de como eu enxergo a sonoridade brasileira, e em como eu adiciono isso as minhas músicas! Já que sempre tiveram referências totalmente americanizadas. É a primeira vez em anos que de fato saio da minha zona de conforto na produção musical, pra sentar e fazer música como um brasileiro e não alguém tentando emular o que a galerinha cool da pc music está fazendo na gringa com a Charli XCX. É de fato a Frimes voltando pro Brasil, indo buscar as referências sonoras no que sempre ouvi. Por fim, o título diz exatamente o que quer dizer, é apenas eu mesma buscando a minha brasilidade. Eu produzi grande parte do álbum sozinha, mas, em determinado momento, eu comecei a ver apenas as coisas que eu conseguia fazer, minhas limitações, sabe? Nesse momento de pedir ajuda, de ter algo diferente, que só outra cabeça poderá lhe oferecer. Então procurei o Gorfo de Panda, que era alguém que eu já conhecia por seu trabalho em produção, por já ter feito coisas com pessoas como Wândalo (que tem um trabalho maravilhoso, por sinal) e até mesmo as meninas da Katy da Voz e as Abusadas. Juntos, nós fizemos “Prosty”, que é uma das minhas canções favoritas desse trabalho! Foi fácil e divertido trabalhar com o Gorfo. A outra faixa produzida por outra pessoa foi “Proposta” minha parceria Jup do Bairro, foi produzida pela artista maranhense Eva de Lc, alguém que eu já conheço a anos e que me acompanha nos shows como minha DJ! Eu amo o trabalho da Evinha, ela tem o olhar fresh da juventude, é destemida e muito muito talentosa! É com certeza um nome pra ficar de olho, certeza que ela vai conquistar o Brasil com suas produções. Todas as músicas foram finalizadas pelo Leo Hainer, alguém que eu havia trabalhado anteriormente mas como parceria em músicas, como a deliciosa “Encrenca” e o remix de “Unha de Gel 2.0”. Ele elevou a minha produção, dando o brilho e a limpeza que faltava, eu não sou tão boa nessa parte mais técnica, prefiro ficar com a parte divertida de criar os beats. Mixagem e masterização é um saco, a parte matemática da música que eu fujo. Então procurei o divo pra assinar essa parte, e ele entregou tudo o que eu esperava.
Moreira – Seu nome artístico foi inspirado na Grimes, né° Ela é uma artista muito interessante e experimental, e sou muito obcecado com aquela cena que ela fez lendo “O Capital”, de Karl Marx, quando terminou com aquele que não ousamos dizer o nome. Também tem muita influência de Britney Spears, né? Amo as danças com espadas que ela faz agora na fase Free Britney.
Frimes – Meu nome artístico é uma singela homenagem à Grimes por um motivo bem plausível. Ela fazia tudo sozinha dentro do quarto dela: da capa do álbum pintada a mão, as gravações de faixas extremamente fora da realidade. Alguém com muito talento que eu me enxergava muito! Eu sempre tive que fazer muita coisa ao mesmo tempo para fazer a Frimes acontecer (inclusive, durante essa entrevista, ainda estava editando os visualizers). Fora que eu queria um nome pequeno, simples, rápido (e disponível nas redes sociais!). Frimes hoje em dia ganhou outro significado pra mim, que não é tão distante do início… Mas porque eu mesma dei o tom da palavra que não tem um significado literal, não quer dizer nada em especifico. Então quando se pensa em “Frimes” não se pensa em outra coisa além de tudo aquilo que eu desenhei ao longo desses quase dez anos. Britney Spears é minha maior inspiração. A mulher basicamente inventou tudo o que a gente conhece por pop hoje em dia. E eu a amo imensamente, seja nos palcos, ou seja girando na sua casa. Não importa em qual fase ela esteja, ela sempre será uma referência de resiliência, arte e talento. Lendária, né?
Moreira – E como foi desenvolvido o material audiovisual que acompanha o trabalho, com o craque e maranhense diretor Lucas Sá. Ele também assina o clipe de “Filme Trash”, sobre o qual falei aqui, “F3 Interlude”, “Veneno”, “Pink Money”. Essa parceria começou em “Fadinha”? Ele é um anjo e amarra muito cachorro pra você, né? Inclusive, o vídeo de “Monalisa”, que sai junto ao álbum, fala mais sobre esse vídeo, no qual você vive a versão drag da pintura de Leonardo da Vinci.
Frimes – Lucas Sá e eu temos um laço muito grande para além do profissional, somos amigos desde nosso primeiro trabalho (“Fadinha”, de 2017!), assim como todos da equipe, que é basicamente a mesma sempre. Todos os meus amigos do audiovisual continuam comigo em todas as produções! Não tem porque mudar aquilo que naturalmente dá muito certo, não é verdade? O Lucas Sá pensa imagens, e ele aprendeu a ler as que estão na minha cabeça. É fácil trabalhar com ele porque a gente se entende, nossos universos se colidem de uma forma potente. Eu gosto de trabalhar com ele porque o resultado é sempre surreal de bom, mesmo quando não temos o mínimo necessário pra realização, conseguimos entregar qualidade. Fora a confiança, confio nele e em toda a equipe, confio porque não são só pessoas muito talentosas, mas porque conseguimos trabalhar com sinergia, é sempre um set tranquilo, com respeito e admiração genuína. Grande maioria dos trabalhos foram feitos na forma da amizade, porque eu não tenho como pagá-los devidamente. Os agradeço imensamente por isso, sempre! Sei que não devemos dar de graça aquilo que é nosso sustento, mas eles acreditam em mim, assim como acredito neles e temos feito essa parceria há anos. Dessa vez, fomos igualmente ousados, o clipe é divertido, camp e drag! “Monalisa” a faixa número cinco do álbum é o próximo single, e no vídeoclipe, vivo a Mona Lisa. Todo mundo sabe que o quadro de Da Vinci ficou famoso após ter sido roubado do Louvre, e criamos essa lenda fantasmagórica de que todos os lugares onde a Mona Lisa é exposta, coisas somem misteriosamente, a Mona Lisa sai do quadro e furta coisas de seus visitantes para puní-los, já que ela já foi furtada da exposição. A direção é do Lucas, e divido o roteiro com ele. Direção de arte da minha melhor amiga Jacksciene Guedes, fotografia de Ruy Barros e Gabriel Bruno. A música é uma brincadeira com Mona (uma gay) Lisa (sem dinheiro), que encaixa malucamente com essa estória que criamos sobre essa lenda da Mona Lisa fantasma. O clipe foi realizado graças à Lei Paulo Gustavo, de incentivo a produção audiovisual no Maranhão, captamos a verba e assim foi possível a realização desse projeto. Já os visualizers que estão no Youtube foi na base da guerrilha, algo que estamos acostumados dentro das nossas produções. Peguei minha câmera e fomos à praia registrar alguns momentos de uma drag queen a luz do dia no sol das 15h da tarde na praia. Lucas Sá fez a captação das imagens, tal qual a direção de fotografia juntamente a Alana Ramos, direção de arte de Jacksciene Guedes e Weber Bezerra com assistência de Armstrong Junior, Isaque Marinho e Heide Cabral.
Moreira – Como todo artista contemporâneo, você também acabou desenvolvendo habilidades e assina vários vídeos, especialmente visualizers, do seu canal. O que mais você faz para e entregar a Frimes experience, quais partes você mesmo faz? A democratização dos meios de produção acaba jogando bastante coisa em cima dos artistas, né?
Frimes – Eu estou ainda mais Do It Yourself (DIY), isso se expandiu a fazer minhas próprias roupas, unhas, sapatos… Sou uma artista independente com aquele jeitinho brasileiro que precisa aprender mil funções para expandir o próprio trabalho, e isso vai pra além de adquirir novas habilidades, vai muito para um lugar de não conseguir pagar alguns profissionais para realização de alguns trabalhos. Drag é uma arte muito cara! E é um investimento em tempo integral.
🌊🪼🫧🐚𓆝𓆟 Como uma onda no mar 𓆞𓆝𓆟𓇼🪼🫧🐚🫧🌊
Eu já tinha avisado aqui, ao resenhar o belo clipe de “O Tombo”, que o mineiro radicado em São Paulo Siso estava preparando um álbum de imensa sensibilidade, “Ferro e Fogo”, que chegou às plataformas no último dia 4 com parcerias como Tiê, a sextante Luiza Brina, Virgo Virgo, Alejandra Luciani e Felipe Neiva. O quarto trabalho cheio do artista é um convite a olhar para o próprio percurso e seu entorno, elaborando o presente a partir daquilo que foi vivido e assimilado – aquilo que está marcado em cada um e, também, que atravessa a todos. “Quem com ferro fere/ Com ferro será ferido/ Levo a ferro e fogo/ Dente a dente a fuleiragem/ Quem cortar caminho/ Desvia sua viagem”, diz a faixa-título. Guiado por uma orientação espiritual que sugeria o uso de teclas e tambores no trabalho, Siso decidiu assumir a produção de seu disco, que teve co-direção artística de João Abtibol e reflete sobre ancestralidade.
Sua voz singular foi valorizada em arranjos orgânicos com instrumentos como pianos e órgãos, numa estética mais simples, autêntica e ao alcance de sua expressão. É também vasta a sonoridade do álbum, que muito bebe da música feita em diversos cantos do Brasil: afrosamba, embolada e baião aparecem ao longo da obra, que não deixa de lado a verve roqueira que já acompanhou Siso em trabalhos anteriores. “Ferro e Fogo” ganhará lançamento ao vivo no dia 25 de março, em São Paulo, no Auditório do Sesc Pinheiros, com participações especiais de Tiê e Virgo Virgo. Já no dia 4 de junho, o trabalho chega ao Rio de Janeiro com show no clube Manouche.
Karan!, pseudônimo artístico de Sérgio Júnior, 20 anos, apresenta o EP “Sangural”, neologismo inventado por ele e sem significado para intitular o seu quinto EP, projeto nascido no centro-oeste brasileiro que leva o funk para o futuro da pista, seguindo a rota de uma nova geração de produtores, como os sextantes Adame, Clementaum e RaMemes, que parecem quebrar a quarta parede entre o funk brasileiro e a música eletrônica, aproximando os universos, já originalmente íntimos. A sonoridade, agressiva e futurista, o Favela Bass, amplifica a essência cultural do funk. Eu já tinha falado do artista aqui, em 2021, quando ele assinou remix pro Leopold Nunan e para a drag Pietra Parker e me foi apresentado, e ele tinha só 16 anos nessa época e já amassava, diretamente de Mato Grosso. Agora, ele mora em Goiânia (GO), e completa a discografia que já tem os EPs “Di Peeka” (2021), “Putão” (2022), “Movadão” (2023), “Split 001” (2025).
Inspirado pela força do Cerrado, “Sangural” constrói uma identidade própria com cores quentes e a onça como símbolo principal da região. Aqui, nas playlists sextantes, já destaquei “Tolo” e “Konya”. “Essa estética se reflete no som, com graves intensos e energia pensada para impacto máximo na pista. Respeito a raiz do funk, mas empurro o gênero para um lado mais experimental e eletrônico. Um funk brasileiro autêntico, conectando rua, club e festivais”, me conta, pelo chat do Insta. Com mais de 1 milhão de streams nas plataformas, Karan! já lançou músicas por selos como Warner Music, Sony Music, Deadbeats, Sable Valley e Monstercat, além de receber suporte de nomes como Skrillex, Noisia, Boys Noize, RL Grime, Four Tet, Tropkillaz, Dennis DJ e vários outros. O artista também já levou a música brasileira para o mundo, realizando turnês no Japão, Índia, Myanmar e Tailândia.
pedro lanches chamou a atenção da cena indie com o lançamento do single “adesivos”, com a queen YMA. Nesta sexta (6), ele chega com o EP “sementes”, via Matraca Records e ybmusic e após o álbum “veio sem maionese” (2024), do qual já havia lançado, também, o single “miopia”. O EP é excelente para os fãs de post-rock e rock alternativo, com boas pitadas de shoegaze e emo, os sons da hora no rock. Esse trabalho fortalece sua identidade estética a partir de um teste de referências sonoras modernas, com sons mais abstratos e hiperprocessados.
O agendão das maravilhas segue nos destaques do meu Instagram, separado por cidades, e em thread infinita no X.
Diante das tragédias, mortes e transtornos causados pela chuva, que já causaram 61 mortes, a Prefeitura de Juiz de Fora disponibilizou um canal oficial para doações em dinheiro via Pix. As contribuições podem ser realizadas pela chave contribua@pjf.mg.gov.br, vinculada ao Banco do Brasil, Agência 2592-5, Conta Corrente 77149-X.
Playlist com as novidades musicais da semana, que consolida às 2h da sexta. Todas as playlists de 2025, 2024, 2023, 2022, 2021 e 2020 nos links
playlist do streaming começa e termina com single duplo de Linda Ramalho, filha do Zé, anunciando álbum ao vivo que chega dia 27 e álbuns de Frimes, Pupillo, Gilsons, Yebba, Siso, Kobra, Charlie Puth, Afro-X, Arthur Nestrovski, EPs de Juliana Perdigão, Tom Ribeira, Adame e pedro lanches,
Para melhores resultados, assista na smart TV à playlist de clipes com Lívia Mattos, Rosalía + Björk, Vita + MC Britney + Brunoso, JMSN, Tomora, Fcukers, Juliano Gauche, Jessie Ware, BlackPink, Sub Urban, Jayda G, Angèle + Justice, Tokischa + Ezzy R, Biianco, N.A.N.A. + Dessiik, Troniq Music + Solis4evr & Oxlade, Peso Pluma + Tito Double P + El Randal, Lulis + Thiago Corrêa, Gorillaz, Of Monsters and Men, Starbenders, TH4I + Tília, A Bruxa Cósmica + lym, Teresa Cristina + Congadar, Callejero Fino + DJ Tao (DJ Javier Avila House Remix), Dubdogz,Mitski, Rapadura + Diomedes, Shigara, Anitta, Mutt That Bih + Denzel Curry, 1900Rugrat & Key Nyata, Oliver Tree, Kim Petras, The Offspring, Cannons, Coruja, Dead Fish, Lúcio Maia, Ava Rocha + Chicão e Peso Pluma + Tito Double P + Lencho
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