Originalmente de Niterói, grupo volta às cabines no festival Fauna, no Chile, passando antes pelas festas Gop Tun, em São Paulo, e Selvagem, no Rio
por Fabiano Moreira
sextaseibaixocentro@gmail.com
Os anos do Lounge 69, em Ipanema, foram um dos mais fervidos da minha vida clubber, com festas como a Combo e a Moist, lideradas por Gustavo MM e Xand Ostrovsky (Badenov), aonde eu dancei pela primeira vez o duo então niteroiense The Twelves, hype da época que caiu nas graças do selo Kitsuné e da radio BBC1 de Londres. Teve até uma foto do povo clubber da época, com os DJs da Combo, Felipe Veloso, toda a gang da Gema TV de José Camarano, Zeca Veloso, Bianca Jahara, Clarisse Miranda e este Moreira para V Magazine, em 2009, reverberando o fervo da casinha da Prudente de Moraes, com projeto de Muti Randolph, que não era pouco, recebendo grandes nomes, como Anthony Rother, Eric Duncan, Andy Butler (DJ da Hercules & Love Affair), Brennan Green, Greg Wilson e Baby G. Uma época quando se fervia todos os dias da semana. E o Twelves é a cara desse tempo bom, que está de volta, depois que Thomas Bangalter (Daft Punk) e Fred Again tocaram uma reinterpretação inédita da dupla, no set USB002, para a música “Nightvision”, do Daft Punk, originalmente lançada em 2009. Era o que faltava pro João Miguel ligar pro Luciano Oliveira, ambos com 46 anos, e começar a agitar esse retorno, que sorte a nossa, que rolou no evento Granada, com os queridos do Database e Mexicano, amigo da época do duo Roots Rock Revolution, ambos em grandes noites no Dama de Ferro, Fatu e Frbz e eles ainda tocam na festa “Festival não existe”, no dia 5 de setembro, pelas mãos do Gop Tun, a curadoria mais fina de música eletrônica hoje no Brasil, no dia 19, ainda em setembro, na D-Edge Rio, na festa Selvagem, e no festival Fauna, em novembro, com The Strokes, New Order, FKA Twigs, em Santiago do Chile.
O segredo da dupla sempre foi reinterpretar canções com bandas menos conhecidas e, muitas vezes, sem escutar à versão original. “Pegava a voz solta para trabalhar em cima. Isso te dá meio que uma tela em branco para pintar, sem ficar influenciado pela imagem original”, me conta João Miguel, em papo bem-humorado por e-mail. A volta veio impulsionado pelo convite a tocar no festival Fauna. “Impossível dizer não, né? A expectativa agora é trazer de volta a energia que a gente tinha naquela época do auge do Twelves, mas claro, com outra bagagem. Nossos shows no Chile sempre foram muito bem recebidos, e tocar lá sempre foi um prazer enorme. É bom sentir que, depois de tanto tempo, ainda há gente querendo ouvir e “reviver” o The Twelves”, me contou. “Atualmente, temos focado muito na forma de fazer o novo show. Pegamos o que já existia e reformulamos tudo, mas sempre querendo manter aquela essência do The Twelves. (…) A gente está se aperfeiçoando para se apresentar de novo no dia 5 de setembro no Festival Não Existe dos amigos da Gop Tun”, finaliza, no papo para a Sexta Sei.
Moreira – Em 2011, lembro que a Carol Luck, que era minha companheira na página Transcultura, no Globo, e amiga da noite, especialmente do Lounge 69, em Ipanema, aonde vocês tocaram muitas vezes, fez um artigo sobre vocês. Ela ressaltava que os remixes do The Twelves acabavam ficando mais conhecidos do que as versões originais de algumas músicas, como foi o caso de “I’m not gonna teach your boyfriend how to dance with you”, do Black Kids, que ganhou até uma versão no seriado americano “Glee”. A história de sucesso de vocês está atrelada à arte do remix? Foram remixes de vocês para Fever Ray, Metric, Black Kids e M.I.A. que fixaram seu nome no nosso imaginário. Remix também é arte? Eu creio que sim. E vocês sempre tiveram essa sensibilidade de pegar hits radiofônicos e transformar em momentos de pista de dança e fizeram muito sucesso nessa época, antes do streaming, antes dos algoritmos, antes das playlists…
João Miguel – Remix é uma outra versão da música, e música é arte, então… Rs. A gente gostava justamente de fazer isso: criar uma nova versão, não só colocar um beat de pista e “deixar dançante”. Gostávamos de compor em cima da voz original e construir todo o resto ao redor dela. De certa forma, o resultado acabava virando quase outra música, não tinha aquela cara tradicional de remix. Em alguns casos, com bandas menos conhecidas, a gente nem escutava a versão original. Pegava a voz solta para trabalhar em cima. Isso te dá meio que uma tela em branco para pintar, sem ficar influenciado pela imagem original. Fizemos isso com o remix de “Something Good Can Work” do Two Door Cinema Club, inclusive. A banda ainda não era grande na época e eu não conhecia. Acho que o The Twelves, como foi imaginado lá no início, por volta de 2006, quando ainda nem tinha nome, já tinha sido pensado com uma vocalista. A gente até teve uma no começo, a Anne. Fizemos umas cinco demos com ela, e uma delas, “I Feel Fine”, chegou a sair em uma coletânea no Japão. Mas pouco tempo depois ela se mudou para a Europa e aí “perdemos nossa voz”. Rs. Acho que foi daí que surgiu a ideia de pegar vozes soltas, acapellas que a gente encontrava em sites e blogs. Foi assim que esbarramos no vocal de “Boys”, da M.I.A., e nasceu o primeiro remix. Depois aplicamos o mesmo processo para o remix da Kylie Minogue e Erlend Oye.
Moreira – E como se deu o retorno de vocês, depois da última apresentação, em 2015, no Popload Festival? Thomas Bangalter (Daft Punk) e Fred Again tocaram uma reinterpretação inédita de vocês, no set USB002, para a música “Nightvision”, do Daft Punk, originalmente lançada em 2009, e que vocês disponibilizaram no streaming em abril deste ano. Foi o impulso para voltarem, depois de 11 anos de hiato? O que fizeram neste período? Vocês ficaram sem se falar por anos? Vi que o retorno está marcado para o dia 5 de setembro, pelas mãos do GopTun, a curadoria mais fina de música eletrônica hoje no Brasil, na festa “Festival não existe”. Vi que acabou rolando uma antes, a Granada, com os queridos do Database, com quem dancei muito nos anos Dama de Ferro, e que já tem festival Fauna marcado, em novembro, com The Strokes, New Order, FKA Twigs, em Santiago do Chile. Muitas expectativas? Grandes poderes, grandes responsabilidades?
João Miguel – Não foi um retorno planejado. Eu e o Luciano moramos em estados diferentes há uns 11 anos, eu em São Paulo, e ele, no Rio. Nesse período, os dois viraram pais, as prioridades mudaram naturalmente e a gente foi se afastando. Com filho pequeno em casa, eu precisava estar mais presente e ter uma estabilidade financeira, então fui trabalhar numa produtora de áudio em São Paulo. O retorno acabou sendo impulsionado, de um jeito muito improvável, pelo Thomas Bangalter, do Daft Punk. Até hoje, acho inacreditável ele ter tocado nossa versão de “Nightvision” num set com o Fred again.. Essa faixa só existia em MP3, perdida em blogs e Soulseeks da vida. Você consegue imaginar o Thomas Bangalter baixando uma MP3 nossa? Ainda mais achando aquilo bom o bastante para tocar em algo que parecia um tipo de retorno dele, é surreal demais. Quando soube, fui mostrar para o Luciano. Aquilo deu um estalo, a gente voltou a se falar e, logo depois, começaram a aparecer algumas propostas de show. Não fazia o menor sentido ignorar essa oportunidade… Ainda por cima o convite para o Festival Primavera Fauna, no Chile, foi irrecusável, pois veio direto do dono do festival, por DM no meu Instagram pessoal. Impossível dizer não, né? A expectativa agora é trazer de volta a energia que a gente tinha naquela época do auge do Twelves, mas claro, com outra bagagem. Nossos shows no Chile sempre foram muito bem recebidos, e tocar lá sempre foi um prazer enorme. É bom sentir que, depois de tanto tempo, ainda há gente querendo ouvir e “reviver” o The Twelves.
Moreira – Vocês sempre tiveram boas relações com o selo Kitsuné, de Gildas Loaec e Masaya Kuroki, que conheceram em uma das vezes em que tocaram no The Social, em Paris, quando eles encomendaram o remix de “Something good can work”, do Two Door Cinema Club, a faixa com mais hits no Spotify de vocês. Depois do The Twelves, João trocou Niterói por São Paulo e lançou um projeto eletrônico solo chamado Razante, com o primeiro single, “Spikes” saindo pela Kitsuné Music. Como foi a troca com eles, que são magos da house music? O Luciano, por sua vez, montou um projeto solo chamado Escombro e produziu músicas do Zeca Veloso, que é um anjo e bem ia naquelas festas no Lounge 69, aos 16 anos.
João Miguel – A Kitsuné tinha uma mailing list de artistas da qual ela ficava sempre perguntando “alguém tem música nova?” por email. Certo dia, eu mandei uma música do Razante e eles curtiram a ponto de querer lançar. Não tem uma grande história por trás. Rs. Logo depois, me convidaram para fazer um “Kitsuné Musique Mix by Razante (DJ Mix)” da qual eu só podia usar músicas lançadas pela Kitsuné. Apesar de eu não falar com o Gildas há muitos anos, a relação com o pessoal da Kitsuné sempre foi boa. Já o Luciano se juntou com o Zeca Veloso para produzir algumas músicas para ele e fez um projeto musical chamado Escombro da qual ele chegou a fazer várias apresentações no Brasil.
Moreira – De Niterói, vocês foram parar na BBC, em 2009, no programa Essential Mix, da emissora inglesa Radio 1. Foi aí que vocês ganharam o carimbo de legendários? Em duas horas de set, vocês entregaram uma aula de transições, misturando acapellas de Phoenix e Empire of the Sun com edits exclusivas de Radiohead, Kraftwerk e Daft Punk. Os caras chamaram de vocês de resposta brasileira ao Daft Punk. Foi um momento e tanto? Vocês tocaram em grandes festivais, como Coachella, Sónar e Montreux Jazz Festival.
João Miguel – A gente confessa que até hoje não entende muito todo o hype desse set da BBC. Rs. Talvez seja porque a gente sabe que ele não foi um set planejado para esse propósito. Quando veio o convite para fazer o Essential Mix da BBC, a gente estava em turnê e não tinha tempo para fazer, e nosso manager na época apresentou um cenário meio que “ou vocês fazem agora ou perdem essa oportunidade”. Então, a gente acabou gravando um show ao vivo que fizemos num clube da Escócia.
Eu nunca nem ouvi esse set da BBC por inteiro e o pouco que ouvi eu achei que a gente bebeu demais nesse show. Rs. Mas, de alguma forma, as pessoas comentam sobre esse set/show até hoje! Juntando todos os links do Youtube, Soundcloud, e outros, e dos links que foram retirados do ar pelo copyright, desse set deu pra ver que tivemos alguns milhões de plays e a sessão de comentários é movimentada até hoje. No fim, foi uma grande honra e um privilégio ter participado. Assim como foi ter tocado no Coachella, Montreaux, Rock in Rio, etc… Hoje, eu percebo muito mais a dimensão de tudo isso do que na época e sou muito grato a isso.
Moreira – E o que podemos esperar do The Twelves de 2026? O que vocês pretendem apresentar? Tá todo mundo bem ansioso.
João Miguel – Atualmente, temos focado muito na forma de fazer o novo show. Pegamos o que já existia e reformulamos tudo, mas sempre querendo manter aquela essência do The Twelves. Já fizemos um show no Edifício Martinelli, na festa Granada, no dia 14 de Agosto, junto com a galera e amigos da época (Database, Fatu, Frbz, Mexicano). Foi quase um ensaio aberto que já deu pra ver que ainda funciona, mesmo que a gente tenha sentido que fez 50% do potencial do novo jeito de tocar. A gente está se aperfeiçoando para se apresentar de novo no dia 5 de setembro no Festival Não Existe dos amigos da Gop Tun. Depois, ainda em setembro, vamos tocar no Rio de Janeiro na D-Edge, no dia 19, na festa Selvagem.
🌊🪼🫧🐚𓆝𓆟 Como uma onda no mar 𓆞𓆝𓆟𓇼🪼🫧🐚🫧🌊
“Tem que ter house”, como já decretou o hit do grupo Taj Ma House, de Natal, que está para lançar seu aguardado álbum de estreia. E foi justamente de Pajux, integrante do grupo, a dica de que a minha house music tá viva, e é pra louvar com fotos de divulgação na igreja, como fez o duo curitibano Castel, formado pelo casal Denusa Castelain, 33 anos, e Luís Fernando, Diogo, 37, juntos há oito anos, que aproveitou morar em frente à Igreja do Rosário, o Santuário das Almas, que fica no Largo das Almas, no centro histórico de Curitiba, e tem papel dentro da música de câmara na cidade, para fazer lá as fotos de divulgação de seu segundo álbum, “Noturno”. É que ambos são formados e pós-graduados em música, ela em flauta transversal, e ele, em percussão. Ela gravou todos os sopros do álbum, além de dividir a produção musical com o marido e Machado. “Noturno”, como diz o nome, é um álbum inspirado na experiência da noite.
Cada faixa representa um elemento que compõe esse universo, como, por exemplo, “Dopamina”, “Libido”, “Cortex”, “Pineal”, “Euforia” e “Lobos Temporais”, traduzindo em música os estados físicos, emocionais e sensoriais vividos na pista. O álbum reúne colaborações com Lio e Lay, as Tuyo da gente, em faixas que abrem e fecham a playlist sextante de hoje, Siamese, Wes Ventura, Kabuto, Xan, Jorba, Donna Bagos e Beli Bertalha, mostrando a conexão com a cena independente. “O álbum aprofunda nossa pesquisa dentro da house music, combinando grooves dançantes, vocais de diferentes artistas convidados e referências da música brasileira”, explica Denusa. O duo possui uma longa trajetória individual na música, desde cursos de formação musical para crianças e adolescentes até graduação e pós graduação em música erudita. Apesar de toda a trajetória sinfônica, a festa, a pista e a celebração que acontece em um club também estavam presentes na musicalidade e no gosto pessoal de ambos. Então, a vontade e a pesquisa se encontraram. Eles produzem a Castel Club, festa itinerante para dançar, “dopamina pra curtir”, como dizem os amigos sextantes da paraense Sopro. Todo visual do álbum, que tá luxo, é assinado por Mariah Salomão e pela agência “O Novo”, com figurinos desenvolvidos pela stylist Kero Avi e fotografia de Sabrina S.. A mixagem do álbum é assinada pelo músico, técnico de áudio e mixador Joaquim Kloss, e a masterização, por Antônio Spoladore. Taí, música eletrônica, instrumental e dançante. Recomendado duas audições seguidas para pleno arrebatamento.
O algoritmo sabe que eu adoro mexer a pélvis ao som da sextante Samuca e a Selva e achou por bem me recomendar “A marca do beijo”, faixa que o Samuca participa no álbum de estreia “Hipóteses para o presente” de Danilo Sanches e a Engrenagem, sexteto do ABC Paulista que passou aqui pela playlist sextante do último dia 15. Assim como Samuca e a Selva, Danilo Sanches e a Engrenagem é uma big band movida a metaleira e formada pelos musicistas Danilo Sanches (voz, violão e guitarra), Victor Manzanares (contrabaixo), Pedro Vegano (bateria), Giulia De Marchi (voz), Ian Barbosa (trompete) e Michel Castori (trombone e teclado). Nas onze faixas, a Engrenagem trabalha ijexá, afrobeat e rock com naipe de metais, com refrões abertos feitos para serem cantados de volta e uma escrita que fica no chão: casa, trabalho, celular, cozinha. O disco tem duas participações.
Além de Samuel Samuca, do Samuca e a Selva, que entra em “A marca do beijo”, afrobeat banhado de afoxé com refrão de repetição, a cantora argentina Lucía Soledad divide “Querer amar” com Danilo, gravada entre Brasil e Buenos Aires, e assina também a versão em espanhol da letra. A produção é de Marcos Maurício, ex-integrante da Nômade Orquestra e da Samuca e a Selva, com passagens por trabalhos de Baco Exu do Blues e Olho da Cara. O álbum termina com a lambada “É imenso”, com sabor de guitarra paraense. E a gente só rebola.
Eu já tinha falado do sextante carioca Felipe Vaz por aqui, por ocasião do lançamento do seu álbum “Terra de Mulher Bonita” (2022), que me fez me apaixonar pela faixa “Centro”. Na época, ele morava em Duque de Caxias, mas seu terceiro álbum, “Até onde meus pés alcançarem e minhas mãos puderem tocar”, conta sua mudança para a Lapa e a rotina como vendedor ambulante da marca Terra de mulher bonita, que encanta até Marcelo D2 com seus panôs carioquérrimos, como os que emulam o jogo do bicho e os santos Cosme e Damião. Todos os sábados, ele está na Praça XV e, aos domingos, na Feira da Glória. “O álbum vem da minha mudança da Baixada até a capital para tentar viver de arte. É sobre insistir e continuar tentando “até onde os pés alcançarem e mãos puderem tocar”. A participação da loja/marca vem justamente desse lugar de “tentar sobreviver com arte” que me levou a ser feirante e artista plástico nas ruas, para além das redes. E, num disco que conversa com as ruas, que é fruto da minha conexão com as ruas, esse meu lado trabalhador faz bastante sentido”, me conta, em papo pelo chat do Xuíter.
O álbum ganhou vídeo-manifesto tocante que conta como ele pensou em desistir tantas vezes, “longe do sonho do brasileiro da casa própria e do carro popular”, mas vivendo uma vida justa e bem vivida. Composto por sete faixas em alusão à malandragem e às entidades das ruas, o disco é assinado em parceria com o compositor Noite Moderna, na escrita, e com Buzu, na produção musical. Sonoramente, o registro promove o encontro entre o hip-hop, o afrobeat, os atabaques de matrizes africanas, a estética moderna do Jersey Club e a tradição do tamborzão do funk carioca e, mais uma vez, é um álbum sobre território e a “A alma encantadora das ruas”, como dizia João do Rio. Pela primeira vez na carreira, Vaz assume a rima como ferramenta principal para atuar como cronista das ruas e das pistas. “Este disco é para me lembrar o motivo de eu ainda não ter desistido de tudo; que, ‘até onde meus pés puderem alcançar e minhas mãos puderem tocar’, eu vou tentar chegar aonde eu quero, enquanto for possível. O maior conceito deste álbum é o fato dele poder existir, e o motivo do porquê ele existe”, conta o artista.
O agendão das maravilhas segue nos destaques do meu Instagram, separado por cidades, e em thread infinita no X.
Playlist com as novidades musicais da semana, que consolida às 2h da sexta começa e termina com faixas do álbum de house do duo Castel e ainda traz discos de Cara Delevingne, Jonathan Bree, coletânea Viva Donato, Erykah Badu + The Alchemist, Flowerlove, Interpol, Alabama Sakes, Luís Pediz, Bayside Kings, Mímica, Mike D, Haute & Freddie, Turnstile, Projeto Hare, Leo Chermont, Lucas Kastrup, Romero Ferro, Camarones Orquestra Guitarrístic, Marcelo Galtera, Xamã. EPs de Leon Bridges, half•alive, e Jennie.
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