“Miss Simpatia” nasce de sua personalidade extremamente observadora e gentil, do cantor que só canta porque compõe
por Fabiano Moreira
sextaseibaixocentro@gmail.com
Number Teddie é a persona artística criada pelo cantor e compositor nascido Geovanne Aranha, há 28 anos, em Manaus (AM) e compositor de mão cheia por trás de hits de Pabllo Vittar, Urias e Anitta. Desde que ele lançou o clipe de “Todo homem faz”, eu fiquei bem impactado pela coragem de expor violência sexual e o ambiente tóxico dos vestiários para os adolescentes gays. Batemos um papo, por áudios de WhatsApp, para a Sexta Sei da semana, sobre o seu segundo álbum de carreira, “Miss Simpatia”. ““Todo homem faz” é sobre abuso sexual, eu sou sobrevivente de abuso sexual na minha infância e na minha adolescência, e a gente escolheu o vestiário justamente porque pela insalubridade do lugar e, enfim, todas as questões relacionadas à masculinidade e ao constrangimento e aos corpos e o tudo mais”, me contou, mexendo nesse vespeiro que é esse álbum confessional. Falamos também sobre abuso de substâncias e “sobre se colocar em situações de risco o tempo todo, que é uma parada que eu, quando adolescente, eu fazia muito, que era me colocar em situações de risco e não pelo efeito manada, mas sim para, de alguma forma, tentar curar alguma coisa que estava errada dentro de mim”. E falamos, claro, de como ele é um proficiente compositor, e de como o que faz para si mesmo é único. “Cantar, pra mim, não faria sentido se eu não escrevesse”, finaliza.
Moreira – Acho que não tem lugar mais opressor para um adolescente gay que os vestiários masculinos que a gente é obrigado a frequentar nas aulas de educação física que, na minha geração (eu tenho 50 anos), eram extremamente machistas, com o futebol como única modalidade esportiva, a humilhante escolha dos times, nos quais os gays sempre eram os últimos a ser escolhidos, e a dinâmica dos camisados contra descamisados. O clipe de “Todo homem faz” é um retorno a este ambiente e uma reflexão sobre masculinidade e opressão? Fiquei tocado pela narrativa e me identifiquei demais, especialmente com essa discussão sobre formas de masculinidade.
Number Teddie – “Todo homem faz” é sobre abuso sexual, eu sou sobrevivente de abuso sexual na minha infância e na minha adolescência, e a gente escolheu o vestiário justamente porque pela insalubridade do lugar e, enfim, todas as questões relacionadas à masculinidade e ao constrangimento e aos corpos e o tudo mais. A gente realmente queria fazer um clipe que fosse meio tenso, no qual a iluminação e as interações com os modelos no clipe fosse uma parada muito intensa e muito constrangedora, digamos assim. A música é sobre abuso sexual, mas acho que a beleza da obra é cada pessoa conseguir interpretar de seu jeito. Tá, faz sentido.
Moreira – Todos meus amigos também estão usando MD, risos. Você teve experiência com abuso de substâncias? Pois a canção tem esse contraste de experiências intensas com abuso de substâncias e reflexões sobre sobriedade. Existe uma ditadura toxicológica? Na adolescência, a gente acaba usando muita coisa no “efeito manada”, e amadurecer traz esse discernimento do que realmente faz bem pra gente. Eu, por exemplo, parei de fumar cigarro há seis anos e, desde novembro, não bebo mais, por causa das ressacas, que estavam me matando. E refleti muito sobre os motivos que me levavam aos dois vícios.
Number Teddie – Eu já tive experiências com abuso de substâncias, especialmente na minha adolescência. Até o final da minha adolescência, eu tive experiências bem ruins, na verdade, mas eu acho que essa música, ela, além de tudo, fala bastante também sobre se colocar em situações de risco o tempo todo, que é uma parada que eu, quando adolescente, eu fazia muito, que era me colocar em situações de risco e não pelo efeito manada, mas sim para, de alguma forma, tentar curar alguma coisa que estava errada dentro de mim. Então, assim, já tive.
Moreira – Você se considera um “compositor que canta” e integra o núcleo de compositores da Brabo Music, tendo assinado composições interpretadas por nomes como Alice Caymmi, Urias e Pabllo Vittar. Cantar é uma forma de entregar essas mensagens das canções que faz? Com qual frequência você compõe e como é o seu processo? Qual o papel da música na sua vida?
Number Teddie – Eu componho muito e não só pra mim, mas também pra outras pessoas, eu acho que pro “Miss Simpatia” eu fiz 50 músicas, 50 demos gravadas no meu quarto, pra depois ir pra estúdio pra fazer, entendeu, e a gente fazer um pente fino. No primeiro álbum, foi um processo bem parecido também. E também tem as composições pros outros, acredito que 10% do que componho seja para outras pessoas, e é uma quantidade de peso, assim, já comparei com outros compositores. Mas eu sinto que é completamente diferente o que eu componho para mim e para os outros. Cantar, pra mim, não faria sentido se eu não escrevesse. Eu escrevo com muita frequência por gostar de escrever mesmo.
Moreira – Esse álbum é um tanto terapêutico e catártico, no sentido de abordar temas desconfortáveis, transformando vulnerabilidade em combustível criativo. Como chegou a este título “Miss Simpatia”? O nome faz alusão ao prêmio de consolação dado em concursos de beleza, que reconhece a concorrente que não venceu, mas é notável por ser simpática e cordial. O termo aparece na letra de “Boyband”.
Number Teddie – Eu decidi dar o nome “Miss Simpatia” porque eu comecei a olhar as músicas e eu vi que todas elas tinham esse teor de observação muito grande, e eu acredito que, pra você ser uma pessoa simpática, você tem que ser uma pessoa muito observadora, sabe, e durante a minha vida e durante a minha trajetória, sempre senti que eu fui uma pessoa muito observadora e muito assim tipo vidrada nas reações e cresci meio people pleaser mesmo assim, sabe, acho que eu comecei a quebrar esse ciclo assim bem recentemente. Eu dei esse nome justamente por isso, porque eu sinto que a “Miss Simpatia” ela resume exatamente o que é ser uma pessoa observadora, o que é ser uma pessoa cordial. Tem até um lugar meio irônico, porque, apesar de eu ter esse lugar de observador, e o álbum inteiro eu narrar de uma forma muito observadora, tem esse tom irônico. Mas eu nunca vou ser essa figura cordial da “Miss Simpatia”, sabe?
Moreira – Este álbum mostra um amadurecimento pessoal e artístico, por mais que você tenha essa cara de bebezão (fofa e rosada). Algo que marca, no release, é quando você diz que o álbum de estreia, “Poderia ser pior”, falava muito de você, e que “Miss Simpatia” fala mais da sua relação com o outro. Acho também que mostra muita vulnerabilidade, você realmente deixa a gente acessar mais a sua intimidade e a sua forma de ver o mundo. Achei um trabalho tocante.
Number Teddie – É mais sobre minha relação com o outro do que comigo mesmo, como nas canções “O homem mais triste do mundo” e “Pintando quadros com a minha mãe”.
Abaixa que é tiro!💥🔫
Jufas – Entrevistada para a Sexta Sei do próximo dia 7 (o papo, pelo Zoom, rolou na última segunda), quando lança, um dia antes, no dia 6, “Parte de tudo isso”, com produção de Marcus Preto e Tó Brandileone (da 5 a Seco), cantando canções suas e de compositores de sua geração, Badi Assad faz show nesta sexta (31), às 20h, no Teatro Solar, comemorando seus 35 anos de carreira. No álbum, parcerias com uma coleção de contemporâneos do tamanho de Chico César, Adriana Calcanhotto, Otto, Marcos Suzano, Vicente Barreto, Zeca Baleiro, Pedro Luís, Zé Renato, Nando Reis, Paulinho Moska, Zélia Duncan, André Abujamra, Ceumar e Ana Costa. Está bem bonito e já tem, lançado, o single “Você, Cadê?”, parceria inédita com Adriana Calcanhoto.
A Dermoarte Tattoo está completando 25 anos e celebra com festa sábado (1), a partir das 15h, no Contêiner Experimental Bar, com mostra coletiva de arte, Memorial Daniel Monstro, DJs Rosa Martins e Pedro Paiva, campeonato Best Trick de skate e show das bandas Big Dog Daddy (B-Sides) e Algarabya.
O espetáculo “Simplesmente eu, Clarice Lispector”, concebido, adaptado, dirigido e protagonizado por Beth Goulart, com supervisão de direção de Amir Haddad, tem apresentação única no Cine-Theatro Central no sábado, (1º), às 20h.
🐔 O Brejo Maldito – Festival de Cinema de Terror e Fantástico chega ao Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (CCBM), sábado (1), às 13h30, e domingo (2), às 14h30. Serão dois dias de exibições, debates e celebrações dedicadas ao cinema autoral, independente e fantástico, com entrada gratuita. E vai ter Malassombro Ball, collab entre o Coletivo Vogue City e Coletivo Causos Gerais, Clube Contra e Festival Primeiro Plano, na sexta (31), às 20h, no CCBM.
O Grupo de danças urbanas Remiwl apresenta o espetáculo “Sentença”, sábado (1) e domingo (2), às 19h30, no Teatro Paschoal Carlos Magno. A montagem propõe uma “imersão nas fronteiras entre corpo e mente, silêncio e movimento, prisão e liberdade”. A direção geral é de Sol Mourão, com direção cênica de Lucas Nunes, e os intérpretes-criadores da coreografia coletiva, Bárbara Maria, Bekaa, Fran Silva, Francisco Silva, Gustavo Diniz, Marcos Guilherme, Sol Mourão e Pedro Henrique. A sonoplastia é do craque HRKN. Confirmei.
No sábado (1), a sextante Legrand se despede dos palcos recebendo os paulistanos de A Olívia, sábado (1), às 20h, no Maquinaria.
🐔 Entre os dias 4 e 12 de novembro, o MAMM recebe o Festival de Cinema Italiano, com sessões gratuitas às 15h e às 20h de uma seleção de 14 filmes inéditos e clássicos que integram a curadoria do 20º Festival de Cinema Italiano no Brasil. Entre os destaques, estão os vencedores do prêmio Nastri d’Argento em 2025: “Diamante”, de Ferzan Ozpetek (Filme do Ano), “As provadoras de Hitler”, de Silvio Soldini (Diretor de Elenco), e “Hey Joe”, de Claudio Giovannesi (Som).
O Festival de Cinema Primeiro Plano começa oficialmente na próxima segunda (3), mas já a partir desta sexta, 31, filmes que compõem a programação começam a ser exibidos na “Sessão Lanterninha”, que leva filmes da temática infanto-juvenil para as telonas, e a Mostra Saci, uma curadoria especial de filmes de terror para todos os públicos. A “Sessão Lanterninha” tem início na sexta-feira, 31, às 14h, no Moinho, e às 15h, na Praça CEU, com a mostra de curtas produzidos em todo o Brasil. A Mostra Saci, sexta-feira (na Praça CEU, às 19h, e no Moinho, às 20h) e sábado, às 20h30, no Mercado Cultural AICE, com uma seleção especial de filmes de terror, em alusão ao Dia das Bruxas, todos com classificação indicativa de 16 anos. O Primeiro Plano tem exibição de longas no Teatro Paschoal Carlos Magno, de 4 a 7, sempre às 21h, com “Criadas”, de Carol Rodrigues (4), “Torniquete”, de Ana Catarina Lugarini, estrelado por Marieta Severo (5) e “O Prazer é Meu”, de Sacha Amaral (6) e “A Natureza das Coisas Invisíveis”, de Rafaela Camelo (7).
Rio – O guitarrista e violonista Victor Biglione lança seu novo álbum “Nos tempos do Jacarandá”, nesta sexta (31), às 21h, no Manouche, dentro do projeto “Mills e Uma Noite”, idealizado por Carlos Mills, produtor do disco, com participação da cantora Julie Wein.
No Circo Voador, tem o tradicional Halloween do sextante Rogério Skylab, na sexta (31), e os mineiros do Pato Fu celebram 25 anos do álbum “Stress, depressão e síndrome do pânico”, tendo a Autoramas como banda convidada, no sábado (1). A casa abre às 20h.
🐔 Na quinta-feira (6), às 19h, Xamã se apresenta no Parque Oeste, em Campo Grande, bairro da Zona Oeste onde cresceu e conquistou sua primeira vitória nas batalhas de rimas. Este é o primeiro show da turnê “Fragmentado”, que contará com as participações de Adriana Calcanhotto, Duquesa, Major RD, Nochica, BTrem, GTA e Agnes Nunes.
Beloryhills – A 2ª edição do Festival Maurício Tizumba e o Tambor Itinerante segue sua circulação pela cidade e chega ao Centro Cultural Lagoinha no sábado (1), às 16h, com entrada gratuita. A programação contará com a força do congado representada pela Guarda de Congo Feminino Nossa Senhora do Rosário, do bairro Aparecida, e com o show da cantora Maíra Manga, em um encontro que reafirma a potência da música e da tradição afro-mineira. Maurício Tizumba, idealizador do Festival, ressalta que o tambor é um símbolo que ultrapassa a música e guarda a essência da tradição. “Ele é memória e presença. A cada toque, ecoa a força dos ancestrais e impulsiona os passos das novas gerações. É espiritualidade, resistência e também celebração da vida”, conta.
“Cenas da Menopausa”, com Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello, está em cartaz no Sesc Palladium entre os dias 31 de outubro e 2 de novembro, abordando temas como mudanças corporais, carreira, saúde, beleza, relacionamentos e a menopausa. Na sexta (31), às 21h, e sábado e domingo, às 19h.
O FestCurtasBH, o Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, realizado pela Fundação Clóvis Salgado (FCS), chega à sua 27ª edição, no Palácio das Artes, de 31 de outubro a 9 de novembro, com 113 filmes do Brasil e do mundo, sessões comentadas, atividades formativas e performances musicais, além de curtas disponíveis na plataforma virtual CineHumbertoMauroMais. Logo na noite de abertura, tem show “Femme Frame”, da multiartista Ava Rocha, a partir das 22h30, nos Jardins Internos do Palácio das Artes, com entrada gratuita.
Sampa – Na sexta (31), às 21h, a sextante Maria Beraldo comemora um ano do álbum “Colinho” na Casa Natura Musical, com participações de Zélia Duncan, Juçara Marçal e Negro Léo.
Powerline e Balaclava trazem a banda de hardcore punk sueca Refused ao Brasil em sua última turnê, nesta sexta (31), às 19h, no Terra SP. O impacto sonoro e ideológico do Refused moldou o caminho para o post hardcore moderno e o renascimento do punk anticonformismo.
Nesta sexta (13), às 22h, tem Baile do Treze no Edifício Martinelli, edição de aniversário de Gustavo Treze, com Discopédia, Dan Dan, Marco e Nyack.
A Mamba Negra faz edição ~𝓬𝓸𝓶𝓹𝓵𝓲𝓬𝓪𝓭𝓪 & 𝖙𝖗𝖊𝖛𝖔𝖘𝖎𝖓𝖍𝖆~, a primeira na ZIG Studio, na Barra Funda, em noite para assustar o cis-tema, nesta sexta (31), às 23h. No som, Bonequinha Iraquiana, os sextantes Cyberkills, Kontronatura, Idlibra, Tuxe e Wavezin, com performances de Transalien, Brianna Salera e Puri Yaguarete.
Baco Exu do Blues encerra a era da tour “Quantas vezes você já foi amado”, após três anos na estrada, de volta ao Espaço Unimed, nesta sexta (31), às 21h.
Os sextantes da Exclusive Os Cabides lançam e assinam vinil no Porta, sábado (1), às 18h.
Os franceses da banda L’Impératrice carregam elementos de nu-disco, pop retrô e funk eletrônico na essência de suas composições e passam por São Paulo com a Pulsar Tour, na terça (4), na Audio, com abertura da Pluma.
O Índigo é o novo projeto da 30e, com foco em sons indie, do underground ao mainstream, com shows de Weezer, Bloc Party, Mogwai, Judeline e Otoboke Beaver neste domingo (2), às 13h, no Parque Ibirapuera.
Recife – A Golarrolê apresenta Ebony no show “KM2” com o carioca Baile do Andrew, nesta sexta (31), às 22h, na Concha Acústica da UFPE.
Itaipava – Esta semana tem Rock the Mountain com ingressos esgotados, mas ainda dá tempo de comprar ingressos para o finde de 7 a 9 de novembro, com Don L, BaianaSystem, Evinha, Samuel Rosa, Zaynara, Chico César & Zeca Baleiro, Chet Faker, Liniker, Mariana Aydar, Lia de Itamaracá, Os Mutantes convidam Duda Brack, Ney Matogrosso, Psirico, Mu540, Bruna Black, Thiago Pantaleão, N.I.N.A, Fundo de Quintal, Ana Carolina, Banks, Caetano Veloso, BK, Criolo, João Gomes, Pedro Sampaio, Brisa Flow, Mari Jasca, Catto, Banda Toca Raul convida Vivi Seixas, Curumin e Yago Oproprio.
Belém – Neste sábado (1), o Global Citizen Festival Amazônia tem showzera com Anitta, Gilberto Gil, Gaby Amarantos, Seu Jorge, Charlie Puth e Chris Martin, do Coldplay, às 16h, no Estádio Olímpico do Pará – Jornalista Edgar Proença (Mangueirão). A transmissão começa às 18h50 no Multishow e no Globo Play.
Fortaleza – A Fritaria tem edição com Levysso, Argel, Lucas BMR, Ruanzin B2B +CEDO e Tiiito B2B Matusa, no sábado (1), às 22h, no Fuzuê Club.
Maceió – A 9ª edição do Festival Carambola homenageia o Rio São Francisco no sábado (1), reunindo Luedji Luna (BA), Marina Sena (MG), Saci (AL), Fidellis (AL), Bárbara Castelões convida Wilma(AL), Grupo Sabuká Kariri-Xocó (AL) convida Héloa (SE), Zé Manoel (PE) convida Juçara Marçal (RJ) e DJs Thuppa (AL), Erika Morais (AL/SP) e Gigis Banks (AL).
Natal – Dandarona lançaria seu EP de estreia, “Lastro”, nesta sexta (31), mas rolou um atraso, mas nada que impeça a audição pública nesta sexta (31), às 21h, na Frisson, com DJ sets de Dandarona, Janvita, Pajux e Victor Ixa. Entrada franca até 23h retirando o ingresso no link.
Tiradentes – O Festival Vivalenda – edição especial Só para Loucos! 🍄✨ acontece no sábado (1), às 18h, no Camping Tiradentes, com o icônico Ventania, do hit “Cogumelo Azul”, e a banda Raulzites.
São João del-Rei – O Festival Memória do Cavaquinho Brasileiro acontece de 6 a 8, com programação aqui e apresentações de Mara Piaz (7) e Messias Britto (8).
Halloweens – 🏳️⚧️O Halloween Gothtronic, da cena gótica paulistana, tem muito post punk, darkwave, EBM e horror punk com Inês é morta, Zezza Vix & Os Cães do Inferno, Baran Vampier e Latin Grufti e Dy Fuchs e facilidades de acesso à comunidade trans, nesta sexta (31), às 21h, no Ca.fundo, próximo à estação Faria Lima.
O Morce-GO Vermelho – Goiás Horror Film Festival chega à sua 9ª edição, até o dia 2, com 37 títulos entre longas e curtas, nacionais, vindos dos estados de SP, RJ, AM, BA, AP, PE, CE e GO, e internacionais, vindos do México, Espanha, Argentina, Equador, Israel e Uruguai, além de uma homenagem à atriz Gilda Nomacce. Com sessões gratuitas, o Cine Cultura, localizado na Praça Cívica de Goiânia, vai se transformar em um espaço imersivo de Halloween.
O mais que tradicional Halloween da Äuslander vai pisar com vontade esse ano, trazendo o icônico produtor alemão de nu-disco e house Purple Disco Machine, em line up que ainda tem Sarah Stenzel, Coppola e From House to Disco, nesta sexta (31), às 22h, no High Eventos, em São Paulo.
Tem FairyWeen com Katy da Voz e as Abusadas sexta (31), às 23h, no Birosca, em Brasília, com o show do novo álbum “A Visita”.
Em Beloryhills, rola o Halloween da Acha Ressuscita, sexta (31), às 23h, com os DJs Amaranta, Bauretz, Cafezin, Jahi Amani, Mientras Dura, Pedro e Polly e performances de Amerikana, Charlotte, Gabshuriken, Guilherme Morais, Tadzio Veiga e Vina Jaguatirica.
A calourada do IAD é, claro, um Halloween, “em busca do que não está nos livros”, ahahaha, um “laboratório do caos” com os DJs HB Smith, Ryder, Guizo e os queridos da Submundo DJs e Ever Beatz, sábado (1), às 15h, no Pantanal.
Tours – A Realness realiza a turnê “Drag Race Brasil – Ao Vivo”, a primeira oficial do programa, em parceria com a World of Wonder. A primeira data é na próxima quinta (6), às 21h, em São Paulo, no Teatro Sabesp Frei Caneca, com Ruby Nox, Mellody Queen, Adora Black e Desirée Back. Os outros shows acontecem em 2026, passando por Rio, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Natal e Fortaleza. Datas e ingressos aqui.
Expoente do afrobeat, Seun Kuti acrescenta mais datas à turnê brasileira: dia 6, no Sesc Campinas, às 20h, e dias 8 e 9 na Choperia do Sesc Pompeia, e dia 12 em Bairu, às 20h, no Sesc Bauru. Falei das outras datas da tour aqui.
A banda Eddie que amamos segue em tour de 22 anos do álbum “Original Olinda Style”, sexta (31), às 22h, no City Lights, em Sampa, e no sábado (1), às 21h, no Teatro Rival Petrobras, no Rio.
Comoção nacional – “O agente secreto”, filme neo-noir de drama, suspense e thriller político do sextante Kléber Mendonça Filho, que levou dois prêmios no último Festival de Cannes, estreia nos cinemas brasileiros em 6 de novembro de 2025 e foi escolhido para representar o Brasil no Oscar 2026. Em Jufas, estará em exibição nas salas UCI, no Independência Shopping. Viva o povo brasileiro.
Acorda, gay – As vendas para a RuPaul’s DragCon Brasil 2026 estão oficialmente abertas, e o evento acontece nos dias 5 e 6 de junho, no Expocenter Norte, em Vila Guilherme, em São Paulo.
Playlist com as novidades musicais da semana, que consolida às 2h da sexta. Todas as playlists de 2024, 2023, 2022, 2021 e 2020 nos links
Para melhores resultados, assista na smart TV à playlist de clipes com Rosalía + Björk + Yves Tumor, Major Lazer + Parrid Goebel + America Foster + Sadboi, Florence + The Machine, Aiyé, Circa Waves, Imogen Heap, Leoa + Potyguara Bardo + Janvita, Number Teddie, Ashnikko, Max Cooper, Tini, Chet Faker, Tyla, Rose Gray, Karnak, Léo da Bodega, Bixarte, Pedro Mafama + PinkPantheress + JT, Pedro Minotauro + Hodari, will.i.am + Taboo e Rafael Macedo
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